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Quarta-feira, 7 de Março de 2012
Quinta-feira, 1 de Março de 2012
HÓQUEI EM PATINS – PASSADO, PRESENTE E FUTURO…
Opinião de Hélder Antunes (*)
"Apostar na China"
Começo esta publicação de índole pessoal por pedir desculpas a todas as pessoas que irão reler aqui um pouco daqui que em conversas informais e troca de opiniões tiveram para comigo.
Outro, depois de lerem esta publicação, também se questionarão sobre o que tem esta publicação a ver com o formato do blogue THP – Treinadores de Hóquei em Patins e nesse sentido afirmo desde já que esta publicação é um resumo de ideias por parte de muitos treinadores da modalidade acerca do que poderá ser o futuro do hóquei em patins.
Comecemos então por uma breve revisão do passado que muitos não saberão, mas que ainda hoje poderá ter alguma influência na modalidade.
Algum do descrédito e perca de visibilidade que a modalidade teve poderá estar na associação que muitas entidades e pessoas fazem do hóquei em patins ao regime ditatorial do Sr. Salazar. O hóquei em patins foi sempre uma modalidade acarinhada por esse regime e prova disso é o facto do hóquei em patins, nomeadamente a sua seleção principal ter sido sempre a única seleção a ser recebida pessoalmente nos aeroportos pelo Sr. Salazar e quer queiramos ou não, isso fez sempre com que a modalidade fosse sinonimada de uma modalidade da ditadura. Com a queda do regime ditatorial, começa também o “declínio” do hóquei em patins.
É sempre importante perceber-se este tipo de razões que muitas das vezes estão associadas ao crescimento ou decrescimento de algo.
Passando agora mais ao presente da modalidade, penso que neste âmbito não há muito a dizer, uma vez que todos os agentes que estão ligados atualmente à modalidade sabem muito bem qual é o presente da modalidade. Então, faz é mais sentido “ter-mos ideias” ou sugestões para o futuro para que a modalidade possa ser catapultada e merecer o lugar de destaque que merece.
Em termos futuros e, a curto prazo, penso que deveríamos seguir o exemplo de outras entidades e apostar na China…
Porquê a China?
A China tem somente 1,3 biliões de habitantes, o que corresponde aproximadamente a um sétimo dos habitantes da Terra. Juntando a isso o potencial económico que tem, faz todo o sentido apostar nela.
Temos de nos convencer que a nível mundial continuamos a ser uma modalidade regional e em meu entender não faz sentido apostarmos numa globalização impossível do hóquei em patins, faz sim sentido, é apostar bem e em locais estratégicos como a China.
Porque não começar a vender jogos de hóquei em patins à China? Porventura numa fase inicial teríamos de pagar para os jogos passarem lá, mas porventura começariam a ver hóquei em patins uns 4 ou 5 milhões de pessoas e quiçá esse número rapidamente crescesse e chegaria o tempo dos chineses quererem comprarem jogos de hóquei em patins.
Já imaginaram o que são 4 ou 5 milhões de chineses a verem e a interessarem-se por hóquei em patins? Apenas quase metade da população portuguesa…
E quando os chineses descobrirem que equipas como o FC Porto, SL Benfica e FC Barcelona têm hóquei em patins…
Será que não valerá esta aposta?
Já imaginaram o que seria os chineses começaram a fabricar material de hóquei em patins? Isso poderia revolucionar muita coisa, nomeadamente o material ficar a custos bem mais acessível para todos e até para as nossas escolas se equiparem minimamente de forma a que o hóquei em patins pudesse começar a ser abordado nas escolas.
Fica aqui a ideia.
Outros pontos fundamentais para o futuro da modalidade e dos quais alguns já aqui foram abordados em algumas publicações são:
- Existirem organismos autónomos nacionais e internacionais somente de hóquei em patins;
- A modalidade ter o mesmo nome em todo o Mundo;
- Os stick’s por exemplo, com todo o respeito que os fabricantes me merecem, terem Nike e Adidas estampados, faça-se publicidade;
- À semelhança do que se faz em Espanha, todos os jogos transmitidos na TV, independentemente do pavilhão onde decorre o jogo, ser sempre o mesmo piso claro e somente com as linhas de hóquei em patins visíveis. Em Espanha há um acordo entre todos os clubes e uma entidade responsável assegura a colocação de um piso amovível para que os jogos sejam transmitidos na TV sem prejudicar os telespectadores.
Isto são pontos-chave que podem tornar a modalidade apetecível e que carece previamente de investimento. Mas sem investimento nada feito. E um bom investimento gera sempre retorno.
A modalidade nunca poderá ser olímpica sem primeiro dar passos deste género. O ser olímpica será sempre uma consequência de um bom investimento e de uma boa promoção da mesma.
(*)
Treinador de Hóquei em Patins (1, 2, 3) - Grau III
Licenciado em Educação Física - Professor
Mestre em Atividade Física, Desporto e Saúde
(1) Ao serviço do FC Porto
(2) Ao serviço da Seleção Regional a AP Porto
(3) 17 anos de experiência
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Helder Antunes
Segunda-feira, 27 de Fevereiro de 2012
Quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2012
O ENSINO DA PATINAGEM E NÃO SÓ…
Opinião pessoal de Hélder Antunes (*)
"(...) bom ensino da patinagem não está ao alcance de todos (...)"
Ensinar a patinar obriga essencialmente a pessoa que orienta o ensino da patinagem a obedecer a uma lógica pedagógica e metodológica.
Primeiramente há que direcionar o ensino da patinagem para a faixa etária alvo. Ou seja, o ensino da patinagem a uma criança de 3 ou 4 anos, não poderá ser igual ou ter a mesma “estrutura” metodológica que se aplica ao ensino da patinagem a uma criança de 10 anos por exemplo. Só pela diferença de idades facilmente se percebe que o discurso ou a comunicação do treinador ou orientador deve obrigatoriamente ser diferente. No entanto, os exercícios poderão ser idênticos. Tudo depende do nível e da “velocidade” de aprendizagem de cada atleta.
Seguidamente, em meu entender, há que possuir conhecimentos mínimos, competências máximas e bastantes “sensações” (experiência, andar no terreno) por parte de quem ensina. Poderá não chegar, mas o mínimo a exigir deverá ser este.
Não chega somente possuir teoria, nem chega somente possuir experiência como jogador ou patinador. Tudo isso é necessário, mas há mais para além disso. Há que saber exemplificar, há que saber que tipo de linguagem se deve utilizar, há que saber cativar os atletas para o treino, há que saber brincar, há que saber ouvir, há que saber inovar todos os treinos, há que saber planificar e muito mais…
Um bom medidor do trabalho realizado por parte de um treinador que oriente formação base ao nível do ensino da patinagem junto dos mais novos é sentir algum cansaço no final de uma sessão de treino e sentir a sua roupa a “cheirar a criança”, fruto das mesmas lhe tocarem e agarrarem… Essa sensação é sem sombra de dúvidas um bom avaliador do trabalho de um treinador neste âmbito.
Na minha perspetica, penso que é inconcebível um treinador ensinar a patinar os mais novos sem que este nunca calce os seus próprios patins. Esporadicamente poderá acontecer do treinador não colocar os patins, mas sistematicamente é que não.
Se o treinador não sabe andar em cima de uns patins, então, segundo a minha opinião, acho que também não poderá ser treinador de formação.
Importante também é, não podemos colocar exercícios ou métodos de ensino aos quais muitas vezes nós que ensinamos não conseguimos realizar ou temos dificuldades. É também importante ter sempre patente que o ensino da patinagem deve ser lúdico e provocar prazer, ao invés de provocar insatisfação ou até mesmo dor.
Outro aspeto a levar em consideração é não copiar somente o que está “nos livros”. O que está nos livros nem sempre é o mais correto. Devemo-nos lembrar que um livro pode ser escrito por qualquer pessoa e essa pessoa pode sempre escrever ou ilustrar o que lhe mais interessa.
Nos dias de hoje ainda se cometem muitos erros no ensino da patinagem, mas há erros e erros… Um erro muito crasso que se comete na minha opinião é o ensino da patinagem artística em vez de se ensinar a patinar… Há que relembrar que primeiro surge a patinagem e somente depois é que surge a patinagem artística, o hóquei em patins, a patinagem de velocidade e o hóquei em linha. Normalmente este é um erro muito cometido nas escolas, em algumas instituições de ensino superior e em alguns clubes.
Nos dias de hoje já não se colocam sacas plásticas nos patins dos alunos. Primeiro porque não ensinam nada e segundo porque há outras formas de o fazer, tais como colocar os alunos em superfícies como tapetes e/ou colchões, ou até mesmo “apertar” mais as rodas aos patins de forma aos alunos sentirem confiança nos patins.
Nos dias de hoje é inconcebível ensinar-se a patinar somente com um patim no pé. Ora se um dos objetivos é dar aos alunos equilíbrio, ao retirar-lhes um patim estamos a desequilibra-los… Se a desculpa for que não existem patins suficientes para todos, então a solução é fácil, é criar exercícios por estações, onde numa estação se patine, numa outra se jogue basquetebol por exemplo.
Se queremos motivar as crianças e jovens para aprenderem a andar de patins, temos de ir ao encontro da especificidade de cada grupo de alunos e proporcionar-lhes prazer quando os mesmos calçam os patins.
Os exercícios a colocar devem ser sempre possíveis de realizar por parte dos alunos, minimizando-lhes o risco de queda ou outro tipo de acidentes. Não existe em parte nenhuma do mundo, uma lógica de exercícios a seguir no ensino da patinagem. Digam o que disserem, mas não existe. Existe sim, é um conjunto de objetivos e metas a alcançar. Há que lembrar que aquilo que num determinado grupo de alunos é exequível de ser aplicado, num outro grupo da mesma faixa etária, poderá não o ser. Há que adaptar e inovar.
Penso que é fundamental traçarem-se objetivos a atingir e através de uma vasta panóplia de exercícios lúdicos pessoais ou não e diferentes, colocar os alunos a realiza-los para que atinjam esses mesmos objetivos.
A atual conjunta económica está também a afetar o ensino da patinagem. É cada vez mais prática recorrente ver-se na orientação dos treinos de ensino de patinagem e formação de novos patinadores jovens inexperientes sem quaisquer apoios. Penso que isto acontece porque sem sombra de dúvidas é uma solução muito mais barata para o clube… Mais barata? Desenganem-se com o mais barata, é mais barata no atual momento e na despesa mensal de um clube, mas a médio e longo prazo é muito mais caro, atendendo ao preço que se poderá pagar pelo facto de não se “produzirem” jogadores com qualidade. Veja-se os inúmeros exemplos de clubes com fortes tradições no lançamento e projeção de novos valiosos jogadores e a situação atual… O que “produzem” agora? O que falha então? Vejamos como funcionavam as escolinhas há uns pares de anos atrás e vejamos como funcionam atualmente… As pessoas que estão ligadas aos clubes, perceberão muito bem o que aqui escrevo.
Para finalizar, relembro que o bom ensino da patinagem não está ao alcance de todos. O bom ensino de patinagem está somente ao alcance de alguns.
(*)
Treinador de Hóquei em Patins (1, 2, 3) - Grau III
Licenciado em Educação Física - Professor
Mestre em Atividade Física, Desporto e Saúde
(1) Ao serviço do FC Porto
(2) Ao serviço da Seleção Regional a AP Porto
(3) 17 anos de experiência
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Helder Antunes
Terça-feira, 21 de Fevereiro de 2012
Sexta-feira, 17 de Fevereiro de 2012
Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2012
Sábado, 11 de Fevereiro de 2012
Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2012
EFICÁCIA NA MARCAÇÃO DO LIVRE DIRETO EM ATLETAS DE ELITE, NA MODALIDADE DE HÓQUEI EM PATINS. - MIGUEL CAMÕES
Introdução: Em 2009/10 e 2010/11, o Comité Européen de Rink-Hockey (CERH) alterou de forma significativa as regras de jogo, objetivando tornar a modalidade de hóquei em patins mais atrativa.
Uma consequência das profundas alterações implementadas, encontra-se no favorecimento das equipas em função do número de faltas sofridas, com a marcação de livres diretos. Apesar do crescimento exponencial do número de oportunidades de golo iminente, é desconhecido na literatura a sua eficácia de concretização e o tipo de execução vinculado à maior probabilidade de golo.
Objetivo: Avaliar a eficácia na marcação do livre directo (LD), batido (LDB) vs. livre (LDL), em atletas de elite, na modalidade de Hóquei em Patins.
Métodos: Foram avaliados 8 jogadores de campo sub-17 (4 com estatuto de alta competição e 2 pré-seleccionados) e 2 guarda-redes (ambos pré-seleccionados), em condições de treino.
Cada atleta executou 10 LD para cada guarda-redes (n=20), dos quais podia optar, de forma aleatória (sem conhecimento prévio por parte do guarda-redes), por 5 LDB e 5 LDL.
Classificou-se como sendo LDB, o facto do atleta executar o remate direto à baliza e LDL quando o atleta optava por “atacar” o guarda-redes fintando e/ou enrolando a bola com um tempo limitado de 5 segundos. Dois avaliadores, detentores do curso de treinadores de nível III de Hóquei em Patins, procederam à recolha da informação e coordenação da execução em função das regras oficiais. Os livres diretos foram classificados (8x20=160) em executa (1) e não executa (0) e foi calculada a eficácia global de concretização ((Σ LDB e LDL)/20*100).
Adicionalmente, foi calculada a eficácia em função do tipo de execução, LDB:(Σ LDB)/10*100 e LDL:(Σ LDL)/10*100. Uma vez que as variáveis não apresentaram distribuição normal, utilizou-se o teste de Wilcoxon para comparar a mediana de eficácia entre os dois tipos de execução com recurso ao programa SPSS (versão 18.0).
Foram considerados significativos valores de significância (p) inferiores a 0,05.
Resultados: Entre atletas de elite, no escalão de sub-17, foi obtido um valor mediano de eficácia global na concretização de livres diretos de 32,5%.
Quando comparadas as duas condições de execução, observaram-se diferenças significativas entre as medianas de concretização dos LDB e LDL (45.0% vs. 25.0%, respectivamente).
Conclusão: Apesar de as novas regras potenciarem a marcação de livres diretos, baixos valores de eficácia (32.5%) foram encontrados entre executantes de referência.
Contrariando o que se observa de forma transversal em todos os escalões de idades (execução do LDL), a marcação dos LDB demonstrou maior eficácia (mais 20%) quando comparado com a opção clássica de LDL, tornando-se a opção mais consistente no momento da tomada de decisão.
Fonte: Camões M1,2, Costa MJ1,2. Revista Portuguesa de Ciências do Desporto. 2011, vol.11, Supl4:42.
1 Escola Superior de Educação-Instituto Politécnico de Bragança
2 Centro de Investigação em Desporto, Saúde e Desenvolvimento Humano
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Miguel Camões
Sexta-feira, 3 de Fevereiro de 2012
VÍDEOS - 8 EXERCÍCIOS DE DOMÍNIO DE BOLA - HÓQUEI EM PATINS
VÍDEO 1
VÍDEO 2
VÍDEO 3
VÍDEO 4
VÍDEO 5
VÍDEO 6
VÍDEO 7
VÍDEO 8
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Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2012
OS PATINS E A EDUCAÇÃO FÍSICA NAS ESCOLAS - FORMAS DE TRABALHO E EVOLUÇÃO. MEDICINA NO HÓQUEI EM PATINS
Os Patins e a Educação Física...
A la hora de plantear las actividades con patines dentro de nuestras clases debemos tener presentes dos aspectos claves sin los que no se podría avanzar en el aprendizaje de estas actividades, son el tratamiento a la diversidad y la evaluación continua, elementos que se tendrán en cuenta durante todo el proceso de enseñanza-aprendizaje con el objeto de establecer un denominador común que proporcione la seguridad necesaria para avanzar y progresar. Ello permitirá una mayor participación de nuestros alumnos y mantendrá un ambiente de trabajo ameno, evitando experiencias negativas que desmotiven al alumno y frene su aprendizaje.
Este contenido se debe secuenciar de forma muy adecuada proponiendo una progresión lógica donde el alumno no encuentre barreras difíciles de superar, adquiriendo esos objetivos que nos hemos planteado. Al empezar será necesario analizar las experiencias, conocimientos previos que nos servirá de punto de partida para que en nuestras sesiones se mantenga una correcta relación entre lo que el alumno conoce y lo que vamos poco a poco a intentar que aprenda.
La metodología aplicada variará buscando un equilibrio entre las técnicas de reproducción de patrones de movimientos, donde prime el aprendizaje seguro de los gestos y las actividades donde se planteen situaciones motrices en las que el alumno debe decidir cual es la respuesta adecuada para resolver el problema existente. Y en los estadios finales el alumno incluso podría plantear o tomar sus decisiones.
En cuanto el tratamiento de la diversidad este es un aspecto clave para conseguir éxito en el planteamiento de las actividades con patines. Será necesario que las sesiones se vayan ajustando según los diferentes ritmos de aprendizaje de los alumnos. Siempre se procurará que los alumnos en general hayan superado las actividades iniciales antes de poder avanzar ya que los aprendizajes iniciales son la base de los posteriores.
En cuanto a la evaluación esta será principalmente una evaluación continua, es una herramienta más dentro del proceso de enseñanza aprendizaje, no es una finalidad en sí misma. Se pretende por tanto que la evaluación sea un medio de información tanto para el profesor (para realizar ajustes en el proceso de enseñanza aprendizaje) y para el alumno, intentando utilizarla como elemento motivador.
Actividades formas de trabajo que podemos plantear con los patines pueden ser las que a continuación se describen:
En las primeras sesiones, se tomará contacto con el material, se explicará como se colocan los patines. Comenzaremos trabajando por parejas (uno con patín/es y otros sin patín/es) se comenzará la práctica con un solo patín. Podemos realizar circuitos con pivotes, deslizamientos en parejas utilizando materiales cono picas o aros y al final nos colocaremos los dos patines y seguiremos con la ayuda del compañero. La pareja ejecutará por turnos los ejercicios intercambiando los patines. Por lo tanto al principio se comenzará con deslizamientos sobre un pie. También podemos deslizarnos dentro de un pasillo de cuerda tensa.
Estas primeras sesiones también servirán al profesor de evaluación inicial del nivel de experiencias y conocimiento de los alumnos.
Posteriormente debemos enseñar a los alumnos como caer correctamente y levantarse, flexionando las rodillas apoyando las manos, cayendo de lado.
Se seguirá con los deslizamientos ya con dos patines y con el aprendizaje de los giros.
Otro aspecto que también debemos enseñar son las diferentes formas de frenar, frenar girando, con los pies en T, apoyando e ir girando, abriendo el pie de atrás o utilizando el freno trasero. Lo anterior es para patines en línea, si tuviéramos patines de 4 ruedas, la acción de frenar es diferente se puede frenar apoyando un freno delantero, en semicírculo, juntando las rodillas o apoyando la rueda trasera.
Una vez vayamos progresando en el manejo de los patines podemos plantear diferentes formas jugadas con los patines comenzando con recorridos, o circuitos de obstáculos sin que exista un componente competitivo, posteriormente podemos plantear ejercicios de relevos por equipos con o sin material que haya que recoger, depositar, intercambiar. También circuitos donde haya que sortear obstáculos, pasar por debajo de cuerdas, saltar cuerdas en el suelo, lanzar objetos, realizar botes de balón, e incluso realizar lanzamientos a canastas o a portería.
Por ultimo podemos comenzar con ejercicios de hockey sobre patines o de algún deporte sobre patines siempre adaptando las reglas para facilitar la continuidad, como jugar al ultimate con un balón de goma espuma o jugar al baloncesto o balonmano adaptando su reglamento.
Fonte: AQUI
MEDICINA NO HÓQUEI EM PATINS
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Terça-feira, 24 de Janeiro de 2012
Aspectos motrices del aprendizaje deportivo inicial en hockey sobre patines en niños de ocho a diez años
Ler o Trabalho completo AQUI
Resumen
El presente estudio nos plantea una reflexión acerca de la metodología que se aplica en la etapa de iniciación deportiva en hockey sobre patines. Considerando que el tratamiento que se utiliza a escala nacional, está orientado hacia la búsqueda de una especialización precoz, se intenta demostrar que mientras en los métodos tradicionales, las situaciones de aprendizaje se componen de asimilación y de aplicación de destrezas individuales, en los métodos globales son situaciones lúdicas en la que se busca alguna solución motriz a problemas planteados por el propio juego. Los gestos técnicos son, por lo tanto, deducidos a partir de la situación real de juego propiciando una Pedagogía de Deporte sin establecer criterios generales de eficacia estandarizados. Desde el punto de vista estadístico se llegó al siguiente resultado, para la prueba "t" para muestras no independientes: Para el test de coordinación óculo-pedal la razón "t" es: 17.40, Test de coordinación óculo-manual la razón "t" es: 3.43 y Test de juego simple la razón "t" es: 10.67. Se necesita un valor de: 1.7613 para que la "t" sea significante al valor 0.05 y de: 2.624 para que sea significante al valor 0.01. Esto quiere decir que la diferencia entre las dos medias es significante a los valores 0.05 y 0.01. Entonces la conclusión es que se aceptó la hipótesis de investigación y se rechaza la hipótesis nula.
Conclusiones
Desde el punto de vista del rendimiento motor de los alumnos, se concluye que en el caso de la C.O.P.: un 100% de los alumnos obtuvieron rendimiento motor. En la C.O.M.: un 86.6% de los alumnos obtuvieron rendimiento motor. En el caso del test de juego simple el 100% de los alumnos obtuvieron rendimiento en la aplicación del pos-test ofensivo y defensivo.
Para este estudio podemos inferir que las diferencias probadamente se deben a que el "juego" como estrategia metodológica central, nos aporta con múltiples posibilidades de desarrollo motor en los menores, ya que permite por su plasticidad de movimientos dotar y equipar al niño en el ámbito motor. El movimiento afirma Wallon es: "Una fuente inagotable de experiencias". También es necesario inferir que seguramente existe un factor motivacional que fortalece las acciones conductuales de los menores, provocando una muy buena actitud frente al entrenamiento, generando el desarrollo de valores como la responsabilidad, perseverancia, respeto y buena actitud frente al trabajo, participando activamente en acciones lúdicas espontáneas y dirigidas posibilitando de esta manera, el desarrollo de referenciales metodológicos y socioeducativos.
Por lo tanto, se puede concluir que la innovación metodológica, sí provoca rendimientos motores significativos mejorando el aprendizaje deportivo inicial. Por los resultados obtenidos podemos señalar que en la etapa de iniciación deportiva en la disciplina del hockey sobre patines las acciones motrices serían actos inteligentes que implican mecanismos de percepción, decisión y ejecución. Las situaciones de aprendizaje deben dirigirse a mejorar cada uno de estos aspectos dentro del marco del juego global. Es también necesario seguir los procedimientos pedagógicos para definir las estrategias en la práctica, es decir, la forma particular de abordar los diferentes ejercicios o planteamientos pedagógicos que componen la progresión de enseñanza de habilidades motrices.
Es necesario equipar funcionalmente al niño siguiendo los procedimientos adecuados, "el juego" es la mejor manera de incidir en su capacidad de aprendizaje, ya que para el niño la actividad deportiva no es una forma de vida, sino la espontánea manifestación de una acción lúdica, por lo tanto, se infiere la necesidad de fomentar una Pedagogía de Deporte basada en acciones lúdicas globalizadas. Debido a estas razones, considero que puede ser inútil e ineficaz la especialización precoz siguiendo procedimientos analíticos de aprendizaje; en cambio, sería más acertado favorecer la construcción de nuevas habilidades motrices mediante el entrenamiento de los prerrequisitos que he aludido anteriormente, basados en experiencias previas multifacéticas, para que en el momento en que la habilidad haga su aparición, ésta se desarrolle en toda su potencialidad, más como un cúmulo de factores que han sido tomados en cuenta, que como un comportamiento debido simplemente a cambios neurológicos. En otras palabras no se trata de aspirar a que un niño patine a los tres años de edad, pero sí, que las experiencias previas procuradas a través de multitud de situaciones, faciliten una buena maduración del patrón a utilizar, que pueda en su día ser la base para que el niño sea capaz de emular, situaciones de algún deporte competitivo. De igual manera, podemos apreciar que la vertiente de iniciación deportiva adaptada a las edades evolutivas de la infancia requiere una fundamentación sobre los enunciados, contenidos y métodos de la educación motriz de base.
En la educación motriz de base, no sólo debemos estimular las capacidades del niño, sino que también debemos perseguir, y por tanto, conseguir que el niño constate, el logro de un cierto "rendimiento", expresado en cada habilidad motriz que va adquiriendo.
En el ámbito metodológico, el presente estudio adopta las siguientes inferencias para el desarrollo deportivo del niño:
1. El juego como objeto, método y finalidad.
2. El niño participa activamente: observa, toma decisiones, crea, aporta ideas y críticas elabora estrategias.
3. Se parte de la realidad, de lo vivenciado, de donde se producen los aprendizajes significativos para que los contenidos sean motivantes y tengan sentido para los alumnos.
4. Se da prioridad al movimiento espontáneo, en acciones unas veces sugeridas por el niño, otras por el profesor, según las necesidades del grupo.
5. El niño puede y debe elegir los caminos que considere convenientes para resolver los problemas, llegando a un reconocimiento de limitaciones y posibilidades, aceptando las individualidades.
6. Se fomenta diversos contenidos de temas transversales: educación para el desarrollo de valores tales como la fortaleza, perseverancia, respeto, obediencia, actitud frente al trabajo etc.
7. Los juegos plantean un trabajo multifuncional. Se posibilita la atención a la diversidad.
Finalmente creo que los procedimientos adecuados para una Pedagogía de Deporte deberían estar basados en la indagación, pues favorece que los alumnos adquieran y comprendan los parámetros de eficacia a partir de la totalidad del juego. El profesor debe esforzarse por mostrar pautas, hacia la consecución del éxito y no tratar de inducir a los alumnos a situaciones preestablecidas. Las acciones motrices de los deportes colectivos, son actos inteligentes en los que están implicados los mecanismos de percepción, decisión y ejecución. Las situaciones de aprendizaje deben dirigirse a la mejora de cada uno de estos aspectos dentro del marco del juego global.
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Cristián Luarte Rocha
Sexta-feira, 20 de Janeiro de 2012
Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2012
VÍDEOS - 7 EXERCÍCIOS DE FINALIZAÇÃO - HÓQUEI EM PATINS
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