segunda-feira, 27 de setembro de 2010

MAIS VÍDEOS... EXERCÍCIOS PRÁTICOS - 13º CLINIC TREINADORES - TOMAR - JOÃO LAPO (1ª PARTE)

EXERCÍCIO 11

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Passe/Recepção e 1+1 para GR - João Lapo

EXERCÍCIO 12

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Passe/Recepção e 2 para o GR - João Lapo

EXERCÍCIO 13

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Passe/Recepção e 2 para o GR - João Lapo

EXERCÍCIO 14

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1 para 1 + GR - João Lapo

EXERCÍCIO 15

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2 para 1 + GR - João Lapo

EXERCÍCIO 16

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2 para 1 + GR - João Lapo

NOTA 1: Os atletas executantes dos vídeos são atletas dos escalões de Infantis, Iniciados e Juvenis do SC Tomar.

NOTA 2: Os presentes exercícios são apenas sugestões de exercícios, podendo os mesmos serem adaptados de acordo com as características de cada equipa e/ou de cada grupo de atletas.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

EXERCÍCIOS PRÁTICOS - 13º CLINIC TREINADORES - TOMAR - PAULO GARRIDO (PARTE 2- Última)

EXERCÍCIO 6

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Situação de 2 para 1 - Paulo Garrido

EXERCÍCIO 7

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Situação de 2 para 1 em espaço reduzido - Paulo Garrido

EXERCÍCIO 8

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Exercício de 2 para 1 - Paulo Garrido

EXERCÍCIO 9

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Exercício de 3 para 2 - Paulo Garrido

EXERCÍCIO 10

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Exercício de 3 para 2 - Paulo Garrido

NOTA 1: Os atletas executantes dos vídeos são atletas dos escalões de Infantis, Iniciados e Juvenis do SC Tomar.

NOTA 2: Os presentes exercícios são apenas sugestões de exercícios, podendo os mesmos serem adaptados de acordo com as características de cada equipa e/ou de cada grupo de atletas.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

EXERCÍCIOS PRÁTICOS - 13º CLINIC TREINADORES - TOMAR - PAULO GARRIDO (PARTE 1)

EXERCÍCIO 1

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Remate + 1 para GR + 2 para GR - Paulo Garrido

EXERCÍCIO 2

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Remate com oposição + 1 para GR + 2 para 1 - Paulo Garrido

EXERCÍCIO 3

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Remate com oposição + 1 para GR + 2 para 1 - Paulo Garrido

EXERCÍCIO 4

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Remate com oposição + 1 para Gr + 2 para GR - Paulo Garrido

EXERCÍCIO 5

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Situação de 2 para 1 - Paulo Garrido

NOTA 1: Os atletas executantes dos vídeos são atletas dos escalões de Infantis, Iniciados e Juvenis do SC Tomar.

NOTA 2: Os presentes exercícios são apenas sugestões de exercícios, podendo os mesmos serem adaptados de acordo com as características de cada equipa e/ou de cada grupo de atletas.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Pequenas coisas que podem/poderiam fazer GRANDES diferenças no Hóquei em Patins.

Já não é novidade para ninguém que o Hóquei em Patins não vive os seus melhores dias, no entanto penso que para combater um pouco esta situação poderíamos alterar pequenas coisas, que talvez até fizessem grandes diferenças.
Penso que estas pequenas coisas não são o cerne da questão do Hóquei em Patins não viver os seus melhores dias, mas quanto a isso certamente existem pessoas e entidades competentes para as melhorar.

Na minha opinião, enquanto treinador de Hóquei em Patins:

- A modalidade devia adaptar a cor da bola de jogo em função da cor do piso da pista, nomeadamente nos jogos que têm transmissão televisiva.

- Não sei qual será mais adequado, mas sou favorável a situação da contagem do tempo de jogo ser crescente e não decrescente. Assim tornar-se-ia mais fácil para os órgãos de comunicação social informarem o tempo correcto a que ocorrem as situações de jogo, nomeadamente quando estes são transmitidos.

- A contagem do tempo de jogo passivo (45 segundos) deve ser realizada pela mesa e não pela equipa de arbitragem. Assim não se teriam dúvidas com contagem, uma vez que há árbitros que contabilizam rapidamente os 45 segundos e outros não. Em certa parte até se “protegeria” a própria acção do árbitro.
Como poderia ser realizado?
Penso que teríamos aqui duas soluções. Uma seria optar por um marcador electrónico como no Basquetebol, o que seria mais dispendioso.
A outra e, na minha opinião, que faria mais sentido e mais seria adequado, seria o árbitro fazer uma sinalética à mesa para iniciar a contagem dos 45 segundos e alguém da mesa, com um cronómetro manual fazer a contagem. Se entretanto a equipa deixasse de estar em situação de jogo passivo, o próprio árbitro indicava à mesa a paragem da contagem, caso contrário a pessoa responsável pela contagem (na mesa), levantaria uma pequena bandeira, ou executava um “bip” sonoro no marcador electrónico quando faltassem 10 segundos para os 45 do jogo passivo (ou seja aos 35 segundos) e nesse momento a equipa de arbitragem faria a sinalética de jogo passivo, sabendo a equipa que tinha a partir daí 10 segundos para realizar um ataque. Para além disso, esta situação ainda permitiria que alguém do staff técnico das equipas controlasse igualmente a respectiva contagem.

- Ajustar-se (mediante o possível) o calendário competitivo de provas de modo a que por exemplo os jogos decisivos de Hóquei em Patins de um campeonato nacional ou, de uma prova europeia ou até mesmo de uma final de taça de Portugal, não coincidissem com as "decisões" nas restantes modalidades. Pois aí, a probabilidade da modalidade aparecer na televisão será muito maior, bem como a probabilidade do Hóquei em Patins ter os pavilhões cheios também.

- Quando se trata de Europeus, Mundiais, Finais de Competições Europeias ou Finais-Four, que irão ser transmitidas na TV, deverá ter-se em linha de conta as linhas das outras modalidades na pista de jogo. Na minha opinião, uma pista com demasiadas marcações para além das do Hóquei em Patins só confundem o espectador. Nós que estamos ligados à modalidade sabemos facilmente as distinguir, mas temos de pensar nas pessoas que não estão ligadas directamente à modalidade.
Ainda neste último mundial, muitos amigos meus (não ligados ao Hóquei em Patins) se queixaram desta situação.

- Salvaguardar uma excepção nas regras do jogo para a posição específica do guarda-redes, na eventualidade de ser exibido ao 1º guarda-redes um cartão azul e ser exibido um outro cartão azul ao 2º guarda-redes antes do 1º guarda-redes cumprir o seu tempo de suspensão. O “espectáculo” de jogo em nada beneficia com a ida de um jogador de campo para a baliza. Estas situações já aconteceram em alguns jogos e o espectáculo em nada foi beneficiado, antes pelo contrário.

- Para finalizar, existem aquelas questões que são subjectivas e que dão poder de decisão certa ou errada aos árbitros. Como todos sabemos, o subjectivo em nada ajuda um jogo que é objectivo.
Refiro-me aqui às questões como: “a bola subir 1,50 metros de altura dentro da área e ser grande penalidade”. Há situações que não deixam dúvidas, mas também há aquelas situações que deixam muitas dúvidas (eu já tive muitas enquanto treinador). Agora pergunto eu, como mede o árbitro 1,50 metros na situações duvidosas? A olho nu? E se a bola subir a 1,49 e for assinalado na mesma uma grande penalidade? Como provo eu treinador que só foi um 1,49 metros? Para facilitar a tarefa de todos, penso que nomeadamente dentro da área a nossa referência deveria ser a trave da baliza. Ou seja, a bola tocada deliberadamente pelo jogador da equipa que defende passou o limite superior da trave da baliza, então é grande penalidade, caso contrário não é. Assim, todos teríamos um ponto de medição, o que facilitaria a tarefa de todos.
Outra questão subjectiva: “o cumprimento da distância de 3 metros nas marcações das faltas por parte de quem faz «a barreira» ”. Na maior parte destas situações, os 3 metros nunca são respeitados. É sempre menos espaço. Isso dificulta a tarefa das equipas produzirem êxito ou obtenção de golo em possíveis situações “estudadas” para estes efeitos. Penso que aqui deveria ser obrigatório todos os árbitros darem 3 passadas com uma boa amplitude de movimento. É claro que mesmo assim poderá não se respeitar os 3 metros, mas certamente que 3 passadas com boa amplitude de movimento proporcionam mais espaço do que se medirmos a olho 3 metros.
Ainda outra questão subjectiva: aqui refiro-me à questão do jogo passivo, mas não há questão dos 45 segundos, uma vez que já escrevi o que penso mais acima, refiro à “intenção de atacar a baliza”. Gostava, como treinador, apenas de saber o que é em concreto e não em abstracto, a definição de “intenção de atacar a baliza?”. Isto pode ter várias interpretações (penso eu).Se isto fosse mais objectivo, seria melhor para todos. Para mim, "intenção de atacar a baliza" não é só rematar à baliza.
Gostava de saber mais opiniões e sugestões dos leitores do blogue THP...
Opinião de Helder Antunes
Espanhol
Las pequeñas cosas puede o podría hacer una gran diferencia en el Hockey sobre Patines.
No es ninguna novedad para nadie ya que el hockey sobre patines no vive sus mejores días, sin embargo creo que un poco para combatir esta situación podría cambiar pequeñas cosas que tal vez hacer una gran diferencia.
Creo que estas pequeñas cosas no son el tema central del Hockey sobre Patines que no vive sus mejores días, sino de que ciertamente hay personas y autoridades para mejorar.
En mi opinión, mientras que como entrenador de hockey sobre patines:-
El modo debe adaptar el color del juego de pelota según el color del suelo de la pista, sobre todo en los juegos que se emiten.
- No sé lo que será más apropiado, pero la situación que estoy a favor de contar el tiempo de juego va en aumento y la disminución no. Por ello, tendría más fácil para los medios de comunicación para informar la hora correcta a los que ocurren en situaciones de juego, especialmente cuando se transmiten.
- El tiempo de ejecución de juego pasivo (45 segundos) se debe realizar por la junta y no por los oficiales del equipo. Así que no tienen dudas contar, ya que hay árbitros que cuenta de forma rápida 45 / 2 y otros no. En una parte en un "proteger" a la acción misma del árbitro.¿Cómo podría lograrse? Creo que habría dos soluciones. Se podría optar por un marcador electrónico como en el baloncesto, lo que sería más caro.El otro y, en mi opinión, tendría más sentido y sería más apropiado, el árbitro hará una señalización a la mesa para empezar a contar los 45 segundos, y alguien en la mesa con un cronómetro manual para contar. Sin embargo, si el equipo ya no sería en una situación de juego pasivo, incluso el árbitro señaló a la mesa para detener el conteo, de lo contrario la persona responsable de contar (la placa), plantearía una pequeña bandera, o al hacer un pitido en el marcador electrónicos carecían cuando el 10 segundos a 45 como juego pasivo (es decir, a 35 segundos) y esta vez el equipo le hacen el juego de señalización pasiva de arbitraje, a sabiendas de que el equipo había desde allí 10 segundos para realizar un ataque. Además, este sistema permite que alguien del personal técnico de los equipos también supervisará dichos períodos.
- Póngase a sí mismo (por posible) el calendario de competiciones de los acontecimientos de manera que por ejemplo, el hockey sobre patines playoffs por un campeonato nacional o un acontecimiento europeo, o incluso una final de copa en Portugal, no coincidían las decisiones comunicadas en otras modalidades. Desde entonces, la probabilidad de que el modo de aparecer en televisión será mucho mayor y la probabilidad de hockey sobre patines han llenado pabellones también.
- Cuando se trata de Europa, Mundial, Europeo o Concursos Finales Final Four, que será transmitido en la televisión, se debe tener en cuenta las líneas de otras modalidades en el curso del juego. En mi opinión, una pista con muchas citas, además del hockey sobre patines solo para confundir al espectador. Nosotros, los que están conectados con el deporte sabemos distinguir fácilmente, pero hay que pensar en las personas que no están directamente relacionados con el deporte.Incluso en el mundo estos últimos, muchos de mis amigos (no relacionados con el Hockey sobre Patines) se quejaron de esta situación.
- El mantenimiento de una excepción en las reglas del juego para la posición específica de portero en el evento para que se muestre el portero primero una tarjeta azul y se mostrará otra tarjeta azul para el portero segundo ante el portero primero cumplir su tiempo de la suspensión. El "show" no hace absolutamente nada para el juego con la salida de un jugador de campo para la meta. Estas situaciones han ocurrido en algunos juegos y shows en el que nada se ha recibido, sino todo lo contrario.
- Por último, están los temas que son subjetivos y que dan el poder para decidir correcta o incorrecta de los árbitros. Como todos sabemos, lo subjetivo no ayuda a un juego que es objetiva.Me refiero a preguntas como: "el surgimiento de bolas 1,50 metros de altura y estar dentro del área penal." Hay situaciones que no dejan lugar a dudas, pero también existen aquellas situaciones que dejan muchas preguntas (he tenido muchos como entrenador). Ahora me pregunto, como el árbitro medidas 1,50 metros en situaciones de incertidumbre? A simple vista? Y si el balón hasta 1,49, que se indica en él una pena? ¿Cómo demostrar que era un entrenador que sólo 1,49 metros? Para facilitar la tarea de todos, creo que esa área en particular dentro de nuestro criterio debe ser la pieza central de la meta. Es decir, el balón deliberadamente jugados por el jugador del equipo defensor tiene la traviesa superior de la meta, entonces es una pena, no lo contrario. Así que todo lo que tendría un punto de medición, lo que facilitaría la tarea de todos.
Otra cuestión subjetiva: "el cumplimiento de la distancia de tres metros en el marcado de las faltas por parte del que hace la 'barrera'." En la mayoría de estas situaciones, los tres metros no son respetados. Es el espacio siempre es menor. Esto complica la tarea de producir equipos con éxito y sin conseguir gol en las situaciones posibles "estudiado" para estos fines. Creo que aquí deberían estar obligados a dar los tres árbitros pasado con un buen rango de movimiento. Por supuesto, usted todavía no puede cumplir los tres metros, pero sin duda tres pasaron con buen rango de movimiento proporcionar más espacio de tres metros de medir el ojo.
Otra cuestión subjetiva: me refiero a la cuestión de juego pasivo, pero no hay ninguna cuestión de 45 / 2, desde que escribí lo que creo que hacen referencia a la "intención de atacar a la meta." Han calificado positivamente como entrenador, sólo para saber lo que es concreto y lo abstracto, no la definición de la "intención de atacar a la meta?". Si esto es más objetiva, la mejor sería mejor para todos.
¿Quiere saber más opiniones y sugerencias de los lectores del blog THP
Dictamen Antunes Helder
Inglês
Little things can / could make a big difference in Roller Hockey.
It is no longer news to anyone that the roller hockey is not living its best days, however I think a little to combat this situation could change little things that maybe make a big difference.
I think these little things are not the central theme of the Roller Hockey not living its best days, but about that certainly there are people and authorities to improve.
In my opinion, while coaching roller hockey:
- The mode should adapt the color of the ball game according to the color of the floor of the track, especially in games that are broadcast.
- I do not know what will be most appropriate, but the situation I am in favor of counting the playing time is increasing and not decreasing. So it would make it easier for the media to report the correct time to those that occur in game situations, particularly when they are transmitted.
- The running time for passive play (45 seconds) should be performed by the board and not by team officials. So do not have doubts count, since there are referees who account quickly 45 / 2 and others not. At one party to a "protect" the very action of the referee.How could it be accomplished?I think we'd have two solutions. One would opt for an electronic marker as in basketball, what would be more expensive.The other and, in my opinion, it would make more sense and would be more appropriate, the arbitrator would make a signage at the table to start counting the 45 seconds and someone at the table with a manual stopwatch to count. If however the team would no longer be in a situation of passive play, even the referee pointed to the table to stop the count, otherwise the person responsible for counting (the board), would raise a small flag, or performing a "beep" sound the bookmark electronic lacked when 10 / 2 to 45 as passive play (ie at 35 seconds) and this time the team would make the arbitration signage passive play, knowing that the team had from there 10 seconds to perform an attack. In addition, this would still allow someone to the technical staff of the teams will also monitor those periods.
- Set yourself (by possible) the competition calendar of events so that for example the playoffs roller hockey for a national championship or a European event or even a cup final in Portugal, did not coincide with decisions in other modalities. Since then, the probability of mode appear on television will be much greater and the probability of roller hockey have filled pavilions as well.
- When it comes to European, World, European Competitions Finals or Final-Four, which will be broadcast on TV, it should be taken into account the lines of other modalities in the course of the game. In my opinion, a track with too many appointments in addition to the roller hockey only confuse the viewer. We who are connected to the sport we know easily distinguished, but we must think about the people who are not directly connected with the sport. Even in the latter world, many of my friends (not related to the Roller Hockey) complained about this situation.
- Maintaining an exception in the rules of the game for the specific position of goalkeeper in the event to be displayed to the 1st goalkeeper a blue card and be shown another blue card to the 2nd goalkeeper before the 1st goalkeeper fulfill his time of suspension. The "show" does absolutely nothing for the game with the departure of a player field for the goal. These situations have happened in some games and show where nothing was received, quite the contrary.
- Finally, there are those issues that are subjective and which give power to decide right or wrong to the referees. As we all know, the subjective does not help a game that is objective. I refer here to questions like: "the ball rise 1.50 meters tall and be inside the penalty area." There are situations that leave no doubt, but there are also those situations that leave many questions (I've had many as a coach). Now I ask, as the referee measures 1.50 meters in uncertain situations? To the naked eye? And if the ball up to 1.49 and is indicated in it a penalty? How to prove I was a coach who only 1.49 meters? To facilitate the task of all, I think that particular area within our benchmark should be the centerpiece of the goal. That is, the ball deliberately played by the player of the defending team has the upper crossbar of the goal, then it is a penalty, otherwise not. So all we would have a measuring point, which would facilitate the task of all.
Another subjective question: "compliance with the distance of three meters in marking the faults on the part of who does the 'barrier'." In most of these situations, the three meters are never respected. It is always less space. This complicates the task of producing successful teams or get goal in possible situations "studied" for these purposes. I think here should be required to give all three arbitrators spent with a good range of motion. Of course, you still may not meet the three meters, but certainly three passed with good range of motion provide more space than three meters measure the eye.
Yet another subjective question: I refer here to the issue of passive play, but there is no question of 45 / 2, since I wrote what I think above, refer to the "intention of attacking the goal." Liked as a coach, just to know what is concrete and not abstract, the definition of "intent to attack the goal?". If this be more objective, the better it would be better for everyone.
Like to know more opinions and suggestions from blog readers THP
Opinion Helder Antunes

sábado, 11 de setembro de 2010

5 EXERCÍCIOS SIMPLES DE 2 * GR SEM OPOSIÇÃO DEFENSIVA

Apresentamos aqui no blogue THP, 5 exercícios simples de 2 * GR sem oposição, onde os objectivos destes exercícios entre outros, são:
- Melhorar a qualidade do Passe / Recepção
- Melhorar a movimentação entre os postes do guarda-redes
- Melhorar os índices de finalização dos jogadores
- Melhorar os índices de confiança dos jogadores e do guarda-redes
Se presenta aquí en el blog THP cinco sencillos ejercicios 2 * GR sin oposición, donde los objetivos de estos ejercicios y otros, son:
- Mejorar la calidad del pase y recepción
- Mejora de la circulación entre los polos del portero
- Mejorar las tasas de terminación de jugadores
- Mejorar los índices de fiabilidad de los jugadores y el portero
We report here on the blog THP five simple exercises 2 * GR without opposition, where the objectives of these exercises and others, are:
- Improve the quality of the Pass / Reception
- Improving the movement between the poles of the goalkeeper
- Improve completion rates of players
- Improve the reliability indexes of players and the goalkeeper
N.º 1
O jogador azul realiza passe lateral ao jogador vermelho e penetra pelo zona central em velocidade em direcçao ao 2º poste. O jogador vermelho "força" o 1º poste e realiza passe ao jogador azul que finaliza de 1ª.Os jogadores trocam de posições quando o exercício recomeçar. Este exercício deve ser feito em ambos os lados do campo.
El jugador realiza pase roja lado azul y el jugador entra en el área central a una velocidad hacia el puesto de segundo. El jugador rojo "forzar" el puesto de primera y se da cuenta de pasar el jugador azul que termina primero.Los jugadores cambian de posición cuando el ejercicio se reanuda. Este ejercicio debe hacerse en ambos lados del campo.
The player performs pass blue side red and the player enters the central area at speed towards the 2nd post. The red player "force" the 1st post and realizes pass the blue player that finishes 1st.The players switch positions when exercise is resumed. This exercise should be done on both sides of the field.

N.º2

O jogador vermelho tem a posse da bola e conduza mesma para trás da baliza ao mesmo tempo que o jogador azul penetra em velocidade pela zona central. Mediante a posição do guarda-redes, o jogador vermelho opta por realizar passe pelo lado direito ou esquerdo, para que o jogador azul possa finalizar de 1ª. Os jogadores trocam de posições quando o exercício recomeçar. Este exercício deve ser feito em ambos os lados do campo.
El jugador rojo tiene el balón y llevarlo de vuelta a la meta, mientras que el jugador azul velocidad penetra en la zona central. A través de la posición del portero, el jugador opta por hacer pasar roja al lado derecho o izquierdo, de modo que el jugador azul puede terminar primero. Los jugadores cambian de posición cuando el ejercicio se reanuda. Este ejercicio debe hacerse en ambos lados del campo.
The red player has the ball and drive it back to the goal while the player speed blue penetrates the central zone. Through the position of the goalkeeper, the player chooses to make red pass by right or left side, so that the blue player can finish 1st. The players switch positions when exercise is resumed. This exercise should be done on both sides of the field.
N.º3
O jogador azul penetra com a bola pelo meio defensivo e já dentro da área realiza meia-volta efectuando passe junto ao 2º poste ao jogador vermelho. O jogador vermelho realiza um zig-zag e penetra na área junto ao 2º poste para finalizar de 1ª.Os jogadores trocam de posições quando o exercício recomeçar. Este exercício deve ser feito em ambos os lados do campo.
El jugador con la bola azul penetra en el medio y en el interior de la zona defensiva realiza cambio de sentido, haciendo pases con el segundo polo del jugador rojo. El jugador rojo hace un zig-zag y entra en el área cerca del puesto para terminar segundo a primero.Los jugadores cambian de posición cuando el ejercicio se reanuda. Este ejercicio debe hacerse en ambos lados del campo.
The player with the ball blue penetrates the middle and inside of the defensive area performs U-turn by making passes with the second pole of the red player. The red player does a zig-zag and enters the area near the post to finish 2nd to 1st.The players switch positions when exercise is resumed. This exercise should be done on both sides of the field.
N.º 4
O jogador azul executa passe ao jogador vermelho e desmarca-se também ele no sentido do passe. O jogador vermelho recebe a bola e força a entrada por detrás da baliza. O jogador vermelho leva o guarda-redes para o 1º poste e realiza passe ao 2º poste, onde aparece o jogador azul a finalizar de 1ª. Os jogadores trocam de posições quando o exercício recomeçar. Este exercício deve ser feito em ambos os lados do campo.
El jugador entra en el reproductor corriendo rojo y azul, también desaparece hacia el paso. El jugador "rojo" de la pelota y forzar la entrada detrás de la portería. El jugador rojo tiene el portero para el puesto primero y se da cuenta pasar la posta segundo, donde el jugador aparece azul para terminar primero.Los jugadores cambian de posición cuando el ejercicio se reanuda. Este ejercicio debe hacerse en ambos lados del campo.
The player enters the player running blue red and it also clears up towards the pass. The red player gets the ball and force the entrance behind the goal. The red player takes the goalkeeper for the 1st post and realizes pass the 2nd post, where the player appears blue to finish 1st. The players switch positions when exercise is resumed. This exercise should be done on both sides of the field.
N.º 5
O jogador azul desloca-se com a bola para a lateral oposta e o jogador vermelho realiza o mesmo movimento mas sem bola e por detrás da baliza. Depois, o jogador azul realiza passe ao jogador vermelho e penetra em velocidade pelo meio defensivo. O jogador vermelho recebe a bola, entra na área e realiza passe ao jogador azul, para que este finalize de 1ª. Os jogadores trocam de posições quando o exercício recomeçar. Este exercício deve ser feito em ambos os lados do campo.
El jugador se mueve azul con el balón hacia el lado contrario y el jugador rojo realiza el mismo movimiento sin balón y detrás de la portería. Después de que el jugador entra en el jugador lleva la velocidad de azul y rojo penetra en el medio a la defensiva. El jugador rojo obtiene el balón entra en la zona y hace que el jugador se apagan, para la finalización de un segundo. Los jugadores cambian de posición cuando el ejercicio se reanuda. Este ejercicio debe hacerse en ambos lados del campo.
The blue player moves with the ball to the opposite side and the red player performs the same movement without the ball and behind the goal. After the player enters the player carries blue and red velocity penetrates the middle defensively. The red player gets the ball enters the area and makes the player go blue, for finalization of a second. The players switch positions when exercise is resumed. This exercise should be done on both sides of the field.
Nota: Como o blogue THP é lido e visualizado em vários pontos do mundo, decidimos apostar em "internacionalizar" um pouco as nossas publicações.Assim sendo, informamos que as nossas traduções são realizadas via um "tradutor" on-line e como tal é passível que a construção das frases não seja a mais correcta. Desde já o nosso pedido de desculpas.
Nota: Debido a que THP blog se lee y se muestran en diversas partes del mundo, decidió apostar por "internacionalizar" un poco de nuestras publicaciones.Por lo tanto, debe tenerse presente que las traducciones se realizan a través de un traductor "en línea y, como tal, es probable que la construcción de las penas no es la correcta. Ya nuestras disculpas.
Note: Because THP blog is read and displayed in various parts of the world, decided to bet on "internationalize" a little of our publications.Therefore, please note that our translations are performed through a "translator" online and as such is likely that the construction of sentences is not the right one. Already our apology.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

CURSOS DE TREINADORES DE HÓQUEI EM PATINS...

Na minha opinião, penso que faz sentido este blogue publicar algo sobre um assunto que raramente se fala ou escreve: “Os cursos de treinador de Hóquei em Patins”.
Eu apenas expresso a minha opinião acerca desta temática tendo em conta os cursos de treinadores que já fiz ao longo da minha carreira de treinador.
É óbvio que me refiro a cursos de treinador de Hóquei em Patins em Portugal.
Não vou abordar aqui aquela velha questão dos horários, locais e modos de funcionamento dos cursos, porque penso que isso cabe aos responsáveis e às pessoas competentes analisar e decidir.
Vou sim expressar a minha opinião acerca do que se aborda nos cursos de treinadores de Hóquei em Patins.
Penso que os cursos são demasiado teóricos. Quer sejam cursos de nível 1, 2 ou 3, penso que passamos muito tempo a sustentar teorias e por vezes “filosofias”, onde depois não há visualização ou análise prática das mesmas.
A teoria é necessário, sem sombra de dúvidas, mas a prática também o é. Penso que estamos carentes de mais situações práticas de treino e de jogo nestes tipos de cursos.
Aqui levanta-se a problemática da questão da disponibilidade de jogadores e pavilhão para a prática das situações práticas. Sei que é mais fácil disponibilizar uma sala com equipamento informático, do que um pavilhão com jogadores, mas se as situações forem atempadamente organizadas e orientadas pode-se criar situações para que os cursos tenham uma componente prática mais alargada.
Há sempre treinadores nos cursos que poderão disponibilizar alguns jogadores e quiçá até umas horas num pavilhão. A ver também se aprende.
Por exemplo, num curso de treinadores nível 3 como o que eu fiz, onde estiveram comigo treinadores de renome nacional na modalidade, com experiência e provas dadas na modalidade ao longo de muitos anos, teria sido benéfico para todos termos tido a oportunidade de partilhar na prática as ideias e metodologias de todos. Infelizmente isso não aconteceu…
Teria igualmente sido benéfico ver na prática se muita da teoria que nos é transmitida resulta tão linearmente como no papel.
Dá-me a ideia que às vezes se quer fazer do “ensino do Hóquei em Patins” uma “coisa” muito linear e matemático, quando no fundo uma das belezas da modalidade é a imprevisibilidade. E nesse sentido há situações práticas que nos mostram muito mais que as teorias.
Outra situação com a qual nós nos debatemos dentro da nossa modalidade, nomeadamente entre treinadores, é a partilha de informação, de exercícios, de ideias, de metodologias, etc. Isso foi algo notório para mim ao longo dos três cursos que fiz, bem como ao longo destes anos em que apostei neste projecto do blogue THP (Treinadores de Hóquei em Patins).
Penso que isto é uma questão de mentalidades. Felizmente que já vamos tendo e vendo alguma abertura aqui e acolá, mas ainda estamos longe do desejado. Por exemplo, se atravessarmos a fronteira e pisarmos Espanha, facilmente nos apercebemos que a mentalidade, nomeadamente dos treinadores a esse nível, é bem diferente da nossa.
Há quem veja a partilha como algo que pode ajudar todos a crescer e em particular a modalidade e há quem veja a partilha como algo que me “pode derrotar” no próximo jogo e como tal mais vale não partilhar.
Nos cursos de treinadores acontece um pouco muito disso. Há quem nos dê muitos ingredientes, mas são poucos aqueles que nos dão o “sumo”…
Lembro-me de uma vez estar a assistir a uma prelecção de um treinador português durante uma manhã e poucos apontamentos tirar e lembro-me de assistir a uma prelecção de um treinador espanhol e ao final de 30 minutos já não ter folhas de rascunhos… Penso que percebem aquilo a que me estou a referir.
Outra coisa que penso que faz falta nos cursos de treinador de Hóquei em Patins é a disponibilização de matérias práticas em suporte informático a quem está nos cursos. A matéria teórica tem sido distribuída, mas na minha opinião faz falta disponibilizar exercícios, situações práticas de treino, situações práticas de jogo, etc.
Outra situação que quero ressalvar é a do tempo dispendido à Psicologia nestes cursos. Talvez devido ao meu gosto pessoal pela Psicologia e em particular a Psicologia do Desporto, penso ou fico com a sensação que se aborda pouco esta temática ao longo dos cursos de treinadores. Hoje em dia já poucas dúvidas restam quanto à importância da Psicologia do Desporto e como tal penso que faria sentido esta “disciplina” ser abordada com mais tempo ou darem-lhe mais ênfase.
Sei que é preciso cumprir horários e cargas horárias, mas é sempre possível ajustar a distribuição das matérias, tendo em conta o seu relevo e importância.
Para terminar, faço aqui uma critica que espero que possa ser construtiva. Não é compreensível, pelo menos da minha parte, que ao longo destes cursos, pouco ou nada se aborde ao nível da questão do género na nossa modalidade. Estes cursos não formam só treinadores para orientar equipas masculinas.

Fonte: Opinião pessoal de Hélder Antunes
Espanhol:
En mi opinión, creo que este blog tiene sentido publicar algo sobre un tema que rara vez habla o escribe, "Los cursos de hockey sobre patines como entrenador."Me acaba de expresar mi opinión acerca de este tema en vista de los cursos de entrenadores que han hecho durante toda mi carrera como entrenador.
Obviamente me refiero a los cursos de entrenador de hockey sobre patines en Portugal.No voy a abordar aquí la cuestión de los viejos tiempos, lugares y modos de funcionamiento de los cursos, porque creo que le toca a las personas responsables y competentes para examinar y decidir.Sí, voy a expresar mi opinión sobre lo que está cubierto en el hockey sobre patines como entrenador.
Creo que los cursos son demasiado teóricas. Ya sea que los cursos de nivel 1, 2 o 3, creo que pasó mucho tiempo para apoyar las teorías y, a veces "filosofías", donde después no hay pantalla o análisis práctico de los mismos.La teoría es necesaria, sin duda, pero la práctica es así. Creo que nos falta en la mayoría de las situaciones prácticas de la formación y jugar en este tipo de cursos.
Aquí surge el problema de la cuestión de la disponibilidad de jugadores y la bandera para la práctica de situaciones prácticas. Sé que es más fácil proporcionar una sala con equipo de cómputo, un pabellón con los jugadores, pero si las situaciones están organizados y orientados en el tiempo puede crear situaciones para las que los cursos tienen un componente práctico más amplio.
Siempre hay entrenadores en los cursos que pueden ofrecer algunos jugadores y tal vez incluso un par de horas en un pabellón. La vista también se aprende.Por ejemplo, un curso de nivel 3 como entrenador como yo, donde los entrenadores estaban conmigo en la modalidad de reputación nacional, la experiencia y trayectoria en el deporte durante muchos años, habría sido beneficioso para todos los que tuvieron la oportunidad de compartir la práctica las ideas y metodologías de todos. Lamentablemente no fue así ...
También han sido beneficiosos en la práctica para ver gran parte de la teoría de que los resultados se transmiten como forma lineal como en el papel.
Dame la idea de que a veces uno quiere hacer la «enseñanza de Roller Hockey" una "cosa" demasiado lineal y matemático, en segundo plano cuando una de las bellezas del deporte es imprevisible. Y en ese sentido hay situaciones prácticas que nos muestran mucho más que teorías.
Otra situación que estamos discutiendo dentro de nuestro deporte, especialmente entre los entrenadores, es el intercambio de información, ejercicios, ideas, metodologías, etc. Eso fue algo extraordinario para mí durante los tres cursos que tomó, así como más de años, el apuesto a este proyecto de blog THP (entrenadores de hockey sobre patines).Creo que esta es una cuestión de mentalidad. Afortunadamente vamos a ver algunas de apertura y aquí y allá, pero todavía estamos muy lejos de desear.
Por ejemplo, si cruzamos la frontera y pisarmos España, es fácil darse cuenta de que la mentalidad, sobre todo a los entrenadores en este nivel, es muy diferente de la nuestra.Algunos ven la división como algo que puede ayudar a todos a crecer y, en particular, el deporte y la distribución de algunos me ven como algo que "puede vencer" en el juego siguiente y, como tal, es mejor no compartir.En estos cursos de entrenadores y no pasa mucho de ella. Hay quienes nos dan muchos ingredientes, pero pocos son los que nos dan el "jugo" ...
Recuerdo que una vez que una conferencia para asistir a un entrenador portugués durante una mañana y tomar algunas notas y me acuerdo de asistir a una conferencia de un entrenador español y el final de los 30 minutos más a tener hojas de dibujos ... Creo perciben que a la que me estoy refiriendo.Otra cosa que me parece que falta en los cursos de entrenador de hockey del rodillo es la disponibilidad de materiales en la práctica informatizada para que en los cursos. El material teórico se ha distribuido, pero en mi opinión es necesaria para garantizar la situación financiera y práctica de la práctica, las situaciones de la práctica de caza, etc.
Otra situación que quiero señalar es el tiempo empleado en estos cursos en Psicología. Tal vez debido a mi gusto personal en Psicología y, en particular la psicología del deporte, o pienso que puedo obtener el sentido de que abarca sólo el tema en el curso de entrenadores. Hoy en día ha dejado pocas dudas acerca de la importancia de la Psicología del Deporte y, como tal, creo que tendría sentido que la "disciplina" a tratar con más tiempo o darle más atención.
Sé que tienen que cumplir los horarios y las cargas por supuesto, pero siempre es posible ajustar la distribución de los materiales, teniendo en cuenta su significado e importancia.En conclusión, aquí una crítica que espero sea constructiva. No es comprensible, al menos por mi parte, que durante estos cursos, poco o nada en términos de abordar las cuestiones de género en nuestro deporte. Estos cursos no forman únicos entrenadores para guiar a los equipos de los hombres.
Fuente: Opinión personal de Helder Antunes
Inglês
In my opinion, I think this blog makes sense to publish something on a topic that rarely speaks or writes, "The courses coaching roller hockey."
I just expressed my opinion concerning this subject in view of the courses of coaches that have done throughout my coaching career.
Obviously I mean the trainer courses Rink Hockey in Portugal.I shall not address here the question of old times, locations and modes of operation of the courses because I think it's up to responsible and competent persons to examine and decide.
Yes, I will express my opinion about what is covered in the coaching roller hockey.I think the courses are too theoretical. Whether courses level 1, 2 or 3, I think we spent a long time to support theories and sometimes "philosophies", where after there is no display or practical analysis of them.
The theory is necessary, no doubt, but the practice is as well. I think we are lacking in most practical situations of training and playing in these types of courses.
Here the problem arises from the question of availability of players and flag for the practice of the practical situation. I know it is easier to provide a room with computer equipment, a pavilion with the players, but if the situations are organized and oriented in time can create situations for which courses have a practical component wider.
There are always coaches on courses that may offer some players and maybe even a few hours in a pavilion. The view is also learned. For example, a Level 3 coaching course as I did, where coaches were with me in the modality of national reputation, experience and proven track record in the sport over many years, would have been beneficial to everyone we had the opportunity to share in practice the ideas and methodologies of all. Unfortunately it did not happen ...It would also have been beneficial in practice to see much of the theory that the results are transmitted as linearly as in the paper.
Give me the idea that sometimes one wants to do the "teaching of Roller Hockey" one "thing" too linear and mathematician, in the background when one of the beauties of sport is unpredictability. And in that sense there are practical situations that show us much more than theories.
Another situation with which we are discussing within our sport, especially among coaches, is the sharing of information, exercises, ideas, methodologies, etc.. That was something remarkable for me over the three courses I took, as well as over the years I bet this project blog THP (Rink Hockey Coaches).
I think this is a question of mentality. Fortunately we're going with and seeing some opening here and there, but we are still far from desired. For example, if we cross the border and pisarmos Spain, we easily realize that the mentality, especially the coaches at this level, is quite different from ours.
Some see the division as something that can help everyone to grow and in particular the sport and sharing some see me as something that "can beat" in the next game and as such it is better not to share.In these courses coaches happens rather a lot of it. There are those who give us many ingredients, but few are those who give us the "juice" ...
I remember once being a lecture to attend a Portuguese coach during a morning and take a few notes and I remember attending a lecture from a Spanish coach and the end of 30 minutes longer to have sheets of sketches ... I think they perceive that to which I am referring to.
Another thing that I think is lacking in courses coaching roller hockey is the availability of materials in computerized practice to who's in the courses. The theoretical material has been distributed, but in my opinion is needed to provide financial, practical situations of practice, practice game situations, etc..
Another situation that I want to point out is the time spent in these courses in Psychology. Perhaps due to my personal taste in Psychology and in particular the psychology of sport, or think I get the sense that it covers just this subject over the course of coaches. Today it left little doubt about the importance of Sport Psychology, and as such I think it would make sense that "discipline" be dealt with more time or give it more emphasis.
I know they have to meet schedules and course loads, but it is always possible to adjust the distribution of materials, taking into account its significance and importance.
In conclusion, I here a critique that I hope will be constructive. It is not understandable, at least on my part, who during these courses, little or nothing in terms of addressing gender issues in our sport. These courses do not form only coaches to guide teams of men.
Source: Personal opinion of Helder Antunes

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

CARTÃO AMARELO, HÓQUEI EM PATINS FEMININO E BEBIDAS ENERGÉTICAS

Helder Antunes
Treinador de Hóquei em Patins - Nível 3
Administrador do Blogue THP
Durante esta semana a nossa caixa de correio electrónico recebeu algumas perguntas de alguns leitores do blogue THP. Em vez de responder via e-mail, optamos por responder a essas questões aqui mesmo no blogue THP.
Concordas com o “desaparecimento” do cartão amarelo no Hóquei em Patins?

Helder Antunes (HA) – Não concordo. Penso que na nossa modalidade o cartão amarelo deveria ser mantido. Aliás somos uma das poucas modalidades onde o cartão amarelo não existe. O cartão amarelo é um cartão de advertência, logo faz todo o sentido existir numa modalidade como a nossa, onde jogamos a grandes velocidades e com contacto físico.
Se um jogador comete uma falta “normalíssima” tem de ser advertido e não suspenso, ficando a sua equipa ficar em inferioridade numérica. É que este tipo de decisões influencia o desenlace de um jogo.
À 2ª advertência, o jogador seria suspenso.
Para o treinador também seria mais fácil realizar a gestão da sua equipa.
Nunca percebi a relação da inexistência do cartão amarelo com a redução do jogo violento. É que para mim é simples, há jogo violento mostra-se o cartão vermelho ou azul mediante a situação.
Se o cartão azul existisse iria também facilitar muito a tarefa das equipas de arbitragens. Actualmente vê-se cartões azuis a serem mostrados por faltas “demasiado leves”, onde o cartão amarelo se aplicaria muito bem e vê-se também o inverso onde o jogador provoca uma falta grave e não lhe é mostrado o cartão azul. Isto porquê? Porque as equipas de arbitragem não são todas iguais a analisar os lances, apesar das regras serem iguais para todos e, a ausência do cartão amarelo para ser mostrado provoca esta discrepância nas decisões. Muitas vezes o que hoje é ajuizado de uma forma, no próximo jogo é de outra.
Se me perguntares se concordo por exemplo com a inferioridade numérica aquando da mostragem de um cartão azul ou vermelho, aí digo-te claramente que sim.


Treinar hóquei em patins masculino é diferente de treinar feminino?

HA – É diferente, tal como é diferente treinar-se benjamins masculinos de juniores ou seniores masculinos, bem como é diferente treinarmos uma equipa sénior masculina com um média de idades de 30 onde a maior parte é trabalhador e casado, de treinarmos uma equipa sénior masculina onde a média de idades ronda os 21 e a maior parte dos jogadores são solteiros e estudantes.
Temos sempre de ter em conta o género e a idade das equipas que treinamos. Nós treinadores temos de ter a capacidade de nos adaptarmos e de sabermos comunicar para o nosso grupo de trabalho. Isso é fundamental na minha opinião e cabe ao treinador estar preparado para tal.
Se um treinador pensar que treinar feminino é como treinar masculino estará a cometer o seu 1º grande erro.
Se a questão for no sentido de ser mais ou menos aliciante do que treinar masculino, penso que cabe a cada treinador experimentar e só depois formular a sua opinião.
Eu como já tenho experiência de feminino e masculino em todos os escalões e divisões afirmo que para mim é aliciante e enriquecedor ser treinador de feminino, mas que é diferente é, não tenho dúvidas.
Depois depende também da definição de cada um de nós para “aliciante”. Se o “aliciante” for no sentido de jogo de muita velocidade e de jogo técnica e tacticamente muito evoluído, aí o hóquei feminino não é “aliciante”, mas de outros pontos de vista que só quem passa pela experiência sabe, não tenho dúvidas que o hóquei em patins feminino é aliciante.

A minha opinião de treinador acerca das bebidas energéticas na competição?

HA – Não tenho dúvidas acerca dos benefícios das bebidas energéticas, mas também não tenho dúvidas que a água antes e durante a competição é o melhor, ou o mais indicado. Depois da competição a história poderá ser diferente.
Penso que a água é a bebida mais indicada, desde que bebida racionalmente e acima de tudo desde que bebida quando os jogadores não têm sede. É importante um treinador “educar” os jogadores a saberem beber água quando não têm sede, quer seja antes ou durante um treino, ou um jogo.