quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

A INFLUÊNCIA DOS PAIS NO RENDIMENTO DA CRIANÇA EM COMPETIÇÕES


Daniel Leite Portella
(Língua: Português do Brasil)
Pode-se observar assim, que os pais através do modo como mantém o contacto com os filhos, marca o relacionamento social e o desenvolvimento emocional da criança posteriormente, portanto a criança sofre uma influência de primeira instância dos pais dentro de casa em relação a sua integração na sociedade (MACHADO 1997), o que poderá afectar seus relacionamentos mais tarde com companheiros na convivência social.
CRATTY (1984) diz que o pai constitui um agente facilitador das tendências biológicas à masculinidade para o menino, e a mãe um agente facilitador das tendências biológicas à feminilidade para a menina, ou seja os pais tornam-se um espelho para os filhos.
As observações de diferentes grupos de uma determinada sociedade (diferença essa que pode ter diversas origens, como por exemplo, nível sócio económico), mostra que a relação dos pais com os filhos, difere bastante, em vários aspectos, segundo POSTER (1979), em qualquer cultura o tipo de educação que cada pai confere a seu filho, acaba interferindo e se correlacionando com a personalidade da criança, sendo alguns pais autoritários, outros liberais, e assim por diante.
OLIVEIRA (1994), cita diversos estilos educativos. Esses estilos são basicamente divididos em dois eixos: o eixo amor versus hostilidade e o eixo autonomia versus controle. A partir desses eixos conjugados entre eles, pode haver a possibilidade da formação de outros estilos educativos. Outro fato citado pelo autor, é a exigência dos pais versus resposta dos filhos, o que acontece a maioria dos conflitos, pois, quando um exige um certo nível de cobrança o outro responde abaixo do esperado; podendo assim haver uma interpretação errónea da situação gerando um conflito que pode ter consequências não esperadas no que tange o relacionamento não só entre eles mas, com os demais.
O filho - atleta e sua relação com a torcida familiar
Se pararmos para observar, poderemos indagar se a criança quando nasce já não está inserida em uma competição, a competição da vida, e com o decorrer só há o acúmulo de mais competições. Segundo DE ROSE (1992), competir não é uma coisa negativa como alguns pensam, sempre que há competição, constrói - se a imagem da vitória para uns e derrota para outros e o derrotado fica, geralmente, arrasado, mas, o autor afirma que o objectivo da competição é atingir o seu melhor resultado e nem sempre esse melhor resultado significa a vitória.. Os pais podem ter uma importância muito grande na qualidade das experiências competitivas de seu filho (BARBANTI 1992), essa qualidade está ligada ao tratamento que o pai confere ao seu filho quando ele ganha ou quando ele perde. Baseado em COZAC (2001) podemos dizer que o filho, em muitos casos, é uma "extensão narcísica" dos pais e este fato pode gerar muitas desavenças dentro de casa como comparações entre um e outro, tanto no caso do sucesso como no caso do fracasso.
LA TORRE (2001) sugere que pressões impostas a crianças, seja ela por qualquer motivo, pode dar origem ao chamado "burnout", que é a desistência da vida desportiva pelo atleta-criança.
Porém, se falamos da pressão que os pais exercem sobre os filhos, podemos imaginar que esse rendimento pode ser afectado por essa possível pressão dos pais. Para analisarmos melhor esse problema da falta de incentivo e o problema da possível pressão dos pais podemos citar LATORRE (2001) que aponta algumas classificações de pais e suas características em relação a vida competitiva dos filhos:
· Os desinteressados - pais que costumam se ausentar das competições do filho ou por desinteresse ou porque tem algo "mais importante" para fazer.
· Os pais "úteis" - incentivam a participação dos filhos nas competições de forma positiva.
· Os excessivamente críticos - sempre criticam o filho nunca estando satisfeito com seu desempenho.
· Os vociferantes - ficam alterados durante as competições, gritam, gesticulam e chegam as vezes a ficar agressivos.
· Os "técnicos" - têm a impressão de serem os donos do time dão instruções aos atletas passando até por cima das instruções do técnico.
· Os superprotetores - têm medo de ver seus filhos em competições por inúmeras razões e insegurança, isso pode ser transmitido para os filhos.
Como afirmou BARBANTI (1992), para esses pais críticos, vociferantes e técnicos; as crianças são vistas como adultos em miniatura, pois, a pressão sofrida pela criança é equivalente a de um adulto. Segundo MEDINA (2000), essa cobrança de resultados nada mais é do que um reflexo da cobrança exercida na categoria principal onde os atletas já são adultos.
MACHADO (1997), afirma que segundo pesquisas feitas por ele entre pais e filhos- atletas, foi constatado que um atleta pode sentir-se incomodado com a presença dos pais na torcida. Ele ainda coloca que esse incomodo gerado, tem algumas explicações na literatura como; as atitudes exageradas dos pais na torcida; a relação entre eles, pais e filhos, ser conturbada dentro de casa por algum motivo não necessariamente ligado ao fato da criança ser atleta; algum trauma de infância que seja projectado no pai ou na mãe e o próprio silêncio dos pais durante a competição.
OLIVEIRA (1994), constata uma consequência citada anteriormente por MACHADO (1997): o silêncio dos pais. Esse silêncio pode demonstrar desinteresse dos pais sobre o filho e sua actividade.
A idade da criança também interfere quando se fala de influência dos pais. Em alguns países, a idade para iniciação de uma criança à competição chega a ser de três anos (nos Estados Unidos) dependendo da modalidade. Na maior parte dos países industrializados essa idade é entre seis e sete anos. Entretanto há estudos dizendo que a criança até doze ou treze anos é um reflexo do meio em que está inserido (PHILIPPI, 1992), e o meio de maior influência nessa idade é o meio familiar onde os alicerces são os pais. Portanto, os pais podem exercer uma influência mais forte sobre a criança e quem sabe inserir na criança o pensamento que abordamos anteriormente sobre o melhor resultado nem sempre ser a vitória ou aquela política de resultados e vitórias.
Ao pensarmos na auto-estima da criança com relação á vitória ou derrota, podemos ver o que decorre BECKER (2001) vencer um adversário demasiadamente fraco não aumenta a auto-estima do vencedor, porém, o perdedor fica humilhado e sua auto-estima é reduzida.
Um estudo realizado por SIMÕES et al (1999), faz uma correlação sobre uma outra variável nessa relação pais e filho - atleta: o sexo do filho. A mãe não exerce influência significativa sobre o filho ou a filha; em compensação o pai exerce grande influência sobre o filho e muito menos sobre a filha, mas mantém um grau de exigência de moderado para alto.
Sempre que falamos dessas relações pais e filhos-atletas, não podemos esquecer de fazermos pontes com as transformações que houveram na família, a evolução dessa relação intrafamiliar, a formação cultural dessa família e outros pontos que são influenciadores directos no rendimento e comportamento do pequeno atleta diante da pressão imposta de uma forma ou de outra pelos pais.
Conclusão
Como pudemos observar nesse estudo, a família passou por transformações que causaram mudanças em seu relacionamento intrafamiliar e consequentemente alteraram as relações dos pais com os filhos sendo essa relação pais-filhos de suma importância para o rendimento do atleta-criança.
As várias condutas nos diferentes tipos de relacionamentos entre pais e filhos vão definir se essa relação é benéfica ou maléfica para o desempenho da criança dentro de uma competição. São muitos os factores que podem exercer influência sobre a criança e no seu rendimento, mas especificamente a influência dos pais é bem significante principalmente quando o filho está iniciando-se no desporto. A ideia de que a competição tem como objectivo atingir seu melhor resultado que nem sempre é a vitória (DE ROSE, 1992), deve ser analisado como uma possível influência positiva que os pais podem passar para a criança.
Espero poder ajudar alguns pais e profissionais da área de treinamento, reflectir sobre suas atitudes no relacionamento com as crianças, no que tange à vida desportiva da mesma para que ela possa atingir o objectivo dela.
Fonte: Daniel Leite Portella, 2003. http://www.efdeportes.com/ Revista Digital - Buenos Aires - Año 8 - N° 57.

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sábado, 18 de dezembro de 2010

PERFIL DO GUARDA-REDES DE HÓQUEI EM PATINS - RUI AMORIM, 2008


Estudo da aptidão física em hoquistas com idades compreendidas entre os 14 e 16 anos, na posição de guarda-redes
RESUMO
O objectivo da nossa investigação tem como base, obter o perfil do guarda-redes de hóquei em patins, nas idades compreendidas entre os 14 e os 16 anos, através da análise das variáveis estatura, massa corporal, índice de massa corporal, força média, força inferior e força superior, potência anaeróbia, potência aeróbia, velocidade e aptidão desportiva e motora pelo teste de velocidade em patins.
A amostra é constituída por 30 jovens hoquistas do escalão de juvenis, pertencentes a vários clubes nacionais, ocupando a posição de guarda-redes e que no seu percurso realizaram avaliações no laboratório de Biocinética da Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física da Universidade de Coimbra.
Com os resultados obtidos neste grupo, podemos observar que os guarda-redes em valores médios apresentam uma estatura de 172,7 cm e massa corporal de 68,8 kg, apresentam uma potência anaeróbia máxima absoluta de 514,8 watts e realizam em média 68,6 percursos no PACER.
No que concerne aos testes de força, nos sit-ups realizam 36,87 repetições e na impulsão horizontal atingem em média 195,5 cm.
Concluímos com estes resultados que os guarda-redes são classificados como sendo menos aptos nas provas de força que impliquem movimentos dinâmicos (impulsões, sit-ups, lançamento da bola), e deslocamento do corpo (corrida 25 metros e Pacer), apesar de na potência anaeróbia máxima obterem os melhores resultados, através da prova Wingate.
(...)
CONCLUSÕES
O presente estudo permite-nos elaborar o seguinte quadro de conclusões:
- Com os resultados obtidos neste grupo, podemos observar que os guarda-redes em valores médios apresentam uma estatura de 172,7 cm e massa corporal de 68,8 kg, apresentam uma potência anaeróbia máxima absoluta de 514,8 watts e realizam em média 68,6 percursos no PACER. No que concerne aos testes de força, nos sit-ups realizam 36,87 repetições, na impulsão horizontal atingem em média 195,5 cm e no lançamento da bola de 2 kg alcançam 7,74 m.
- O esforço do guarda-redes de Hóquei em Patins é caracterizado como sendo predominantemente anaeróbio, quer aláctico quer láctico.
- Os guarda-redes são classificados como sendo menos aptos nas provas de força que impliquem movimentos dinâmicos (impulsões, sit-ups, lançamento da bola), e deslocamento do corpo (corrida 25 metros e Pacer), apesar de na potência anaeróbia máxima obterem os melhores resultados, através da prova Wingate.
- Referente aos valores normativos, podemos concluir que:
75% dos juvenis de nível nacional pesam mais de 64,4 kg e medem mais de 168,3 cm, 50% têm o índice de massa corporal superior a 22,8 kg/m²;
mais de 25% apresentam uma potência anaeróbia máxima absoluta superior a 578,7 watts e realizam mais de 77 percursos no PACER;
em relação à aptidão motora específica, 25% realiza menos de 4.13’’ na corrida 25 metros com patins e 4,34’’ na corrida de 25 metros com patins e bola.
Expostas que estão as conclusões, achamos pertinente referir algumas recomendações e sugestões que possam continuar a desenvolver as linhas de pesquisa do estudo:
- Repetir as linhas de pesquisa deste estudo em escalões mais baixos, nos infantis (11-12 anos de idade) e nos iniciados (13-14 anos de idade).
- Implementar as linhas deste estudo para atletas do sexo feminino.
- Efectuar o mesmo estudo com uma amostra relativamente maior, para obter resultados mais conclusivos.
Fonte: AMORIM, Rui, 2008. Perfil do Guarda-Redes de Hóquei em Patins: Estudo da Aptidão Física em Hoquistas com Idades Compreendidas entre os 14 e 16 Anos, na Posição de Guarda-Redes, FCDEF, Universidade de Coimbra

Trabalho Completo: AQUI

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

VÍDEOS - TREINO ESPECÍFICO DE GUARDA-REDES - HÓQUEI EM PATINS

VÍDEO 1





VÍDEO 2





VÍDEO 3





VÍDEO 4





VÍDEO 5





Fonte: Vídeos retirados do Youtube

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

DEFINIR CONTRA-ATAQUE (CA), ATAQUE RÁPIDO (AR) E POSSE DE BOLA (PB) NO HÓQUEI EM PATINS - HÉLDER ANTUNES


Opinião de Hélder Antunes
No seio da classe dos treinadores de Hóquei em Patins, criou-se nos últimos anos algumas definições de Contra-Ataque (CA), Ataque Rápido (AR) e Posse de bola (PB), com as quais eu não concordo.
Muitos treinadores de Hóquei em Patins, de uma forma muito simplista definem CA como um ataque em superioridade numérica, AR como um ataque em igualdade numérica e PB como manter a posse de bola em poder de uma equipa por um determinado período de tempo.
Pessoalmente, penso que isto são definições rudimentares e baseadas em referências bibliográficas de outras modalidades que porventura não se adequam minimamente ao Hóquei em Patins.
Não percebo porque se diz que o Hóquei em Patins é muito único para umas coisas e muito diferente das outras modalidades e quanto toca a definir determinadas situações acabamos sempre por ir buscar essas definições às outras modalidades.
Até algumas das novas regras foram inspiradas claramente noutras modalidades. Porventura não somos assim tão únicos…
Penso também que todas as definições que são baseadas em autores sem estudos científicos realizados e que não são publicados em revistas de referência, não merecem atenção por parte de nós treinadores de Hóquei em Patins, ou qualquer outro agente da modalidade.
Se não temos bibliografia ou referências recentes sobre determinadas situações, só nos resta estudar a modalidade de forma objectiva, coerente e cientificamente testada ou aprovada, para que possamos criar leis “universais” para o Hóquei em Patins. Assim poderemos dizer de forma válida que A é maior que B no Hóquei em Patins…
Citar ou referenciar referências de livros, na minha opinião, não tem grande validade. Digo isto baseado na fundamentação que num livro, por muito bom que seja o autor desse livro, o mesmo não passa de um livro que qualquer um pode escrever e dizer o que lhe “apetecer”. O mesmo em relação ao que se escreve num blogue como este.
Podemos dizer e escrever o que quisermos, mas em termos de validade científica, quer livros, quer blogues, não têm muita validade ou não têm qualquer validade. Assim, não poderemos ter definições objectivas para a modalidade.
Se estivermos a basear as definições em referências bibliográficas recentes, com estudos de Hóquei em Patins realizados e comprovados cientificamente por revistas da área, a história será certamente outra. Haverá credibilidade.
Resumindo, não concordo minimamente que se queiram realizar “leis” ou definições para o Hóquei em Patins, sem que sejam bem fundamentadas do ponto de vista científico. Caso contrário não terá qualquer validade.
Assim sendo, penso que no Hóquei em Patins actual definir CA e AR em função da relação numérica é errado. Temos de ter em conta outros aspectos essenciais que vão ao encontro das especificidades do Hóquei em Patins.
Começando pela definição de PB, penso que no Hóquei em Patins actual esse é um termo que não interessa definir, uma vez que a posse de bola excessiva pode significar infracção das regras de jogo devido aos 45 segundos que cada equipa dispõe para atacar a baliza adversária. E se a olho nu qualquer pessoa diz que o Hóquei em Patins está mais rápido, logo isto é proporcional ao aumento de CA e AR. Penso que até em termos estatísticos, dada a conjectura actual, retirar dados acerca da PB não tem muito ou qualquer significado. Os dados que daí vierem em nada ou pouco poderão contribuir para o que quer que seja.
Logo, actualmente para mim enquanto treinador de Hóquei em Patins, não tenho interesse em definir PB, nem mesmo em contabilizar a mesma.
Penso que os mais importantes são os CA e os AR devido às características do jogo actual.
Para mim, CA, independentemente da relação numérica, é sempre que uma equipa recupera a posse de bola no seu meio-campo defensivo e tenta de forma rápida, aumentando a velocidade de condução de bola ou de passe, ou de desmarcação do jogador sem bola, progredir de forma objectiva no sentido da baliza adversária com o objectivo claro finalizar para golo.
Tudo esta minha definição não está relacionada com a disposição numérica e o que vem em alguns livros a mim não interessa.
Vejamos. Como podemos considerar uma situação de CA somente por atacam 2 para 1 (superioridade numérica), mas a velocidade de execução diminui e não há intuito de atacar a baliza adversária. Será isso um CA? Para mim não é CA. E se um jogador recupera a bola, progredi de forma rápida, ultrapassa dois adversários e concretiza em golo a jogada, a mesma já não é considerada CA só porque vai em inferioridade numérica? Claro que não. Pode estar em inferioridade numérica (1*2) e realizar na mesma um CA com/sem êxito de finalização.
Penso também é que esta definição rudimentar de CA ser sempre que há superioridade numérica é uma forma de simplificar as estatísticas de jogo e depois é claro, recolhemos dados que não correspondem à realidade do jogo de Hóquei em Patins e criam-se mitos que não correspondem às características reais da modalidade.
Para mim, situações de 1*2, 1*1, 2*2, 2*3, 3*3, 3*2, 3*1, 2*1, 4*3, 3*4, 4*4, 2*4, 4*2, etc., são todas situações de CA, desde que todas essas situações sejam realizadas com o intuito de atacar rapidamente a baliza adversária e o seu inicio seja no meio-campo defensivo.
Em relação ao AR, não concordo que seja definido como uma situação de igualdade numérica. Mais uma vez, e tal como o nome indica, penso que AR é sempre que uma equipa tem a posse de bola no seu meio-campo ofensivo e inicia um ataque à baliza adversária, seja ele com aumento da condução de bola, com um remate, com aumento da velocidade do jogador que progredi com ou sem a bola, etc. Ou seja, sempre que uma equipa tenta “surpreender” o adversário com o objectivo claro de concretizar a situação executada em golo.
De que me serve a relação numérica para definir AR se outros atributos não estão subjacentes a execução de AR? Não servem de nada na minha opinião.
Mais uma vez reforço a minha opinião no sentido de que se definirmos CA e AR tendo somente em conta a relação numérica, estamos muito longe da realidade e só estamos a facilitar as “coisas” em termos estatísticos.
Penso até que a relação numérica não é muito importante para definirmos CA e AR. De que nos adianta ter superioridade numérica no caso do CA ou igualdade numérica no caso de AR se em ambas as situações as jogadas forem executadas de forma lenta, sem grande progressão no terreno e sem o objectivo de atacar a baliza? Não podemos dizer que só porque vai em superioridade numérica é uma situação de CA, ou igualdade numérica um AR…
Muitas vezes ataca-se em superioridade numérica e “congela-se” a bola sem atacar a baliza. Isso não é CA na minha opinião.
Esta não passa da minha opinião e tal como disse anteriormente esta minha opinião não vale nada, pois é escrita num blogue e não tem qualquer validade. Para ter validade há que estar comprovada e devidamente publicada.
No dia em que vir um estudo deste âmbito publicado numa revista da área sobre a definição de CA e AR no Hóquei em Patins e a dizer que CA e AR estão directamente ligados à relação numérica, não terei qualquer problema em mudar de opinião e expressa-la aqui.Até lá, não posso aceitar que me “vendam” o que está nos livros… Livros esses que qualquer um pode escrever e nem sequer são referentes ao Hóquei em Patins na maior parte das vezes…
Opinião pessoal de Hélder Antunes

sábado, 4 de dezembro de 2010