terça-feira, 27 de dezembro de 2011

DESEJOS PARA 2012


O blogue THP - Treinadores de Hóquei em Patins - deseja a todos os seus leitores e seguidores um 2012 repleto de êxitos.

Desejamos também que 2012 seja um ano de afirmação para o Hóquei em Patins. É também nosso desejo que em 2012 surjam espaços semelhantes e melhores que o blogue THP. Relembramos que o objetivo do blogue THP é atingir as 0 (zero visitas), sendo isso um sinal que existirão melhores espaços do que este e, que a nossa "missão" chegou ao fim.

Continuamos convictos que estamos condenados ao fracasso. Só nos falta saber a data.

Voltamos no dia 3 de Janeiro de 2012 com mais publicações e podemos desde já adiantar que estão já asseguradas mais de 5 publicações para o mês de Janeiro.

Felizes Entradas em  2012,


O Administrador,

Hélder Antunes

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

MENSAGEM DE NATAL 2011 DO BLOGUE THP (TREINADORES DE HÓQUEI EM PATINS)


O blogue THP (Treinadores de Hóquei em Patins) deseja a todos os seus leitores e a todos os agentes diretos ou indiretos do Hóquei em Patins um Santo e Feliz Natal na companhia das pessoas que vos são mais queridas.

O blogue THP deseja ainda um ano de 2012 repleto de êxitos e sucessos a todos os níveis e espera sinceramente que o Hóquei em Patins continue ascendentemente a promover-se. Com um pouco de esforço por parte de todos, 2012 poderá ser o ano do Hóquei em Patins fazer a diferença e voltar a estar no lugar que sempre mereceu estar.

Por esta quadra festiva ser uma quadra dedicada à família e aos amigos e uma vez que os campeonatos estão parados, o blogue THP dá o exemplo, dedicando-se à família e aos amigos nesta quadra e voltará em 2012 com mais forças para continuar.

UM FELIZ NATAL E UM ÓTIMO 2012 A TODOS

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

HÓQUEI EM PATINS AO MAIS ALTO NÍVEL - "ESPECIALIZAÇÃO DESPORTIVA EM JOVENS HOQUISTAS MASCULNOS" - PROF. DOUTOR VASCO VAZ

No passado dia 14 de Dezembro de 2011, na Sala dos Capelos da Universidade de Coimbra prestou provas de doutoramento na especialidade de Ciências do Desporto, o agora Professor Doutor Vasco Parreiral Simões Vaz apresentando a tese com o titulo “Especialização Desportiva em Jovens Hoquistas Masculinos – Estudo do jovem atleta, do processo de selecção e da estrutura do rendimento”. O júri foi presidido pelo Prof. Doutor António José Barata Figueiredo e contou com a presença do Prof. Doutor Pedro Mil-Homens da Faculdade de Motricidade Humana de Lisboa, Prof. Ramiro Rolim da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto, Prof. Doutor Alberto Areces Gayo da Universidade de Corunha, Prof. Doutor Manuel João Coelho e Silva, Prof. Doutor Amândio Santos e Prof. Doutor Paulo Coelho este últimos da Faculdade de Ciências do Desporto da Universidade de Coimbra. Por unanimidade foi atribuído o Grau de Doutor em Ciências do Desporto com a APROVAÇÃO COM DISTINÇÃO E LOUVOR. Pela primeira vez o Hóquei em Patins é estudada ao mais alto nível do ensino, com um passado também dedicado ao estudo da modalidade o que prova as teses finais de licenciatura e mestrado, aliado ao seu passado como jogador, como treinador de várias equipas nacionais e como seleccionador nacional de Juvenis e Juniores, onde tem no seu currículo vários títulos europeus e um titulo mundial na categoria de Juniores este investigador tem dedicado grande parte da sua vida académica e desportiva ligado à modalidade. Não é do nosso conhecimento que exista mais alguma tese de doutoramento feita na modalidade, sendo assim esta é a primeira a abordar o hóquei em patins. Neste momento o Prof. Doutor Vasco Vaz exerce a sua função de treinador na equipa Sénior do Hóquei Clube da Mealhada.


O blogue THP (Treinadoresde Hóquei em Patins) felicita publicamente o Prof. Doutor Vasco Vaz pelo seu trabalho, estudo e investigação em prol do Hóquei em Patins.

Brevemente contamos publicar aqui no blogue THP partes do estudo realizado pelo Prof. Doutor Vasco Vaz.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

O PSICÓLOGO DO DESPORTO.


O Psicólogo do Desporto

O Professor José Cruz, da Universidade do Minho, em 1996, afirmou que “o contexto desportivo é uma «sub-cultura» com uma linguagem e  regras (formais e informais)  muito próprias e com características totalmente diferentes dos outros contextos de  intervenção do psicólogo”. 
Parece claro que, nem qualquer pessoa está habilitada académica e/ou pessoalmente para ser e estar como psicólogo em contexto desportivo. O psicólogo do desporto é, estritamente, um/a licenciado/a em psicologia – logo, exclui-se outra licenciatura que não seja a anteriormente mencionada. Mas somente a licenciatura não é suficiente. A pessoa licenciada em psicologia para ser psicólogo do desporto deve cursar pelo menos uma especialização em PD – um mestrado ou doutoramento – e, acrescente-se, ter um conhecimento suficiente da/das modalidade/s desportiva/s em que vá intervir.

Cumpridos os anteriores requisitos, o psicólogo do desporto está capacitado para realizar as seguintes funções:
1. Avaliar e diagnosticar pessoas e situações;
2. Planificar e assessorar pessoas e organizações (clubes, sociedades, associações, e federações desportivas);
3. Intervir em consonância com o treinador na modalidade desportiva e na optimização da sua prática;
4. Educar e formar as demais pessoas implicadas na actividade desportiva a qualquer nível (atletas, treinadores, dirigentes, árbitros, pais);
5. Investigar a realidade desportiva.

Ora, através do anteriormente escrito, podemos facilmente diferenciar determinados términos e funções que o contexto sócio-cultural costuma confundir e sobrepor. Posto isto, importa afirmar que a Psicologia é constituída por várias áreas e disciplinas, com constructos teóricos próprios e aplicações e intervenções diferenciadas. Portanto, a Psicologia Clínica ocupa-se dos aspectos patológicos do comportamento humano, e esta, é somente uma das áreas da Psicologia. Neste sentido, a visão do atleta no divã é completamente desadaptada da realidade da intervenção e prática da PD. Nesta perspectiva, o psicólogo do desporto é um preparador e assessor psicológico.

O treino dos factores psicológicos numa organização desportiva

Os factores psicológicos são treináveis, tais como, os factores físicos, técnicos e tácticos.
Por conseguinte, o psicólogo, tal como o preparador físico, o fisioterapeuta, o médico ou o roupeiro deverá trabalhar em consonância com o treinador. A avaliação das necessidades depende de factores situacionais que deverão ser identificados e trabalhados. Algumas das habilidades psicológicas básicas mais comummente trabalhadas directamente com os atletas são as seguintes: nível de activação, atenção e concentração, motivação e auto-confiança, controlo emocional, tomada de decisão, estratégias de confronto competitivo e relações interpessoais. Algumas destas características poderão ser trabalhadas individualmente ou em grupo.
Por outro lado, o psicólogo poderá realizar uma intervenção indirecta. Isto é, o psicólogo intervém junto do treinador, de forma a criar um ambiente psicológico positivo, que propicie a optimização do rendimento e bem-estar da equipa. Neste caso, a intervenção dirigir-se-á para a optimização de componentes como a liderança, a comunicação, e a motivação no treinador (e.g. organização das palestras, comunicação nos treinos e jogos, relação com a imprensa, etc.).

Alguns mitos da intervenção do psicólogo em contexto desportivo

O psicólogo é a mesma coisa que um bruxo. Incrivelmente, há quem ainda compare… E existe quem ainda procure milagres no desporto. Mas a psicologia é uma disciplina científica, e como tal, não faz milagres. Se alguém está á espera que o técnico em psicologia faça milagres, é melhor contratar o bruxo. Será que algum treinador, preparador físico, médico, fisioterapeuta, ou até mesmo, um atleta é contratado para fazer milagres?

O psicólogo é para os malucos, e na equipa ninguém é maluco. Importa afirmar que a Psicologia Geral é constituída por várias áreas e disciplinas, com constructos teóricos próprios e aplicações e intervenções diferenciadas. Portanto, a Psicologia Clínica ocupa-se dos aspectos patológicos do comportamento humano, e esta, é somente uma das áreas da Psicologia. A Psicologia do Desporto é uma disciplina científica que utiliza técnicas e aplicações psicológicas para a optimização do rendimento e bem-estar de atletas e demais agentes desportivos (treinadores, dirigentes, árbitros). Logo, como objecto de estudo, o comportamento normal, de pessoas normais e em situações normais. O objectivo será ajudar os atletas e treinador a atingir as etapas a que se propõe, promovendo ao máximo o rendimento desportivo.  

Não precisamos de psicólogo. A psicologia é com o treinador. O treinador é uma figura essencial na vida de qualquer atleta e, muitas vezes, tem a responsabilidade de os preparar psicologicamente. Não duvidemos de que o treinador tem que saber muito de psicologia para ser bem sucedido. Mas, não é psicólogo. As competências do treinador deverão abranger algumas áreas importantes específicas ao contexto desportivo – princípios de preparação física, conceitos básicos de medicina e fisioterapia, gestão, psicologia e outros. No entanto, o treinador não poderá substituir todos os técnicos especializados em qualquer destas áreas. Neste caso, se um atleta tiver uma lesão nos ligamentos cruzados, não compete ao treinador realizar a intervenção cirúrgica. Da mesma forma que o treinador deverá dominar alguns conceitos de psicologia, mas a sua competência, naturalmente, tem um limite. O psicólogo não consegue substituir o treinador, e o treinador não substitui o psicólogo. Mas, o treinador é o líder de uma equipa, e a ele cabe-lhe organizar uma equipa técnica que possa melhorar o rendimento dos atletas da equipa – preparador físico, fisioterapeuta, psicólogo, etc.

A psicologia do desporto é só para os atletas do Alto Rendimento. Os atletas de elite, que competem ao mais alto nível desportivo, obviamente, devem ter uma preparação psicológica adequada para a optimização do rendimento desportivo. No entanto, a aplicação dos conceitos psicológicos no desporto não se cinge aos atletas seniores ou de alto rendimento. Aliás, os mais jovens, tal como os treinos da técnica e da táctica desde a etapa da iniciação até à especialização, deverão ter uma preparação psicológica por etapas.

O psicólogo é um avaliador. Só passa testes. Existem dois tipos de psicólogos. Os psicólogos que passam testes e os psicólogos que fazem uso eventual de questionários para acederem a variáveis que, de outra forma, teriam mais dificuldade para aceder.
Considerando que a utilização de questionários no desporto, no âmbito aplicado, poderá tornar-se maçadora e, muitas vezes, sem resultados diagnósticos credíveis, a avaliação psicológica deverá realizar-se através da observação e/ou da entrevista. Sabendo de antemão que, para qualquer intervenção, ter-se-á que fazer um diagnóstico avaliativo, o papel do psicólogo nesta situação é a de estar no campo, equipado, tal como a equipa técnica, de bloco na mão a tirar notas, a trocar opiniões, a retirar informações das várias pessoas da instituição desportiva, etc. No entanto, o trabalho de gabinete é, por vezes, necessário. Para realizar uma entrevista aos atletas ou ao treinador, para trocar opiniões privadas ou até para trabalhar os resultados obtidos.

Para quê o psicólogo? Os jogadores já nascem com as características psicológicas. As competências psicológicas não são inatas, mas aprendidas. E, portanto, poderão ser treinadas. Talvez, reflexo de se pensar que o jogador já nasce, que existe uma componente genética que é responsável por tudo, se pense que a dimensão psicológica seja a mesma questão. Não é verdade. As competências psicológicas são alvo de desenvolvimento. De forma similar ás componentes táctica, técnica ou física, que são treináveis, que podem evoluir e/ou regredir consoante o nível de prática e de treino, a componente psicológica apresenta as mesmas características. Por isso, por vezes, é injusto para qualquer atleta ser acusado de falta de concentração. Já alguma vez lhe deram estratégias para se poder concentrar? Aliás, ele sabe o que é a concentração?

Concluindo…

A dimensão psicológica, muitas vezes, é incompreendida. Por isso, alguns mitos irracionais face o desconhecimento. Sabemos que estamos perante um campo inexplorado no desporto. E, também sabemos, que quem souber explorar convenientemente esta componente no treino, será mais bem sucedido do que os outros no desporto.


Fonte: Pedro Teques - Departamento de Psicologia e Comunicação da APEF- “A importância da Psicologia no Desporto

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

MAIS FORMAÇÃO: MONOGRÁFICO INICIACIÓN AL PATINAJE ESCOLAR - PONFERRADA - NAVIDAD 2011


Para mais informações, basta clicar em cima da imagem e realizar download do documento.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

CURSO DE PREPARAÇÃO FÍSICA DE HÓQUEI EM PATINS


Información General

Duración: 100 horas
Fecha de inicio: 1 Febrero 2012
Plazo:6 meses
Materiales: Material online
Metodología: Online
Certificado: IIDCA, Alto Rendimiento
"Especialista en la preparación física de hockey patines"

Objetivos del curso

  • - Orientar y guiar a los cursantes en el conocimiento teórico-práctico del hockey patines.
  • - Capacitar al alumno para ser más efectivo en la mejora del rendimiento del jugador de hockey patines.
  • - Distinguir y aplicar los diferentes métodos de entrenamiento de las distintas capacidades físicas (resistencia, fuerza, flexibilidad y velocidad) de forma apropiada.
  • - Interpretar los fundamentos teóricos en los que se basan las distintas unidades básicas de planificación aplicadas en el hockey patines (sesión, microciclo, mesociclo, macrociclo).
  • - Emplear el conocimiento de la evolución de las capacidades físicas mediante la maduración biológica y el entrenamiento para planificar la carrera deportiva del jugador de hockey patines.
  • - Diferenciar los distintos tipos de fatiga y tener un conocimiento preciso de las causas y factores desencadenantes de la misma, así como saber algunos medios y métodos para recuperación del jugador de hockey patines.

Al finalizar el curso el alumno será capaz de:

  1. Conocer en profundidad la teoría que sustenta al entrenamiento deportivo, especialmente en la preparación física del hockey patines.
  2. Utilizar correctamente la metodología específica para el entrenamiento del jugador de hockey patines.
  3. Articular de manera precisa la teoría y la práctica.
  4. Conocer los aspectos morfológicos y funcionales del organismo del jugador de hockey patines.
  5. Dominar los aspectos básicos sobre nutrición, hidratación, masaje deportivo, técnicas de recuperación, que el jugador de hockey patines profesional necesita.
  6. Conocer los principales protocolos de evaluación mayormente utilizados en el campo del hockey patines.
  7. Identificar el rol del psicólogo deportivo, analizar las conductas de los entrenadores y de los deportistas y utilizar efectivos programas de intervención que nos permitan detectar y resolver distintas problemáticas.
  8. Capacitar al alumno para definir, caracterizar y analizar desde los distintos aspectos al hockey patines.
  9. Conocer los secretos de la preparación física específica del jugador de hockey patines, dosificando correctamente las cargas y aplicando la periodización que la competencia requiera, utilizando eficazmente la más actualizada metodología.
  10. Conocer el papel específico del preparador físico de hockey patines en las diferentes situaciones y categorías que se puedan presentar.
Mais Informações AQUI

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

PROF. JORGE ARAÚJO – “GERIR É TREINAR”



Excerto de uma entrevista do Prof. Jorge Araújo ao Jornal Médico de Família (http://www.jmfamilia.com/)



Quais são os aspectos principais da direcção de equipas, nomeadamente ao nível da mobilização e motivação, acompanhamento, definição de objectivos, controlo de execução e melhoria contínua? É possível desenvolver competências de liderança sem treino e experiência?

JA - Ninguém nasce líder, por muitas que sejam as respectivas competências e personalidade. Para liderar de forma inspiradora e mobilizadora, temos que aprender a fazer, fazendo. Ninguém é excelente como líder, sem ter percorrido o "caminho das pedras", representado na frustração de errar, ou, pior ainda, de repetir a receita que recentemente teve sucesso e falhar. Liderar pessoas e equipas requer capacidades acima da média ao nível das relações interpessoais (individuais e colectivas), de forma a conseguir que os membros das equipas que dirige se empenhem, sejam eficazes e trabalhem em equipa. Liderar é uma responsabilidade, mais do que uma competência... A responsabilidade de ser um modelo e uma referência, de ganhar a confiança dos membros da equipa que dirige, sendo honesto e frontal, coerente, competente e, acima de tudo, preocupado com aqueles que dirige ... E também a responsabilidade de ver a sua autoridade reconhecida e não imposta, a responsabilidade de servir, mais do que servir-se, etc.
No que respeita à mobilização da motivação de pessoas e equipas, quem gere e lidera deve influenciar e inspirar aqueles com quem trabalha. Cerca de 80% dessa influência decorre do carácter que revela, dos valores que defende e prática, do exemplo e referência que constitui. Só 20% tem a ver com as competências que possui para gerir conflitos e o desempenho daqueles que dirige. O sentido que atribui às suas atitudes e comportamentos e os objectivos que persegue na vida, têm uma influência decisiva. Deve, por isso, definir bem os objectivos que persegue e envolver, previamente, os membros da sua equipa nessa definição.


Que outros factores influenciam o desempenho das equipas?

JA - Acima de tudo, o constante acompanhamento, feedback e coaching aos membros das equipas por parte de quem dirige. Sem isso, tudo o que se possa querer acrescentar, perde significado!


No interior da equipa, qual é a influência das competências dos vários elementos, não apenas em termos técnicos mas também na área comportamental? Para atingir os objectivos, é imprescindível que exista, entre todos os elementos, um bom clima social?

JA - No interior de uma equipa, tudo influi sobre tudo! A melhor definição que encontrei sobre esta interacção é da autoria de Olivier Devillard no livro A dinâmica das equipas: "Uma equipa apresenta sempre uma dupla natureza, humana e operacional. É um sistema cujas leis dinâmicas e processos naturais é preciso conhecer. No interior de uma equipa verificam-se interacções constantes que requerem ser conhecidos por quem dirige, pois constituem um rico filão de recursos capazes de contribuírem para cada vez melhores resultados. O funcionamento em equipa depende da forma como for dirigida. No interior de uma equipa, tudo age sobre tudo, funciona em círculo; cada movimento resulta do que ficou para trás e é a causa do que está para a frente. A equipa centra-se na tarefa (resultados objectivos) mas nunca pode esquecer as pessoas e a mobilização da sua motivação".


Qual é o papel do líder ao nível da mobilização e motivação da equipa, definição de objectivos, controlo de execução e melhoria contínua?

JA - Fundamental, imprescindível! Sem que isso obste a que os líderes que se prezam, saibam que terão feito tanto melhor trabalho, quanto menos as equipas precisarem deles.


Afirma que, numa equipa, "quem joga são os jogadores". Ou seja, mesmo com um líder brilhante, a equipa pode não ganhar?

JA - O mundo está cheio de líderes que se julgavam brilhantes, mas as respectivas equipas nunca jogaram nada, nem ganharam nada e, pior ainda, depois de esses líderes saírem, os respectivos jogadores estavam piores que quando eles iniciaram a sua tarefa de liderança.


E ser treinador dos melhores jogadores do mundo, é ponto assente para o sucesso?

JA - Obviamente que não! Por melhores que sejam os jogadores, é sempre fundamental existir quem cuide do colectivo, observe e dê feedback, intervenha e aja sempre que necessário em defesa do interesse colectivo, comunique com impacto, seja emocionalmente convincente e ajude constantemente os membros da equipa a uma dinâmica de melhoria contínua.


Para além da energia física, mental e emocional, dá muita importância à questão da "energia espiritual". Porquê?

JA - Porque são as nossas crenças, valores, princípios, sentido e objectivos de vida, representados nessa energia espiritual, que nos impulsionam para a superação das dificuldades com que nos deparamos e para termos uma atitude positiva perante qualquer dificuldade.


Quais são os "símbolos" da liderança? Por exemplo, o que significa a expressão um treinador sempre à janela?

JA - Um treinador sempre à janela é alguém muito atento à realidade que o rodeia e que faz uma recolha constante de informação e conhecimento. Um treinador farol é aquele que sabe que em determinados momentos (quando há bom tempo), a equipa precisa de espaço e tempo para fazer o que é necessário. Um treinador helicóptero é alguém que, consoante as circunstâncias e as necessidades da sua equipa, se afasta (levanta voo) para observar o todo, ou se aproxima para ajudar nas tarefas da equipa (aterra). Um treinador espelho é aquele que aprendeu a importância de dar e receber feedback (o espelho reflecte aquilo que é, não aquilo que gostávamos que fosse).


Qual é o papel do líder em momentos de grande tensão?

JA - Consoante as circunstâncias e os contextos em que a equipa se encontra, pertence ao líder dar à equipa aquilo que ela precisa. Ora, num momento de tensão, a última coisa de que uma equipa precisa é de um treinador igualmente tenso.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

VÍDEOS - TREINO ESPECÍFICO DO GUARDA-REDES DE HÓQUEI EM PATINS - 4 VÍDEOS NUM TOTAL DE 53 EXERCÍCIOS

Para visualizar em tamanho normal os vídeos, clique na opção "full screen" (canto inferior direito) de cada um dos vídeos

Vídeo 1 - 50 Exercícios
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Vídeo 2 - 1 Exercício
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Vídeo 3 - 1 Exercício
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Vídeo 4 - 1 Exercício
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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

CONTRIBUTO DIDÁTICO - AS TÉCNICAS - ERNESTO HONÓRIO


Após várias solicitações e após disponibilidade do autor, o blogue THP (Treinadores de Hóquei em Patins) informa que se encontra disponível para download um artigo da autoria de Ernesto Honório sobre as Técnicas do Hóquei em Patins.

O blogue THP (Treinadores de Hóquei em Patins) aconselha vivamente a leitura deste documento.

Para descarregar o documento, basta clicar em cima da imagem e aceder ao link para download.

O blogue THP (Treinadores de Hóquei em Patins) agradece mais uma vez a colaboração do Sr. Ernesto Honório.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

PARA OS TREINADORES DE QUALQUER MODALIDADE - A CARTILHA DE DOMINGOS PACIÊNCIA

Domingos Paciência
Treinador de Futebol do Sporting Clube de Portugal


«A época já teve altos e baixos, mas o duplo confronto com Sp. Braga e Benfica será teoricamente o maior teste à capacidade dos leões até ao momento. Na preparação, porém, vão notar-se poucas diferenças.

Record foi à procura de saber como lida o técnico, de 42 anos, com momentos como o que se segue, quando a pressão sobe em flecha.



Confira a cartilha do técnico para os jogos grandes:

1 - Não há jogos "grandes"ou "pequenos"; todos são iguais e todos são para ganhar.

2 - O trabalho de campo não se altera em função do nome do opositor.

- A pressão mediática, no que depende de si, não passa para o balneário.

- O comportamento com os jogadores é de absoluta tranquilidade. 

5 - Privilegia o diálogo em grupo em vez de conversas individuais.

6 - Em situações muito específicas, pede aos capitães que passem uma mensagem.

7 - Exige o máximo respeito pelo adversário, seja ele qual for.

8 - Analisa meticulosamente os pontos fortes e as debilidades da outra equipa.

- Prepara vídeos motivacionais, com momentos que exaltem a união e a confiança do grupo.

10 - Repete o princípio: "É importante não sofrermos, porque um golo vamos marcar de certeza".

11 - Reúne os jogadores nos instantes que antecedem a entrada em campo e é ele quem dá o "grito de guerra".»



Fonte: in Jornal Record, http://record.pt/726637Cartilha de Domingos para os jogos "grandes". Gentilmente enviado por Rui Surpresa (Treinador de Hóquei em Patins)

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

VÍDEOS - 5 EXERCÍCIOS DA SITUAÇÃO DE 2 PARA 1 + GR

Para visualizar melhor os vídeos, escolha a opção fullscreen no canto inferior direito de cada vídeo

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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

VÍDEOS - 5 EXERCÍCIOS DA SITUAÇÃO DE 1 PARA 1

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