quarta-feira, 27 de março de 2013

PAUSA PASCAL

Voltamos dia 4 de abril de 2013 às publicações

quinta-feira, 21 de março de 2013

BASES DE EFICÁCIA DOS EXERCÍCIOS DE TREINO



A selecção do exercício de treino:

·  Os exercícios de treino devem responder adequadamente às exigências de uma determinada situação, seja ela de aprendizagem, de desenvolvimento ou aperfeiçoamento.

A incorrecta selecção dos exercícios de treino e sua repetição sistemática:

· nos atletas em formação, irá condicionar de forma inequívoca toda a sua capacidade de resposta no futuro;
· nos atletas de alto rendimento, irá condicionar a capacidade de desenvolvimento, na estagnação e até retrocesso dos resultados conseguidos.

A correcta selecção do exercício depende:

· correlação da lógica interna da modalidade e o exercício de treino;
· ajustamento da complexidade e dificuldade do exercício às capacidades do atleta (desmotivação ou estagnação do rendimento).

A repetição sistemática do exercício de treino:

·   Um exercício só é capaz de desencadear, organizar e orientar a actividade do praticante em direcção a um objectivo válido, se for sistemática e racionalmente repetido, de forma a aperfeiçoar e a desenvolver os elementos tácticos, técnicos e físicos nele incluídos.
· A repetição é indispensável para a atingir a estabilidade e segurança à sua aplicação tanto no treino como na competição.
· A repetição sistemática não é selectiva, consolida-se e estabiliza-se os elementos críticos, mas também os erros de execução.

A correcção do exercício de treino:

· Para além da selecção e repetição sistemática do exercício, este só terá utilidade se for explicado, corrigido e apreendido convenientemente no sentido de cumprir os objectivos pré-estabelecidos.
· Para além da correcta apresentação do exercício, a sua eficácia passa necessariamente pela qualidade de intervenção do treinador ao nível da correcção.

Aspectos chave para a correcção do exercício de treino:

· conhecer a natureza da modalidade (lógica interna), a personalidade dos praticantes e a forma como melhor aprendem e evoluem;
· deverá intervir sem demoras, e conscientemente na correcção do exercício sempre que este esteja a ser defraudado nos seus objectivos fundamentais;
· conhecer profundamente os objectivos a atingir com o exercício seleccionado, os conteúdos para os atingir, bem como as formas de manipulação das suas componentes;
· deverá despertar nos atletas a importância e as vantagens a curto e longo prazo de uma execução correcta, consciente e criativa, evitando-se a consolidação de erros;
· uma vez assimilados os aspectos inerentes à correcção do exercício há a possibilidade dos atletas, cria-se o espaço e o tempo para que estes possam exprimir a sua criatividade e improvisação;
· a correcção/intervenção do treinador é um factor decisivo na relação com os atletas.

A motivação para o exercício de treino:

· O alcance de elevados rendimentos desportivos exige renúncias e restrições na vida pessoal dos atletas, influenciando de forma decisiva a personalidade destes.
· As grandes cargas de treino, o elevado número de repetições dos exercícios…, conduzem gradualmente à diminuição dos níveis de motivação para o treino, com reflexos na eficácia do exercício.

Aspectos chave para a motivação no exercício de treino:
  • ajustar a dificuldade e complexidade do exercício às capacidades dos praticantes;
  • os exercícios seleccionados devem transmitir aos praticantes que são importantes para a melhoria do seu nível de capacidades;
  • evitar longos períodos de inactividade (filas de espera);evitar interrupções constantes do exercício de treino com explicações;
  • o divertimento e a competição são os melhores argumentos para que os praticantes se mantenham empenhados no exercício de treino;
  • solicitar aos atletas que sejam eles a estabelecer determinadas condicionantes nos exercícios, o que permite:

1.  maior empenhamento dos praticantes, pois foram eles que ajudaram a conceptualizar o exercício;
2.    ajuda o treinador a perceber até que ponto os atletas perceberam a lógica do exercício proposto;
3.    aumentar o tempo de prática, através da possibilidade de fora do período de treino, os atletas utilizarem o exercício como diversão.

Fonte: Mestre Luís Miguel Oliveira, in Curso de Educação Física, Saúde e Desporto "TEORIA DO TREINO DESPORTIVO", Instituto Superior de Ciências da Saúde do NORTE, 2005/2006.


quinta-feira, 14 de março de 2013

TREINADOR - QUEM DEVE PRATICAR ESTA PROFISSÃO?


Segundo Bota e Colibaba, 2001, "A profissão de treinador ganhou particular importância e apreço na vida social nos dias de hoje. Esta profissão está estreitamente ligada à edificação da capacidade desportiva de Alta Competição da nação, em qualquer ramo ou modalidade desportiva. Por outras palavras, quanto mais altos são os conhecimentos e os hábitos profissionais dos treinadores, mais altos serão os desempenhos desportivos da nação.

Esta aspiração é difícil de cumprir nas condições, nas quais são ignoradas as exigências da profissão de treinador. Presentemente nem todas as pessoas que desejam tornar-se treinadores têm o potencial para desempenhar esta tarefa.
Ao estabelecer «quais as aptidões necessárias a este papel», devemos perguntar-nos primeiro «Quem deve praticar esta profissão?»

- Aqueles que praticaram com abnegação o respectivo Desporto e que experienciaram eles próprios os rigores do treino e das competições. São preferidos os desportistas de Alto Rendimento (mestres do Desporto) cuja personalidade é apropriada à profissão de treinador;

- Aqueles que têm vocação (inclinação, talento) para esta profissão. Neste caso vocação significa um conjunto de traços da personalidade do qual não devem faltar:

·       a capacidade de incentivo - a capacidade de estimular, activar, impulsionar a equipa (os desportistas) e de solucionar qualquer problema, sejam quais forem a natureza e a dificuldade da mesma;
·     feitio de carácter - um alto nível de conduta moral, de paixão, vontade de ensinar aos outros, de perseverança, determinação, intransigência, espírito crítico incisivo, autocontrolo afectivo, sociabilidade, modéstia, respeito aos princípios, etc;
·   aptidões de educador - requerem a superação dos limites desportivo-práticos e o envolvimento noutros aspectos educacionais da personalidade: moral, estético, intelectual. Não devemos esquecer que o treino desportivo é, no entanto, um processo didáctico que necessita o conhecimento e a direcção de toda a actividade com base em princípios didácticos, com regras e estratégias bem definidas(...);
·   aptidões de psicólogo - sintetizadas na expressão «Faça com que acreditem». A confiança ilimitada ganha-se apenas quando os desportistas (equipa) notam que as decisões e as recomendações feitas pelo treinador são coroadas de êxito (...);
·   habilidades intelectuais - a inteligência verbal, espírito de observação, rapidez de pensamento, imaginação, memória, atenção distributiva, espírito pragmático e lógico;
·      aptidões de dirigente e organizador - qualquer treinador deve ter uma autoridade de competência profissional, e não só de cargo (por nomeação). Uma óptima direcção pressupõe, em primeiro lugar,uma preparação de especialidade rigorosa (conhecimentos teóricos, experiência prática, informação permanente, conhecimentos didácticos, psicológicos, biomecânicos, bioquímicos, sociológicos, etc.), e, em segundo lugar, uma preparação estritamente necessária no domínio da ciência da direcção (management)com aplicações na actividade desportiva específica (...);
·   Outras aptidões e capacidades - capacidade de intuição; capacidade de criação; capacidade de direcção autoritária; capacidade de decisão rápida; espírito de sacrifício.

A selecção das pessoas que se dedicam à profissão de treinador é, tal como já salientámos, uma condição «sine qua non» para a prosperidade da actividade desportiva de alto rendimento.

O valor dos treinadores não está ligado nem ao volume (às vezes imenso) do trabalho, nem à amplidão das actividades, nem à energia física e nervosa consumida, mas sim ao resultado desportivo obtido. Cada resultado desportivo em parte pode fazer subir ou descer uma pessoa na escala profissional. O homem-chave, que assume a responsabilidade em todas as circunstâncias, é o treinador. De modo especial, numa derrota, o «culpado» é sempre o treinador.

A profissão de treinador e mais do que uma profissão, é uma vocação, com tudo o que esta noção requer: fidelidade, paixão, entusiasmo, sacrifício. Mais ainda, esta vocação é exercida num mundo de incerteza e do acaso:

·         escolher jogadores e formá-los, sem saber antes o que vão realizar;
·         «lançá-los» na luta competitiva, e orientá-los para a obtenção de altas performances no momento decidido, por oportunidade, ou por certas condições favorecedoras;
·         lutar com toda a energia, sem grandes esperanças;
·         aguentar tudo, continuando a luta;
·         esperar e ver-se eliminado, sem pretender explicações e sem poder compreender;
·         subir muito para cima, e depois «cair»;
·         «caído», ver-se pisado por aqueles que, não há muito tempo, o idolatravam;
·         demonstrar sempre ser bom, e sendo bom, ser ignorado;
·         obter a vitória, na maioria dos casos para outros, ou suportar a derrota dos outros;
·         sentir a ilusão da vitória, e ao mesmo tempo lamentar ter vencido;
·    uma vez vencedor, ao consignar na agenda a vitória, saber que do outro lado há um vencido que consigna a sua derrota;
·         «...finalmente, ver-se sozinho, irremediavelmente sozinho, com os seus pensamentos, que nunca o deixam em paz, fora e dentro da casa;
·      ...e amanhã começa um novo calvário cm que já se habituou e de que nunca se pode livrar» (R. Busnel, 1981)."

Fonte: BOTA, Ioan e COLIBABA, Dumitru, "Jogos Desportivos Colectivos" - Teoria e Metodologia, (p. 25-28), Colecção Horizontes Pedagógicos, Edições Piaget - Instituto Piaget, Lisboa, 2001

quinta-feira, 7 de março de 2013

COMO PODE O TREINADOR DE HOQUEI EM PATINS AJUDAR OS JOVENS ATLETAS A PREVENIREM AS LESÕES



É por todos nós reconhecido ser o desporto uma excelente forma de proporcionar aos jovens, para além de exercício físico regular, a aquisição de noções e hábitos importantes de espírito de equipa, ética e até de disciplina, que lhes ajudam a moldar o carácter.

É ainda sabido que os jovens, enquanto envolvidos com actividades desportivas, têm uma maior regularidade na presença e no rendimento escolar, são bastante mais aderentes e participativos em actividades de índole sociocomunitária, têm inserção e comportamentos sociais menos conflituosos (consumo de tabaco, álcool e drogas) e inclusivamente conseguem ter sucesso e desempenhos superiores nas suas actividades sociais e profissionais futuras. É por isso que a generalidade das sociedades tem investido bastante na promoção do desporto para os jovens e a nossa não tem sido excepção.

No entanto para que os jovens se mantenham com uma actividade desportiva regular, duradoura, produtiva e gratificante, necessitam ser convenientemente educados, informados e apoiados no sentido de prevenirem as lesões quer sejam as de carácter agudo, quer as de natureza de sobrecarga.

A realidade em Portugal tem vindo a mostrar que a morbilidade das lesões do desporto nos jovens, atinge níveis bastante preocupantes em todos os escalões etários e níveis sociais. As sequelas das lesões do desporto, para além de comprometerem a função aos jovens, penalizam severamente à escala nacional a nossa sociedade, não só pelas taxas significativas de ausência escolar, mas e também pelos encargos financeiros com o seu tratamento e suporte à distância, no âmbito da segurança social. Para além disso, pelas consequências definitivas de alguns tipos de lesões, muitos jovens atletas vêem-se na necessidade de alterar definitivamente a orientação vocacional das suas carreiras profissionais.

Assim é determinante reverter com urgência esta situação e este é o grande desafio que se coloca na presente década aos treinadores, instrutores, professores e pais dos atletas.

PORQUE ACONTECEM AS LESÕES NOS JOVENS ATLETAS DE HOQUEI EM PATINS?

A generalidade das lesões resulta fundamentalmente de desvios no morfotipo ou no desempenho biomecânico do atleta, de treinos incorrectos ou inadequados, de técnicas ou gestos técnicos insuficientemente preparados ou executados, de equipamento impróprio ou mal adaptado ao atleta, de locais de prática desportiva demasiado irregulares ou mesmo impróprios. A fadiga, a desidratação, a alimentação desequilibrada, a pressão do treinador e a dos pais, a inadaptação aos colegas de equipa ou ao adversário, a estabilidade emocional, são também factores desencadeantes quase sempre presentes, mas frequentemente negligenciados ou esquecidos. Finalmente, o imprevisto é a principal causa das lesões agudas.

COMO SE PODEM ORIENTAR AS CRIANÇAS E OS JOVENS PARA QUE NÃO SOFRAM LESÕES?

O EXAME MÉDICO - A primeira atitude deve residir na indicação de efectivação do regular exame físico e médico, que deve ser levado a cabo sempre no início de cada época desportiva. Este exame permite identificar e assim prevenir ou mesmo tratar, os efeitos de quaisquer desvios morfológicos, funcionais ou outros.

O AQUECIMENTO - O ganho desde muito cedo pelo atleta, do hábito de efectuar um programa de aquecimento, imediatamente antes da prática de actividade desportiva, para além de adaptar a sua frequência cardíaca gradualmente, promove ainda um estiramento muscular fundamental e necessário à libertação da tensão, de todo o seu parelho locomotor.

O ARREFECIMENTO – A aprendizagem pelo atleta desde muito cedo, da necessidade de efectuar um programa de arrefecimento logo após a realização da actividade desportiva, possibilita-lhe não só uma readaptação à sua normal frequência cardíaca de modo gradual, mas também lhe permite uma actividade complementar de re-estiramento muscular.

A TÉCNICA E O TREINO – A aprendizagem e a execução de determinada técnica ou gesto desportivo, deve ser permanentemente vigiada e controlada pelo treinador, instrutor ou professor. As regras e os procedimentos de treino individual ou colectivo, necessitam de ter uma aderência por parte do atleta de modo livre e consciente. Alguns atletas necessitam de uma atenção adicional e o treinador deve ter esse aspecto em constante consideração. Por outro lado, programas de treino individualistas não são saudáveis.

A REGRA DOS 10% - O treinador ao aumentar a carga de treino, a distância a percorrer, ou o tempo de actividade física, deve respeitar sempre a norma de não ultrapassar os 10 % semanais, pois só assim dará oportunidade aos jovens organismos de se recomporem. É sabido que aumento de carga demasiado agressivo, desencadeia frequentemente lesões de sobrecarga.

O EQUIPAMENTO - O equipamento desportivo como o calção, a sapatilha ou a bota de futebol, os instrumentos para a prática desportiva como a raquete, a bicicleta, a bola, o remo, o taco, o esqui ou o patim, são também demasiadas vezes responsáveis pelas lesões de sobrecarga. A sua aquisição deve ser levada a efeito por indicação do treinador, professor ou instrutor e regularmente o seu estado de conservação e adaptação ao atleta vigiado por estes.

A HIDRATAÇÃO - A gestão da ingestão de líquidos e electrólitos é provavelmente o aspecto mais negligenciado pelo atleta e principalmente pelo seu treinador. Há um frequente desconhecimento de quando e como o atleta deve efectuar a sua hidratação. O treinador, professor e instrutor devem ter um conhecimento adequado dos mecanismos da termoregulação, do nível de perdas líquidas pelo suor e do nível de absorção de líquidos pelo intestino. Um programa estruturado de hidratação para os períodos de treino, de prova e repouso, definido para cada atleta, é muito importante já que cada um tem as suas necessidades específicas e os seus orientadores devem regularmente apoiarem-se num dietista, nutricionista ou médico, para esse efeito. A desidratação deve ser sempre muito preocupante para o atleta e para o treinador, quer pelos inerentes riscos cardiovasculares, quer pela perda de desempenho, quer ainda e também, por ser terreno favorecedor para o desenvolvimento de lesões.

FADIGA E REPOUSO - É importante o atleta “parar” com regularidade para aprender a conhecer o seu corpo, de modo a não ter a tentação de ultrapassar as suas capacidades morfo-funcionais. O estado de fadiga deve ser convenientemente identificado pelo instrutor, pois que nem todos os atletas têm a mesma resistência ao esforço e cada um tem a sua capacidade específica de recuperação. É uma boa prática o jovem atleta ao longo da época, suspender por três a quatro períodos de uma semana cada, o treino normal da sua modalidade e desenvolver actividade desportiva apenas enquadrada numa outra à sua escolha. Este simples procedimento reduz significativamente as lesões de sobrecarga. Um treino “inteligente” deve ser desenhado unicamente para proporcionar ao atleta um desempenho muscular adequado ao seu morfotipo e à sua modalidade.

COMO PODE O TREINADOR SABER QUE O ATLETA ESTÁ A “ CHOCAR “ UMA LESÃO DESPORTIVA?

A maioria das crianças e dos jovens dão conta ao treinador, instrutor ou professor de educação física, quando se sentem limitados funcionalmente ou mesmo lesionados, mas alguns miúdos para poderem manter a actividade desportiva, escondem ou dissimulam essas situações e então é necessário que aqueles, tenham a noção e o mínimo conhecimento de como observar e avaliar alguns sinais indicadores de uma lesão de sobrecarga em instalação, ou até mesmo uma aguda já presente.

Assim importa estarem atentos a todos os sinais ou comportamentos tais como: se o jovem evita colocar carga no tornozelo, no pé, no joelho ou na anca, mesmo sem estar associado a tumefacção, esse pormenor deve alertar para um compromisso intra ou justa-articular; se o atleta evita colocar carga na totalidade num membro mesmo sem coxear, poderá ter subjacente um compromisso muscular, tendinoso ou até mesmo ósseo; se evita efectuar determinado movimento ou utilizar uma articulação em particular, muito provavelmente esta está afectada, ou uma das suas satélites ou o tendão de um músculo relacionado; se o jovem manifesta defesa ou mesmo dor numa articulação, esse aspecto deve ser valorizado a 100%; se apresenta irregularidade no sono, dor de cabeça, tonturas, irritabilidade fácil, durante ou no fim da prática desportiva, há a possibilidade de ter ocorrido recentemente uma concussão cerebral; se há um encurtamento do ciclo respiratório ou uma perturbação da respiração durante a actividade desportiva, é possível decorrer da fractura de fadiga de uma ou mais costelas; se manifesta um cansaço fácil no fim do treino ou do jogo, poderá sofrer de irregular equilíbrio hidro-electrolítico; se mostra relutância na mobilidade lombar, com toda a certeza terá na sua génese uma instabilidade congénita.

O QUE DEVE FAZER O TREINADOR QUANDO DESCONFIA DE UMA LESÃO DESPORTIVA? 

Se uma criança ou um jovem manifesta algum compromisso funcional enquadrável na suspeição de uma lesão desportiva, a primeira atitude a ser tomada como norma, deve ser inequivocamente a de suspender imediatamente toda e qualquer actividade desportiva e avisar os pais desse facto e a de promover junto destes urgentemente, uma avaliação clínica por um especialista, como regra. Para tal, um médico especialista em traumatologia do desporto será o profissional indicado, já que só ele tem a experiência adequada.

“O diagnóstico precoce de uma lesão no desporto, é determinante para uma cura sem sequelas e uma recuperação de sucesso “. (Francisco Santos Silva)

2012 © Stop às lesões no desporto 

“QUEREMOS UM DESPORTO SEM LESÕES PARA OS NOSSOS JOVENS“

FONTE: AQUI