quinta-feira, 30 de outubro de 2014

QUERES MAXIMIZAR OS RESULTADOS? TENS QUE FAZER ESTAS DUAS COISAS!


Qualquer pessoa que já tenha tentado fazer um programa de fitness e nutrição percebe a importância da robustez mental para obter os melhores resultados.   Aqueles que tiveram sucesso tendem a ter uma mentalidade única que lhes permite suportar o treino intenso, lidar com o stress, empenharem-se na tarefa que têm em mãos e finalmente, conseguir o corpo que desejam.
Quer estejas ainda a começar a tua jornada, já adiantado no teu percurso, ou na fase de manutenção, aqui estão dois marcadores de robustez mental que vão ajudar-te a conseguires o visual que desejas e a sentires-te no teu melhor.

#1: Querer o sucesso mais do que temer o quer que seja

Todos sentimos medo em algumas ocasiões: medo de falharmedo de sofrer uma lesãomedo do desconhecido e medo de não conseguir manter o sucesso.
Já alguma vez tiveste receio de não conseguir dizer não a uma sobremesa durante um jantar de festa?
Já tiveste receio de te lesionares ao tentares ir além do teu limite?
Já te sentiste nervoso ao iniciar um novo tipo de exercícios?
Ou talvez, quando conseguiste o corpo que desejavas, pensaste se conseguirias ou não mantê-lo?
Todos estes medos são comuns. O que as pessoas de sucesso aprendem é como definir as suas prioridades. O desejo de ser saudável, de ficar em forma e de adorar a pessoa que elas vêem no reflexo do espelho está acima de qualquer medo.
Eu costumava ser um ávido comedor de chocolate às escondidas. Quando via televisão com a minha família, eu fazia o trajecto até à cozinha e trazia um pequeno quadrado de chocolate, mas não antes de comer 4 ou 5 quadrados às escondidas na dispensa. Naquela altura, o meu medo de não conseguir passar a noite sem chocolate ultrapassava o meu desejo de ser saudável. Apenas quando mudei as minhas prioridades passei a ser capaz de concretizar os meus objectivos.
Eu decidi conscientemente que ter um corpo em forma valia algumas noites de desejos não satisfeitos.
Nos momentos de fraqueza e de medo (que todos nós temos), é essencial que te questiones o que é mais importante: ceder aos teus medos ou conseguir o corpo ideal e manteres-te saudável? Quando escolhes o teu corpo, não só fazes com que os teus receios sejam menos assustadores, mas ganhas maiores possibilidades de alcançares o derradeiro sucesso.

 

#2: Compromete-te com a excelência, não com a perfeição


Um momento de riso frequente  ocorre numa conversa com pessoas que passaram para o “lado saudável” é quando se fala que ser saudável e estar em forma não é o mesmo que ser perfeito. Na verdade, até as pessoas mais dedicadas falham ou não atingem completamente alguns objetivos. O que separa as pessoas de sucesso de todas as pessoas é que elas lutam pela perfeição, mas nunca a exigem ao ponto de desistir, caso não a consigam alcançar.
Exigir perfeição apenas vai fazer com que te sintas mais ansioso e insatisfeito contigo mesmo e isso faz com que o fitness seja tudo menos divertido. Por outro lado, procurar a perfeição tem a ver com estar empenhado relativamente à excelência. Tem a ver com dares o teu melhor sem a pressão adicional e desnecessária de teres que ser perfeito em todos os momentos. Tem a ver com concentrar todo o teu esforço, naquele exato momento, na tarefa que tens em mãos. Tem a ver com aprenderes com os teus erros e celebrar as tuas conquistas.
As pessoas que exigem perfeição abandonam frequentemente o seu treino quando não se sentem a 100%. E uma má refeição pode ser um convite para desistir, uma vez que eles dizem para eles mesmos: “Bom, está semana está arruinada. Penso que vou começar de novo na Segunda-feira.” Este é o efeito ioiô no seu melhor e isto simplesmente não funciona.
As pessoas de sucesso, que procuram a perfeição e se entregam à excelência, vão dedicar toda a sua energia a completar o seu treino. Quando elas comem algo que não é saudável, elas retomam a partir de onde tinham parado e focam-se na refeição seguinte.


FONTE: http://www.motivacaodesportiva.com/maximizar-os-resultados/

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

HÓQUEI EM PATINS: "STRESS"


Gestão do stress

O stress é o que se faz com ele. Supere-se!
É possível transformar o stress numa mais-valia. E, contrariamente ao que se possa pensar, os líderes têm redobradas responsabilidades nesse processo.

A história é apenas mais uma. As causas, essas são quase sempre as mesmas: medo de errar, medo de dar um passo em falso, medo de não corresponder às expectativas. Enfim, medo, embora muitas vezes mascarado, de não ser capaz de agarrar a oportunidade.
Sem querer pôr em causa as definições que o mundo científico foi construindo ao longo das últimas décadas – especialmente desde a segunda metade do século XX – tenho uma visão muito particular sobre o stress: é aquilo que sentimos e a forma como reagimos perante um desafio. Espantado? É mais simples do que parece.
O canadiano de origem austríaca, Hans Selye, foi o primeiro estudioso a apresentar o stress como um elemento neutro. Ou seja, o stress não é, só por si, negativo ou positivo. Para algumas pessoas, funciona como factor inibidor: acovarda, intimida, bloqueia as acções e leva o indivíduo a fugir do desafio. Noutros casos, ele assume-se mesmo como um aditivo emocional: a pessoa redobra a energia, enfrenta os obstáculos e convence-se que vai vencê-los.
Hans Selye resumiu o “processo de stress” a um quadro simples: “estímulo-reacção”. De facto, a teoria que desenvolveu é muito mais abrangente, mas este ponto de partida é fundamental para percebermos, mais à frente, as minhas ideias sobre a forma de gerir a pressão.
Resumindo. Perante um estímulo exterior, que denomino de “desafio”, o organismo humano coloca-se em estado de alerta e manifesta vários tipos de reacções: o coração acelera e aumenta o nível de oxigenação do cérebro e dos músculos, as pupilas dilatam, a respiração torna-se ofegante, as mãos e os pés ficam gelados, a boca seca, etc.
Perante o cenário, o organismo tem duas formas de canalizar este novo fluxo de energia: ou potencia uma reacção de fuga ou luta. Isto é, se o indivíduo for capaz de lidar com esse “estímulo” – muitas vezes associado a uma “ameaça” ou “perigo” – a “tensão” é colocada ao serviço do “combate” e funciona como uma dose extra de motivação. No entanto, se a pessoa não for capaz de promover em si própria esse equilíbrio, desenvolve um sentimento de impotência e acaba por optar pelo caminho mais fácil: foge, desiste.
Isto tudo para dizer que o stress só existe na exacta medida em que é uma construção que resulta da interpretação de um determinado acontecimento. A conotação positiva ou negativa do stress é-lhe atribuída pela própria pessoa, quer através da forma como percepciona o desafio quer pelos mecanismos encontrados para canalizar as tensões.
Esta pequena introdução teórica serve para explicar que não tenho qualquer estratégia para eliminar o stress. Na realidade, pretendo apenas mostrar que é possível transformar o stress numa mais-valia e que, contrariamente ao que se possa pensar, os líderes têm redobradas responsabilidades nesse processo.
  
Stress: um jogo de grandes oportunidades

Ouvi barulho no corredor e já passava das cinco da manhã. Confesso que pensei que alguém tinha furado as regras do grupo e que estava a chegar naquele momento ao hotel. Quando espreitei vi que estava um dos meus jogadores em cuecas a fazer exercícios de velocidade no corredor. Percebi logo que se tratava de uma situação clara de stress pré-competitivo. O jogador em causa sabia que no dia seguinte ia substituir, no “quinze inicial”, um colega seu lesionado, pois tínhamos combinado isso durante a reunião de equipa da tarde anterior.
Aquilo que estava a ver por entre a porta do meu quarto exigia uma tomada de posição cuidada e eficiente. Na manhã seguinte conversei com ele. Disse-lhe que tinha dormido com o meu travesseiro e que iríamos manter o sistema e a estrutura da equipa. Ou seja, que ele não entraria de início, conforme já estava estipulado, mas que seria uma aposta durante o encontro, como era habito.
Hoje estou certo de que tomei, de facto, a melhor decisão naquela altura. Existia sobre os ombros dele uma enorme pressão e era evidente que não estava preparado para agarrar o desafio. Assim, evitei uma situação de insucesso e um possível caso de frustração.
Este episódio serve para demonstrar uma das minhas ideias-chave nesta matéria. O stress está claramente relacionado com duas curvas: a da motivação e a da ansiedade. Dizer isto de outra forma não é mais do que explicar que uma gestão equilibrada do stress depende de um grau de motivação óptimo, ou aproximado, e de um efectivo controlo dos níveis de ansiedade.
Chegados a este ponto, é necessário compreender que um líder tem à sua disposição várias formas de ajudar o seu grupo a lidar com o stress – como veremos adiante. Ainda assim, a questão inicial deve ser: como posso ajudá-los a controlar a ansiedade?
O principal adubo dos estados de ansiedade é a incerteza. Quando olhamos em frente e as coisas não aparecem de forma clara, a tendência natural é para começarmos a levantar um conjunto de dúvidas. Pior do que isso: com o passar do tempo, a incerteza que imputávamos inicialmente ao projecto que nos apresentaram ou à estratégia definida, projectamo-la em nós. Interiorizamos que não somos capazes de ser uma mais-valia e que o mais certo é falharmos.
Ora, cabe ao líder reduzir ao máximo o grau de incerteza dos seus colaboradores, tentando destruir quase todas as suas dúvidas. Como? Por exemplo, explico-lhes quem é o adversário, como joga, quem são os elementos que podem desequilibrar, até lhes dou notas sobre as características socioculturais do povo. Analisamos o local do jogo e o clima e as características do árbitro que vamos encontrar. A par desta contextualização minuciosa para combater a incerteza, aposto naquilo que a que se chama “o reforço da segurança”. Depois de lhes entregar todos os dados sobre o adversário, explico-lhes que armas vamos utilizar para levá-lo de vencido.
No mundo dos negócios as coisas passam-se precisamente da mesma forma. Por exemplo, quando delegamos maiores responsabilidades em alguém ou simplesmente lhe atribuímos novas funções, temos que ter uma preocupação particular com o enquadramento. É errado acreditar que uma pessoa vai conseguir lidar com o stress apenas porque ficou satisfeita com a “promoção”. Enquanto líder de equipas, não se canse de tentar aniquilar o nível de incerteza dos seus colaboradores: recapitule os objectivos, volte a explicar os pontos estruturantes da estratégia e mostre-se disponível para esclarecer qualquer tipo de dúvida. Não se esqueça: uma pessoa que se sinta perdida no projecto em que está integrada, tem o dobro da probabilidade de ser “engolida” pelo stress.
Como vimos no início deste capítulo, nem toda a gente é capaz de canalizar a pressão no sentido da superação do “desafio” que lhe é apresentado. Logo, a cedência às primeiras manifestações de stress aparece como uma espécie de “tem que ser”. Engano. Deixar-se vencer pela pressão não é, nem pode ser, uma inevitabilidade. Para contrariar este mito, o líder deve recordar aos seus colaboradores a seguinte equação:

Stress = Desafio = Oportunidade

É fundamental explicar às pessoas que o stress não é obra do acaso, está sempre associado ao aparecimento de um desafio e, por consequência, à possibilidade de concretizar uma oportunidade: vencer. Não faz sentido cultivar o mito de que o stress é, por natureza, um bloqueador de acção. O stress é aquilo que cada um de nós quiser que ele seja.
Portanto, se já vimos que é o próprio indivíduo a fonte do stress e que esse mesmo stress pode ser usado como um aditivo motivacional, o segredo passa por aprenderemos a reconhecer essa pressão, controlá-la a e pô-la ao serviço dos nossos objectivos. Enfim, mais não é do que saber transformar o tal “stress negativo” em “stress positivo”, encontrando na pressão uma verdadeira aliada.


Retirado do Livro Compromisso: Nunca Desistir, de Tomaz Morais com a colaboração de Carlos Mendonça.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

TREINAR ELEVADÍSSIMO DESEMPENHO MENTAL PARA VENCER COMO ATLETAS DE ALTA COMPETIÇÃO


As técnicas mentais não se baseiam em esotérica, mas em investigação neurológica. Os devidos exercícios podem programar o nosso cérebro para vencer – como nos atletas de alta competição.
Podemos aumentar o nosso sucesso na vida profissional com os métodos do treino mental de atletas de alta competição. Seja para ganhar um projecto, realizar um exame ou trabalho complexo, ou aumentar a taxa de sucesso em negociações, as técnicas deste treino mental permitem-nos estar melhor preparados para as nossas acções e aumentar a nossa eficiência mental.
Nascemos como vencedores? Certamente, que não. Existem talentos que facilitam atingir um elevadíssimo desempenho? Certamente, que sim. Um talento fundamental é a resistência mental, que caracteriza todos os atletas de alta competição. Apenas há poucos anos, os cientistas dedicam-se à investigação deste fenómeno, em particular os psicólogos na área de desporto, para entender e desenvolver técnicas específicas de treino.
Estudos recentes revelaram que a resistência mental, tal como outras características, é herdada em 50%. Portanto, existe um grande potencial que pode ser explorado por educação, experiência e empenho. Isso significa, que podem aprender e aperfeiçoar a capacidade de debitar, no momento certo ou quando exigido, um elevado desempenho.

Os Quatro C
A meta de cada treino mental são os “quatro C”:
  • Control: termos a certeza que podemos controlar os nossos sentimentos e, em geral, influenciar os acontecimentos da vida e termos o controlo sobre os mesmos.
  • Commitment: a disposição de desempenho total em tudo o que fazemos.
  • Challenge: a capacidade de aceitar novas tarefas e desafios como oportunidade para evoluir e progredir, e não como ameaça.
  • Confidence: uma confiança fortíssima nas nossas capacidades e autoconfiança a liderar com outras pessoas.
Evidentemente, mesmo uma pessoa do tipo ”vencedor” duvida às vezes das suas capacidades ou, simplesmente está esgotada. Nestes casos, as mesmas estratégias fortalecedoras podem ajudar a recuperar e a orientar-se pelo objectivo.
Essas estratégias aproveitam poucas, mas características fundamentais do nosso cérebro. As ligações entre os neurónios do nosso cérebro desenvolvem e alteram-se consoante a intensidade das nossas experiências, uma forma de aprendizagem. A intensidade depende do nível de emoção de uma experiência ou quantidade de repetições.
As crianças aprendem com os sustos que apanham evitar objectos de perigo, por exemplo, ao queimarem-se num ferro de engomar. Através de repetição, um músico aprende a dominar um instrumento. Os atletas aprendem a dominar o seu corpo através de “gravação” de sequências de movimentos no cérebro, à semelhança de um programa informático, e executar essa rotina automaticamente quando necessário. O treino permite-nos igualmente controlar internamente as nossas emoções e sentimentos. Aprendemos sucessivamente controlar e dirigir o enorme e infinito fluxo de sentimentos do centro do nosso cérebro.
Especialmente na área atrás da nossa testa encontram-se as secçções  responsáveis que ponderam e moderam as sensações e percepções com as nossas experiências e consciência. Consequentemente, são identificadas e iniciadas as acções pertinentes. Quanto mais frequente, e por isso familiarizada uma situação, mais automatizada e auto-confiante é a nossa reacção. Um comportamento “robotizado” é considerado em certas circunstâncias como negativo. Mas nem sempre as “soluções completas” nas nossas cabeças apresentam desvantagens. Por exemplo, um dançarino que primeiro tem de pensar sobre o seu próximo passo, certamente atrapalha-se.

Atingir os “Quatro C’s”
Aqui as três principais técnicas de atletas de alta competição para atingir os “Quatro C’s”:

Relaxamento moderado
O stress impede seguramente um desempenho elevado, tal como a absoluta calma. Portanto, o objectivo é encontrar o nível equilibrado de tensão. Isso começa por escutar atentamente os sinais interiores, por exemplo músculos tesos na área da nuca. Exercício físico regular ou massagens podem favorecer o relaxamento. O Treino Autogéneo , Yoga ou o Relaxamento Progressivo de Musculatura são as técnicas mais aplicadas. Esses métodos treinam igualmente a concentração. Também aqui aplica-se o mesmo conceito: quem está “tenso”, não está realmente concentrado. Os exercícios de algumas formas de meditação aumentam a capacidade de estarmos atentos e favorecem uma descontracção interior.
Antes de um evento deve-se procurar um local isolado, relaxar e prestar atenção à respiração. Saiba que em estado relaxado respiramos pela barriga.
Mesmo durante o trabalho conseguimos recuperar melhor a concentração após um passeio ao ar livre ou mesmo, embora pouco aceite por chefes e colegas, dormir uma hora no escritório, do que “brincar” com o computador e fingir que estamos a trabalhar.

Desenvolver automatismos
Muitos psicólogos apostam no efeito positivo do treino imaginativo. O nosso cérebro não distingue muito bem entre uma situação na nossa vida real ou imaginada. Podemos aprender previamente muitas situações simplesmente através de pura aprendizagem na nossa imaginação. Quando a situação ocorrer na realidade, o processo é executado tal como imaginado e mentalmente treinado. Os cirurgiões, que simulam mentalmente os passos de uma intervenção de elevada complexidade, dominam os passos de operação incomparavelmente melhor do que os colegas que os enfrentam esta operação pela primeira vez na sala de operação e sem treino mental. Fundamental é a memorização pormenorizada de todos os passos e actividades. O intensivo e duro treino imaginativo nada tem em comum com “sonhar de olhos abertos”. Trata-se de “praticar” repetidamente. Apenas isso fortalece as ligações dos nossos neurónios.

Auto-Encorajamento
As auto-conversas são uma ferramenta importantíssima. “Hoje entro com optimismo e determinação nesta reunião, estou bem preparado, conheço todos os argumentos e sei que vou atingir os meus objectivos.” O nosso cérebro ouve mesmo que estamos a “dizer”.
Eventualmente conhece situações em que estamos presos numa espiral de pensamentos de pânico. Pense positivo e nos seus objectivos em vez de tentar escapar ao indesejável. Recorde-se das suas experiências positivas e ganhe coragem para ultrapassar novas situações. Os psicólogos conhecem o efeito ganhador: quanto mais já conseguimos algo, mais elevada a probabilidade de conseguiremos isso numa próxima vez.
Para isso, as nossas metas devem ser alcançáveis e os passos suficientemente pequenos para serem realizáveis. Depois, com a auto-confiança reforçada, procedemos ao próximo passo.
Com paciência e treino conseguimos atingir muito mais além do que imaginamos. O psicólogo holandês Nico Frijda, um pioneiro na investigação emocional, explica que existe uma ligação muito forte entre as nossas emoções e acções. Quem quer definir as suas atitudes, tem primeiro de controlar os seus sentimentos.

Fonte: Revista Stern N.º 30 / 2007