quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

FELIZ ANO NOVO


O blog THP - Treinadores de Hóquei em Patins, deseja a todos os seus leitores em geral e treinadores de hóquei em patins em particular, 2015 repleto de êxitos desportivos, profissionais e pessoais.
Relembrámos que as nossas publicações regressarão em janeiro de 2015.
FELIZ 2015... 

sábado, 20 de dezembro de 2014

FELIZ NATAL 2014


O blog THP - Treinadores de Hóquei em Patins, deseja a todos os seus leitores em geral e treinadores de hóquei em patins em particular, um Santo e Feliz Natal.
Relembrámos, tal como é habito, o blog THP entrará agora num curto período de descanso Natalício. Regressaremos em janeiro de 2015 com mais e novas publicações.
FELIZ NATAL! 

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

HÓQUEI EM PATINS: AGILIDADE E TÉCNICA DO GR


HACE ALGUNOS DÍAS OS COLGUÉ UN VÍDEO CON DIFERENTES ACCIONES DE "PASO DE VALLA". AHORA QUIERO OBSERVAR Y ANALIZAR CON DETENIMIENTO UNA DE AQUELLAS ACCIONES.

QUÉ OBSERVAMOS?
 

  • HAY UNA SITUACIÓN DE PASE AL SEGUNDO POSTE Y UN REMATE
  • LA BOLA ESTÁ INICIALMENTE EN EL LADO DERECHO DEL PORTERO, PORTERO DIESTRO, Y HAY UN PASE A UN JUGADOR QUE ESTÁ A LA IZQUIERDA
  • EL PORTERO ESTÁ INICIALMENTE CON APOYO DE SU RODILLA DERECHA EN EL SUELO
  • CUANDO SE REALIZA EL PASE AL SEGUNDO POSTE EL PORTERO DECIDE REALIZAR LA ACCIÓN TÉCNICA DEL "PASO DE VALLA"
  • LA ACCIÓN TÉCNICA VA PRECEDIDA DE UNA TOMA DE DECISIÓN Y DE UNA CONDICIÓN FÍSICA QUE PERMITE UNA GRAN VELOCIDAD DE MOVIMIENTO.
  • EL PORTERO EVITA CON ÉXITO QUE LA BOLA ENTRE EN LA PORTERÍA PERO LA BOLA SIGUE EN JUEGO.
  • GRACIAS A NO PERDER DE VISTA LA BOLA EL PORTERO PUEDE REACCIONAR Y DECIDIR QUÉ ACCIÓN ES LA MÁS EFECTIVA PARA EVITAR EL GOL
  • LA AGILIDAD ES LA PROTAGONISTA EN LA ACCIÓN FINAL DEL PORTERO
  • CONSIDERO QUE HAY UNA SERIE DE PALABRAS CLAVE EN ESTAS DOS PARADAS:


ANTICIPACIÓN
EFICIENCIA TÉCNICA (velocidad de movimiento, amplitud de acción)
REACCIÓN
AGILIDAD

GRACIAS A LA OBSERVACIÓN Y ANÁLISIS PODEMOS PROGRAMAR GRAN CANTIDAD DE EJERCICIOS QUE MEJOREN LA TÉCNICA Y LA PREPARACIÓN FÍSICA DE LOS PORTEROS Y POR SUPUESTO SIN OLVIDAR LA TOMA DE DECISIONES (TÁCTICA)

SIEMPRE SE HABÍA DICHO QUE LOS MEJORES PORTEROS ESTABAN EN LA LIGA ESPAÑOLA CREO QUE ES HORA DE VALORAR LA EVOLUCIÓN, FRUTO DEL TRABAJO, DE PORTEROS DE OTROS PAISES QUE COMO VEMOS EN ESTE VÍDEO NO TIENEN NADA QUE ENVIDIAR Y SE HAN CONVERTIDO EN PORTEROS DE PRIMER NIVEL.


FONTE: Paco Gonzalez, in http://pacogonzalezhoqueiporters.blogspot.pt/2014/11/la-agilidad-la-tecnica.html

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

HÓQUEI EM PATINS: GUARDA REDES - "PASO DE VALLA"

EL PASO DE VALLA EN UNA DE LAS ACCIONES DE PARADA MÁS UTILIZADAS POR LOS PORTEROS DE ÉLITE.

ES UNA ACCIÓN QUE PERMITE AL PORTERO UTILIZAR LIBREMENTE EL GUANTE LIBRE Y EL GUANTE DE STICK Y POR LO TANTO FACILITA LA UTILIZACIÓN DEL STICK TANTO PARA RECEPCIONAR COMO INTERCEPTAR BOLAS.
LA CUALIDAD FÍSICA MÁS IMPORTANTE PARA SU CORRECTA EJECUCIÓN TÉCNICA ES LA FLEXIBILIDAD Y LA ELASTICIDAD.
A NIVEL TÁCTICO ESTA ACCIÓN SE UTILIZA EN SITUACIONES DE UNO CONTRA PORTERO, DOS CONTRA PORTERO Y EN GENERAL CUANDO HAY UN POSIBLE REMATE AL LADO CONTRARIO DEL GUANTE DE STICK.
EL PASO DE VALLA GENERALMENTE SE REALIZA ESTIRANDO LA PIERNA DEL GUANTE LIBRE, ESTO QUIERE DECIR QUE LOS PORTEROS DIESTROS ESTIRAN LA PIERNA IZQUIERDA Y LOS ZURDOS LA DERECHA.

               
A CONTINUACIÓN PODÉIS VER UN VIDEO DONDE PODRÉIS COMPROBAR UNA GRAN CANTIDAD DE ACCIONES DE "PASO DE VALLA" REALIZADAS POR LOS PORTEROS QUE PARTICIPARON EN LA FINAL FOUR 2013 EN OPORTO.



FONTE: Paco Gonzalez, in http://pacogonzalezhoqueiporters.blogspot.pt/2014/10/el-paso-de-valla.html

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

HÓQUEI EM PATINS: O TREINADOR – PARTE 3 de 3 (CONTINUAÇÃO)


Franco (2000) coloca que o treinador é o líder, e para tanto deverá ser o condutor e articulador das relações entre os atletas de sua equipe. Ser líder é saber lidar com as diferenças no grupo e não tornar todos iguais.
Barrow (1997), citado por Gould e Weinberg (2001), afirma que a liderança poderia ser considerada de forma genérica como sendo o processo comportamental de influenciar indivíduos e grupos na direção de metas estabelecidas.
Trabalhar em equipe aumenta a auto-estima das pessoas envolvidas, pois a discussão e a decisão relativas a problemas importantes invocam poderosas forças individuais de auto-expressão e de autodeterminação. O significado das decisões tomadas pela equipe, para seus participantes, é um dos fatores decisivos nas questões relacionadas à satisfação no trabalho e ao aumento da produtividade da equipe.
Um dos fatores que problematiza o diálogo é a preocupação do atleta com seus próprios objetivos, e também o fato de às vezes existir o autoritarismo do técnico que o impede de opinar. (MARQUES, 2003)
Jackson e Hugh Delehanty (1997), coloca que a luta que todo treinador enfrenta é fazer que os membros da equipe, que em geral buscam glória individual, entreguem-se inteiramente ao esforço grupal.
Os técnicos que são bons lideres, fornecem não apenas uma visão daquilo pelo que se luta, mas também a estrutura, a motivação e o apoio do dia-a-dia para transformar a visão em realidade.(WEINBERG e GOULD, 2001)
Para Carravetta (2001) o técnico deve manter equilíbrio e energia no conjunto de suas ações e ter a habilidade necessária para corrigir e criticar seus jogadores.
Ramírez (2002) em seu estudo fala que os treinadores exercem uma grande influência nos indivíduos e no grupo quando de seus objetivos, tanto na parte profissional, pessoal, como financeira.
A prática tem nos mostrado que a maioria das equipes vencedoras se caracterizam pela força do grupo, pela união e superação. Muitos grupos, inclusive, crescem no momento das dificuldades e adversidades.
Por outro lado, trabalhar em equipe é também algo complicado, pois compor um grupo significa colocar em cena, para atuação produtiva e conjunta, diferentes personalidades, histórias de vida, experiências, competências, visões de mundo e graus de conhecimento.
Para estreitar essa relação não só com o grupo de atletas, mas também com todos seus colaboradores, alguns aspectos serão fundamentais para que o técnico consiga atingir seus objetivos. Becker Jr.(2000) cita o conhecimento, a comunicação verbal e não verbal, a escuta ativa, aptidão comunicativa do atleta, disciplina e seu estilo de liderança como qualidades do treinador.
Neste sentido, Weinberg e Gould (2001), relatam que as pesquisas revelaram que vários fatores pessoais e circunstanciais afetam o comportamento do líder no esporte e na atividade física. Esses antecedentes incluem particularidades como idade, maturidade, sexo, nacionalidade e tipo de esporte. As conseqüências do comportamento podem ser vistas em termos da satisfação, do desempenho, e da coesão do grupo. Por exemplo, a satisfação dos atletas é alta quando há um bom casamento entre seu estilo de treinamento preferido e o estilo do treinamento real do técnico.
Para avaliar e medir os comportamentos de liderança, incluindo as preferências dos atletas por comportamentos específicos, as percepções dos atletas dos comportamentos dos seus técnicos e as percepções dos técnicos de seu próprio comportamento, Chelledurai e Saleh (1980) criaram um instrumento chamado Leadership Scale for Sports - LLS
1.    Conduta Educativa: Conduta do treinador dirigida a melhorar a execução dos desportistas por meio da insistência e facilitação do treinamento exigente e duro, instruindo-lhes nas técnicas e táticas do esporte, clareando as relações entre os componentes da equipe, estruturando e combinando as relações dos mesmos.
2.    Conduta Democrática: Conduta do treinador que concede grande participação dos desportistas nas decisões concernentes às metas do grupo, os métodos práticos, as práticas e as estratégias de jogo.
3.    Conduta Autocrática: Conduta do treinador que inclui independência nas tomadas de decisões e enfatiza a autoridade pessoal.
4.    Conduta de Apoio Social: Conduta do treinador caracterizada por uma preocupação individual pelos desportistas, pelo seu bem estar, por um ambiente positivo para o grupo e pelas relações afetuosas com os componentes do mesmo.
5.    Conduta de Feedback Positivo: Conduta do treinador que inclui a aplicação de reforços a um desportista como um reconhecimento e recompensa por uma boa atuação.
Como foi possível observar na literatura é de extrema importância a liderança do treinador no comando de sua equipe de trabalho, de modo a contribuir decisivamente para que as suas ações sejam harmônicas, e facilitadoras a conquista dos resultados no dia-a-dia no meio esportivo.

NOTA: Publicação redigida em português do Brasil, tal como no documento original