segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

FELIZ ANO NOVO 2015


O blog THP - Treinadores de Hóquei em Patins - deseja a todos os seus leitores, a todos os amantes de desporto em geral e do hóquei em patins em particular um 2015 repleto de êxitos e sucessos.
Sinceros votos.

Retomaremos as habituais publicações no blog THP entre a 1ª e a 2ª semana de janeiro de 2016.

THP

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

FELIZ NATAL 2015


O blog THP - Treinadores de Hóquei em Patins - deseja a todos os seus leitores, a todos os amantes de desporto em geral e do hóquei em patins em particular um Santo e Feliz Natal 2015.
Sinceros votos de Festas Felizes na companhia daqueles que vos são mais queridos.

THP

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

HÓQUEI EM PATINS - O QUE É SER TREINADOR (...)


(…)
Ser treinador, exige de facto conhecimentos e requer experiências que ultrapassam as aquisições de uma carreira de atleta. Um excelente atleta, nem sempre terá a garantia de possuir capacidade para ensinar e, muito menos, a de ser capaz de criar climas de trabalho próprios para a aprendizagem ou o treino.

A experiência do atleta, é importante, mas, para ser treinador é necessário algo mais. Para além da lógica do jogo e dos seus elementos, torna-se fundamental que domine a lógica pedagógica do seu ensino. A função de treinador implica a tomada de decisões, organizadas com base em indicadores e segundo critérios que obedecem a uma certa ordem e em diferentes domínios. Como a organização do treino, liderança e comunicação com os jogadores, dirigentes, árbitros, jornalistas, etc., opções técnicas e tácticas decorrentes da observação e análise do jogo, gestão das pressões contidas na competição, inteligência emocional e inerente controle da capacidade de concentração e emoções, visão estratégica, etc.

Ser treinador exige o desenvolvimento de um conjunto de habilidades próprias no âmbito das competências comportamentais e motivacionais. Mais do que saber, ser treinador requer saber transmitir, pois o êxito do seu desempenho depende acima de tudo de interpostas pessoas, (os jogadores, os dirigentes, os árbitros, os adeptos, os órgãos de comunicação social, etc.). Mesmo quando a qualidade do candidato a treinador revela uma informação e formação acima da média, ele tem de ser capaz de provocar, através da sua acção, o interesse e motivação dos jogadores. Reconhecendo a cada momento que o sucesso que busca, depende da participação motivada e empenhada dos atletas que treina. Acreditando nas suas capacidades e melhorando as suas competências.

Cada treinador deve actuar de acordo com as suas características e limitações, sem nunca esquecer a responsabilidade que lhe está atribuída quanto à formação social e emocional dos atletas com quem trabalha e à melhoria gradual destes, como cidadãos e no âmbito particular dos conhecimentos relativos à modalidade a que se dedicam.

Os resultados provenientes da intervenção do treinador, têm profundos reflexos sociais pela influência educativa, (ou deseducativa!), que exercem nos jovens e nos adultos , quer sejam praticantes ou adeptos. Eis porque, tal como escreveu Vergílio Ferreira na sua obra "Até ao fim", "ser professor, (neste caso treinador) é colaborar mais e eficazmente com o futuro."

Logicamente, não existem treinadores ideais, tipo super-homem de banda desenhada, "que sabe tudo" e "nada o perturba", "homem sem defeitos" e comportamentos sociais e desportivos sempre irrepreensivelmente modelares. Tais "modelos" não passam de produtos imaginários, criados e alimentados por enquadramentos socio desportivos alienatórios da realidade.

Ao treinador dos dias de hoje, exige-se-lhe um desempenho, onde, mais do que actuar de modo autoritário, ele veja a sua autoridade reconhecida. Conhecendo-se a si próprio e às necessidades de realização, auto estima e segurança social que, como qualquer outro cidadão, norteiam a sua actividade. Desenvolvendo a sua acção com o objectivo natural de ter sucesso, (realização), "gostando de si próprio", (auto estima), necessitando para isso de pertencer a um grupo profissional socialmente dignificado. Com uma cultura geral e específica que possibilite a cada um dos seus membros, necessárias intervenções críticas com reflexos no desejado desenvolvimento da sua modalidade e do desporto nacional.

Acredite que o seu "fio do horizonte", mais do que uma distante linha, rasga esse mesmo horizonte. Convida-nos a não sermos só treinadores ao longo do nosso exercício profissional. Impele-nos na busca de tudo aquilo que sabemos estar para além do fio do horizonte. O progresso e o desenvolvimento. O futuro. No qual os treinadores portugueses necessitam estar preparados para ocuparem o espaço social que lhes pertence.
(…)


FONTE: Jornal Público, in http://www.publico.pt/espaco-publico/jornal/o-que-e-ser-treinador--carta-aberta-a-eduardo-prado-coelho-164622 

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

HÓQUEI EM PATINS: EXERCÍCIOS PARA A FORMAÇÃO

1º Exercício


Os atletas juntam-se em grupos de 4 (2 de um lado e os outros dois à sua frente) e realizam passe do lado direito e do lado esquerdo, mais exercícios de condução de bola de diferentes modos. Após efetuar o passe realizam exercícios de coordenação pedal entre sinalizadores (travagens, curvas, etc).

VARIANTES DO 1º EXERCÍCIO
  • Efetuam o exercício com diferente tipo de bolas;
  • Antes de efetuarem o passe realizam domínio de bola sustentada no ar;
  • Condução de bola e a meio efetuar a simulação de uma finta (depois com oposição passiva na zona central).


2º Exercício

Os atletas efetuam condução de bola dentro do espaço limitado, de diferentes formas e a passam a bola e recebem novamente aos colegas que estão de apoio.

VARIANTES DO 2º EXERCÍCIO
  • Passam a bola a quem está de apoio e trocam de função com esse mesmo colega (passam a ser eles o apoio)
  • Dentro do espaço efetuam condução de bola e tentam tirar a bola dos restantes colegas para fora do espaço. 
3º Exercício

Os atletas tentam marcar golo nas balizas pequenas.

VARIANTES DO 3º EXERCÍCIO

  • Rematam de primeira após um passe do lado oposto;
  • Efetuam 1x1 e 2x1 antes de finalizar;
  • Definir o local onde têm de acertar com a bola (por exemplo no poste).

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

PREPARAR PARA GANHAR - JOSÉ NETO


Ninguém tem dúvidas de que na competição desportiva só com um trabalho bem planeado e dirigido se podem atingir estados ótimos de rendimento, o que na gestão de recursos humanos implica o conhecimento técnico, científico e humano ou a razão das razões, nunca por aproximação mas por ajustada e assertiva transferência de competências.

Os estudos relacionados com o Desporto em geral (…) têm-se multiplicado, contribuindo mesmo para um avanço significativo de uma certa desmitificação de alguma complexidade que por vezes alguns “donos da verdade” pretendem exibir.

Numa primeira análise para o apuramento das condicionantes para formular um projeto ganhador numa equipa, é fundamental apurar a definição de um modelo de jogo, tendo em conta a realidade e o contexto onde está inserido, bem como as caraterísticas dos jogadores de cuja equipa fazem parte.

Depois, como estratégias operacionais de reflexão e treino, deverá a equipa e cada qual, conhecer-se por si próprio e de forma inteira, formular objetivos desafiadores e progressivos de conquista com base no pensamento positivo, já que este ajuda a concentrar-se no que pretende atingir e esquecer o que deve evitar. Nesta aproximação de conteúdos, se poderá partir para o máximo empenhamento que por natureza conduz ao máximo rendimento, permitindo-lhe sonhar com o futuro, porque faz com que acredite em si próprio e os outros nas suas capacidades, tem vontade de ser chamado a intervir, sente-se forte e convencido e as sensações sentidas reforçam um sentimento de expressiva motivação.

Por outro lado e apresentando níveis de consciência operativa para o êxito superiormente alicerçados nos conteúdos referidos, também tem consciência que um fraco empenhamento gera um fraco rendimento e, deste modo passará a visualizar o futuro como pesadelo, pois, se e quando chamado a intervir, pensa que tudo pode sair mal, logo mais disponível para falhar, qualquer esforço será em vão, os nervos e a angústia conduzem-no a uma crise de raciocínio, o que terá como consequência um sentimento de base negativa.

De qualquer forma, serão sempre os jogadores dentro da estrutura da equipa, cada um com caraterísticas muito próprias a decidir em cada momento e qual ou quais as ações a tomar mediante contextos sempre dinâmicos e complexos e como temos vindo a referir, muitos são os fatores incontroláveis num jogo e que convertem o resultado numa imprevisibilidade. No entanto, alguns fatores psico carateriais, como a autoconfiança, a motivação e espírito de equipa, etc… constituem de forma decisiva a relação da causa com a consequência, sendo por isso alvo de atenção e treino para que essa imprevisibilidade possa ser reduzida e o rendimento do jogador e da equipa possa ser otimizado.

Na agregação de vetores onde se possa apurar a disciplina do êxito, sempre surgirá como campo de comprometimento e que funcionará como código de conduta solidária, fazendo da dedicação e do esforço e mesmo da adversidade as melhores oportunidades de revelação para atingir uma bitola de sucesso.

Volto a insistir numa questão que para mim permanecerá num incessante compromisso de combate: se as condições de ordem psicológica, mental e comportamental sempre fazem a grande diferença entre o medíocre e o suficiente, o suficiente e o bom, o bom e o excelente e se assume como balança altamente significativa na avaliação do rendimento, serão ou não estes fatores treináveis? … É ÓBVIO QUE SIM!...

Da mesma forma que se atribui grande importância ao treino dos fatores técnicos, táticos, físicos, atléticos, etc, o treino da componente comportamental é fundamental e acabará por ter um peso significativo no alcançar dos objetivos de cada equipa.

O uso da competência para liderar um grupo de jogadores, para garantir um balneário motivado, autoconfiante, unido e com os olhos postos nos objetivos a conseguir, faz a diferença da qualidade dos treinadores como líderes operacionais para a obtenção do sucesso.

Muitas são as técnicas e os instrumentos para garantir uma competente gestão dos recursos humanos, de um balneário, de uma equipa.

O discurso verbal e não verbal do treinador deve incidir como obra de inspiração, entusiasmo, empatia, determinação e …humildade - “não há trono mais firme do que o coração de gente simples” – Gustave Flaubert. Os grandes líderes conseguem espelhar nas suas equipas de trabalho, a sua autoconfiança e motivação. Pautam-se por uma comunicação positiva, arrebatadora, convicta. A colocação da voz, os gestos, o olhar direto, a postura do corpo, a administração e cultura do silêncio, são pequenos pormenores que no seu conjunto podem ter uma influência decisiva na conversão de uma equipa que se prepara para ganhar. 

No treino, o líder deve criar contextos desafiadores mas que proporcionem sucesso. Os exercícios devem estar de acordo com os objetivos pretendidos, mas os mesmos devem ser criados para que o jogador obtenha sucesso, reforce a sua autoconfiança, sinta que é capaz de dar resposta eficaz. O feedback durante as sessões de treino deve ser de exigência mas também sempre num tom positivo e encorajador. O jogador deve sentir que as suas ações, sempre que bem sucedidas, são valorizadas pelo líder, deve sentir o seu esforço recompensado com uma palavra de estímulo, de elogio mas também com palavras de exigência e que apelem à auto superação.

Também o treino deve reproduzir, de alguma forma, as condições adversas que são esperadas na competição. Preparar mentalmente os jogadores para as dificuldades que irão encontrar, mas também guiando-os para obterem as respostas adequadas para as superar.

A visualização de imagens tais como os momentos de glória e de união do grupo, as ações plenas de sucesso de cada jogador e da equipa, devem funcionar como estímulo para a coesão e recompensa na defesa do emblema que ostenta junto ao coração.

A utilização de técnicas de meditação e relaxamento, adequadas às especificidades de cada elemento de uma equipa, quer para eliminar o stress competitivo, como autenticar a fidelidade participativa é fundamental, assim como a visualização mental de sucesso, de imagens positivas, como forma de aliviar o stress e focar cada jogador nos objetivos a alcançar.

No fundo estas são algumas técnicas/instrumentos que podem e devem ser utilizadas para guiar uma equipa ao sucesso. 

(…)

Nos dias de hoje, o conhecimento está à distância de um simples clique. As publicações acerca do treino são imensas e qualquer um têm acesso às metodologias mais utilizadas pelos treinadores consagrados, o que tem permitido “atenuar” significativamente as diferenças de metodologias de trabalho aplicadas nos clubes de diferentes dimensões.

Contudo, esse conhecimento teórico, por si só, não chega, não é sinónimo de sucesso.

Muitos são os casos de treinadores que apresentam um elevado conhecimento teórico sobre o treino mas que não conseguem traduzir esse conhecimento em sucesso, quando o têm que aplicar na prática… cabe aqui a bem justificada expressão do meu “nosso” querido Professor Doutor Manuel Sérgio:
“Quem só teoriza, não sabe…quem só pratica, repete”!...
Daí o apelo para o significado das valências técnica, social e cultural, numa aliança do saber com a vida!...


FONTE. JOSÉ NETO in jornal abola (http://www.abola.pt/nnh/ver.aspx?id=581404)

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

HÓQUEI EM PATINS: PORQUE O NATAL ESTÁ JÁ AÍ... CUIDADOS ALIMENTARES A TER EM CONTA!


Nos plantamos a finales de diciembre, llega la Navidad. Como sabréis las fiestas de Navidad están caracterizadas por diferentes factores. Amigos, familia, tradiciones, regalos, etc. todos ellos unidos por unas creencias populares. Pero para mí el nexo más importante es la gastronomía y la alimentación, en las cuales  encontramos el principal desajuste cada año. La gastronomía navideña se caracteriza por grandes encuentros familiares, encuentros de horas y horas charlando y comiendo, disfrutando de grandes comidas, que posiblemente han sido elaborados durante la mitad de un día o incluso en días anteriores.
La Navidad es una tradición y seguir la tradición debe formar parte de cualquier plan alimentario que esté correctamente planificado. También en el caso de los jugadores de hockey sobre patines. Ahora bien hay que destacar que hay una serie de cambios en el estilo de vida durante estas fiestas que pueden ayudar a no hacer estragos ni a perder la condición física lograda después de tanto trabajo acumulado.
(…)

Las fiestas suman un total de 6-7 días. Aunque estas ya fueron descritas por Dietista y Nutricionista Júlio Basulto creo que es importante volver a tenerlas en cuenta. El Dr. Salvador Jiménez (2007) afirmaba en el “Diario Médico” que un menú de Navidad puede llegar a triplicar la ingesta de cualquier dieta equilibrada.
A estos 7 días de fiesta aseguradas hay que añadirle la visita del “Tió” o de Papa Noel que a menudo lleva diferentes regalos o golosinas, las cuales es posible que acabemos cominedo. El último factor a tener en cuenta son los restos de las comidas que nos acompañan durante el resto de días, sobre todo los dulces de sobremesa.
Durante la época de Navidad es sencillo aumentar de peso, fácilmente se pueden ganar de 2-4 kg. Esta ganancia de peso para un deportista es un gran lastre. Un ejemplo para ver cómo puede afectar esto a nuestra condición física es hacer un entrenamiento (ahora que todavía no han comenzado las fiestas) con dos botellas de 1.5L de agua encima, que simbolizarían los posibles 3kg de grasa ganados pasadas las fiestas.
Hasta ahora únicamente hemos tratado el aumento de peso (que no es poco) pero, además, durante las fiestas hay consultas frecuentes por malas digestiones, empacho, ardor (pirosis gástrica y esofágica), vómitos, etc.
Para controlar todos estos problemas mencionados, mantener una condición física estable y hacer de las fiestas de Navidad 2014-2015 un éxito es necesario leer atentamente los siguientes 7 puntos y  ¡Aplicarlos!

1. Autocontrol

Son muchas fiestas las que se nos presentan y es posible que algunas las controlemos más que otras por ser los anfitriones o que por tradición las comidas no sean demasiado exageradas. Sin embargo debemos tener un control de las cantidades y, en estos casos, guiarnos por la sensación de saciedad. Cuando nos sentamos a la mesa, normalmente ya podemos ver un aperitivo preparado y, seguidamente, se van comentando los platos que vienen a continuación. Nuestro objetivo debe ser el de planificarnos para llegar a los postres sin sensación de hambre ni tampoco de plenitud. Debemos buscar una situación de comodidad estomacal en la que encontremos que hemos quedado a gusto con la comida. También me gustaría destacar que no es ético rechazar un plato que un familiar lleva haciendo durante muchas horas, por lo tanto, repito que lo más importante es el control de uno mismo sobre las cantidades que decide ingerir. En 2011, la Sociedad de Cirugía Vascular (Society for Vascular Surgery) explicó que durante las fiestas de Navidad las salas de emergencia de los hospitales se llenan por empachos. Autocontrol.

2. Pensar lo que comemos

El catedrático de Nutrición y Bromatología Jordi Salas Salavó consideró el año 2012, coincidiendo con la Asociación Americana del Corazón, que el principal problema durante las fiestas de Navidad es que no pensamos lo que comemos. Durante las comidas y siguiendo las recomendaciones del primer punto es importante pensar qué alimentos estamos ingiriendo, cuáles pueden ser más saludables o cuáles menos y también en la forma en que están cocinados.

3. Evitar el consumo de alcohol

El alcohol es una fuente de calorías vacías que puede maltratar órganos vitales del cuerpo humano y, especialmente, la condición física de un deportista. No voy a entrar en detalles sobre todos los inconvenientes de ingerir alcohol y cómo afecta a órganos como el hígado, el páncreas y en todo el sistema cardiovascular (poniendo en el mismo saco el vino tinto). Pero aprovecho para destacar una reciente publicación en las American Cancer Society Guidelines on Nutrition and Physical Activity for Cancer Prevention en la que se expone que cada bebida alcohólica ingerida puede aumentar de un 10 a un 12% el riesgo de padecer cáncer de mama. La principal recomendación es evitarlo, la segunda es reducirlo y la tercera es diluirlo en otras bebidas como: la limonada natural, las bebidas azucaradas light o cero o bien el agua con gas.

 4. Planificar bien las cantidades

Tal y como he puntualizado anteriormente, normalmente los restos de las comidas nos acompañan durante el resto de los días de las vacaciones de Navidad. En el caso de ser los encargados de cocinar para un día de los mencionados es importante planificar el número de personas que viene, el número de platos que se quieren hacer y la cantidad de alimentos por cabeza. El primer paso es elaborar una buena lista de la compra, de esta forma evitaremos ir arrastrando los mismos platos durante días consecutivos.

5. Escoger cocciones saludables

Ya sea a la hora de escoger los alimentos que forman parte de un aperitivo, como cuando nos encontramos en un restaurante escogiendo el menú, o bien cuando tienes que elaborar personalmente platos, hay que escoger cocciones saludables como: papillote o vapor, plancha, brasa, microondas, horno o salteados. Debemos procurar que la base de los platos sean alimentos de origen vegetal, priorizando verduras y hortalizas.

6. Seguir con el plan de entrenamiento pautado

Planifica tu tiempo libre para seguir con los entrenamientos en la intensidad y la duración que te sea posible y que te recomiende tu entrenador personal, priorizando sobre todo los entrenamientos de fuerza para mantener un tono muscular activo.

7. Quitar igualmente los turrones

Si tienes invitados o bien eres tú mismo eres el invitado escoge unos días en concreto que puedas tomar alimentos como barquillos y turrones. Ser previsor en este sentido hará que reduzca su consumo. Como se puede imaginar los dulces de Navidad como los turrones o los polvorones son alimentos hipercalóricos, un trocito de turrón (25gr) puede variar entre 150 a 230 kcal (dependiendo del tipo) y un polvorón 160 kcal. Estas calorías equivalen a una lata de refresco de cola normal, es decir, 10 sobres de azúcar que por tanto pueden ser consumidos cada día si hacemos que la bandeja de turrones forme parte de nuestra alimentación durante las fiestas de Navidad día sí y día también. Es por ello que en las sobremesas hay que seguir los puntos 1 y 2, priorizando alimentos como: la fruta desecada, los pasos, la fruta y los frutos secos. Elija los que más le gusten y tome un puñado diario. En el caso de los frutos secos pueden ser en su forma cruda o tostada.
(…)
Las fiestas de Navidad son una temporada del año en la que dejamos de tener en cuenta el trabajo realizado durante la temporada y nos descontrol en el factor gastronómico y alimentario. (…)


Para cualquier duda sobre cuál debe ser el tipo de entrenamiento que se debe realizar durante este periodo hay que consultarlo con el profesional encargado del equipo. Por otro lado, cualquier duda o cuestión referente a la alimentación y la nutrición debe ser consultado con un Dietista Nutricionista, en el caso de los jugadores de hockey patines deben ponerse en contacto con un Dietista Nutricionista especializado en nutrición deportiva.

FONTE: Guillermo Mena in http://www.okpatines.com/gmena_reconavidad/

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

HÓQUEI EM PATINS – “UNIÃO DE GRUPO? DETALHE-SE UM POUCO”


Nos últimos anos, no hóquei em patins em particular, ouvimos cada vez mais treinadores, atletas e dirigentes falarem em união de grupo da equipa e no chamado espírito de equipa. Mas afinal o que é isso?
Em nosso entender é algo que não se “mede”, nem tem valor numérico. É algo que se sente no seio de uma equipa/grupo sem que para isso seja necessário manifestar publicamente que “temos uma grande união”. 
Há cada vez mais tendência em se expor para a opinião pública que “temos um grupo unido e forte”, ou “temos um verdadeiro espírito de equipa”, no entanto se realmente esse grupo é forte e unido ou com verdadeiro espírito de equipa, o mesmo não anda a ser manifestado publicamente ou nas redes sociais, anda sim anda a ser sentido e vivenciado no seio da tal equipa ou grupo.
Enquanto se perde tempo a repetir essas manifestações de expressar a tal “união de grupo”, não estamos a "viver a equipa".
A “equipa” vivendo, cresce. Crescendo, fortalece. Fortalecendo-se, evoluí. Evoluindo-se, supera. Superando-se, atinge. Atingindo-se objetivos, teve de funcionar como uma verdadeira equipa.
Este é o nosso ponto de vista para o hóquei em patins. 
Toda esta publicação é passível de contraditório. Aliás, será sempre de contraditório, porque abordamos algo não “palpável” e “medível”.
No hóquei em patins, modalidade imprevisível do ponto de vista jogado do primeiro ao último segundo, com bastantes variáveis que podem ditar o sucesso ou o não sucesso de uma equipa, é determinante no processo de planeamento (nomeadamente planeamento mental) a “criação” de uma estrutura que sustente a “união de grupo” para todas as fases da época. 
A “união de equipa” deve estar presente quando se “atravessa” um período menos bom, mas também deve estar presente nos momentos bons, para que não se perca o sentido da “união de grupo”. Para isso há um longo e árduo caminho a percorrer pelos treinadores. Não chega colocar frases bonitas no balneário, ou mensagens motivadoras via facebook. Há muito mais por detrás disso.
Nunca em momento algum se deve descurar o trabalho de “campo” quando se sente que já se tem uma “união de equipa”. A chamada “união de equipa” não chega. A chamada “união de equipa” pode vencer alguns jogos, mas todo o restante trabalho técnico, tático e físico podem fazer ganhar títulos. O segredo está em complementar todas estas componentes em uníssono.


FONTE: Opinião de Hélder Antunes

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

HÓQUEI EM PATINS – O “AQUECIMENTO” PODE SER TREINO


Está mais que “comprovado” e “estudado” a importância de um bom aquecimento em todas as modalidades desportivas.
No hóquei em patins, há alguns anos a esta parte, verificaram-se alterações na forma como os treinadores planeiam os seus “aquecimentos”. Independentemente da forma como o fazem, em nosso entender o “aquecimento” deve ser parte integrante do processo de aprendizagem individual e coletivo. Ou seja, devemos aproveitar o “aquecimento” para treinar/evoluir.
Ressalva-se que esta publicação é mais direcionada para os treinadores de formação de hóquei em patins, no entanto, é perfeitamente possível ser direcionada aos plantéis seniores.
Sabemos que no hóquei em patins atual, o volume (tempo) de treino é menor que há uns anos atrás fruto da gestão dos espaços de treino e do aparecimento e crescimento de outras modalidades.
Nesse sentido, cabe aos treinadores aproveitar e planear o tempo de treino o melhor possível.
Podemos utilizar o “aquecimento” para realizar exercícios de mobilidade articular sem bola, mas também o podemos planear com bola. Podemos realizar uma panóplia de exercícios de técnica individual com bola (condução de bola, finta, passe/receção, patinagem, etc.) onde os atletas executam as diversas tarefas em baixas intensidades de forma a elevar gradualmente a temperatura corporal (um dos objetivos de quaisquer “aquecimento”).
Ao optarmos por este tipo de situação estamos a realizar um “aquecimento” direcionado especificamente para a evolução dos atletas, estamos a trabalhar especificamente todas as zonas musculares que serão solicitadas na competição e estamos a treinar.
Sem descurar a baliza, nesta fase inicial os guarda-redes executam um trabalho específico de “aquecimento”.
Posteriormente, podemos incrementar no “aquecimento” situações de 1 para GR, 1 para 1 + GR, 2 para GR, 2 para + GR, 2 para 2 + GR, 3 para 2 + GR, etc. As vantagens são inúmeras. Estamos a trabalhar conceitos de treino e a aperfeiçoar situações técnico/táticas. Nesta fase a intensidade do “aquecimento” já poderá ser mais elevada.
Não esquecer os tempos de recuperação e hidratação ao longo do “aquecimento” também é importante. Cabe a cada treinador gerir todo esse processo.
Em relação à duração do aquecimento, pensamos que os mesmos devem ser geridos em conformidade com as condições climatéricas, ambiente do pavilhão, estado físico dos jogadores e objetivos da própria equipa.
Em relação aos “aquecimentos” de sapatilhas somos da opinião que cabe a cada treinador decidir em funções dos objetivos traçados, mas em nosso entender todo o tempo que for aproveitado em “cima dos patins” é mais vantajoso, nomeadamente nas equipas de formação.
Por norma, quase todas as equipas, independentemente do escalão “gostam” de jogos reduzidos, ou jogos condicionados, ou jogos lúdicos. Os mesmos devem ser utilizados no “aquecimento” em nosso entender. Agora, devem ser utilizados com objetivos devidamente assinalados e que vão de encontro às necessidades da equipa e dos jogadores.
Aqui quando nos referimos a “aquecimento”, estamo-nos a referir em contexto de treino e em contexto de jogo.

Para finalizar relembramos que muitas vezes assistimos a equipas que realizam “aquecimentos” de quase 1 hora e muitas vezes essas equipas só jogam duas partes de 15 minutos (parece um pouco desproporcional). Logo se tiverem oportunidade de aproveitar esse tempo de “aquecimento” para “treinar”, certamente que a curto e a médio prazo se verificará uma evolução na técnica individual dos jogadores.

FONTE: Opinião pessoal, Hélder Antunes

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

HÓQUEI EM PATINS - "IMPORTÂNCIA DO DIÁLOGO PÓS TREINO"


Há cerca de duas/três décadas atrás era praticamente inexistente ou inexistente mesmo a realização de recuperações ativas pós esforço depois de um treino ou jogo. No entanto, existiam muito treinadores que realizam diálogos individuais e/ou de grupo com os seus atletas.
Há medida que os anos foram passando e o hóquei em patins evoluindo em todos os seus níveis, as recuperações ativas pós esforço depois de um treino ou jogo são prática corrente e recorrente na maioria das equipas, mas os chamados “diálogos pós treino” começaram a ser prática menos corrente e recorrente.
Hoje abordamos esta questão do “diálogo pós treino”.
O diálogo pós treino a nível coletivo ou a nível individual é importante. Este diálogo deve ser inserido na planificação mental da equipa. Estudos neste âmbito revelam que as equipas e os treinadores que optam por esta estratégia melhoram a performance da equipa e dos jogadores.
Essa melhoria não indica diretamente uma melhoria dos resultados desportivos. Não devemos confundir os indicadores. Indica uma melhoria do rendimento/performance dos atletas, das equipas e por vezes dos objetivos alcançados. Resulta acima de tudo numa motivação extra para os atletas e para as equipas uma vez que simplifica e ajuda no processo ensino/aprendizagem, no processo correção/execução e no processo técnico_tático/resultados práticos.
Um “bom” diálogo pós treino deve ter em conta as seguintes considerações:
- Diálogo objetivo centrado nos aspectos que deve ser corrigidos e no que de bom já foi alcançado;

- Diálogo maioritariamente motivador;

- Diálogo convincente e que vá de encontro às reais necessidades da equipa e dos próprios jogadores;

- Diálogo parte do princípio que são pelo menos duas ou mais pessoas a falar. É importante ouvir os atletas e/ou a equipa;

- Diálogo focado nos objetivos pretendidos a nível coletivo e a nível individual;

- Diálogo que “obrigue” os atletas e a equipa a realizar uma reflexão. Assim, parte-se em vantagem para o treino seguinte;

- Diálogo pouco repetitivo na forma da sua abordagem. Passar repetidamente a mesma mensagem da mesma forma, induz a que a mensagem deixe de ser mensagem e o diálogo se torne cansativo e sem influência no processo de treino;

- Diálogo assente em coerência;

- Diálogo que nunca coloque em causa a liderança do treinador;

- Diálogo realizado imediatamente a seguir ao treino. Não deixar para o treino seguinte assuntos pendentes ou por tratar;

- Diálogo sucinto. Lembrar que os índices de concentração e atenção dos atletas depois de 7/8 minutos de diálogo ou exposição por parte do treinador já não são os mesmos.


FONTE: OPNIÃO PESSOAL HÉLDER ANTUNES

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

HÓQUEI EM PATINS: LA IMPORTANCIA DE LA ACLIMATACIÓN EN EL DEPORTE.


Estrategias de hidratación y enfriamiento

-       Álvaro Cano Serrano. Alumno Nutrición Deportiva Avanzada. Centro Internacional de Formación Deportiva, Alto Rendimiento.
-       José Miguel Martínez Sanz. Profesor cursos nutrición deportiva básica y avanzada. Centro Internacional de Formación Deportiva, Alto Rendimiento.
-        
Introducción
La naturaleza de algunos deportes, implican que a menudo éstos se desarrollen en unos ambientes que se alejan de las condiciones idóneas para su práctica (elevado calor, humedad, altas/bajas presiones, déficit de oxígeno, frío…). En el siguiente artículo vamos a centrarnos en el ejercicio que se desarrolla en ambientes calurosos; la aclimatación al calor y las estrategias de hidratación y enfriamiento.

La elevación de la temperatura ambiental, conlleva un aumento paralelo de la temperatura corporal. Para contrarrestar ese aumento, nuestro organismo utiliza dos métodos:
·  Movilizar sangre a la piel para permitir la disipación por calor a través de la radiación.
·  Incrementar el rango de producción de sudor.

Estos dos sistemas representan el 85% del calor eliminado cuando se está en reposo. Ambos participan en el mantenimiento de un volumen sanguíneo adecuado, de gran importancia, ya que su disminución provocaría un descenso en el movimiento de sangre hacia la piel y en la producción de sudor.

Cuando estamos realizando ejercicio, necesitamos movilizar sangre hacia los músculos, pero también hacia la piel, para favorecer la sudoración. Si el volumen sanguíneo es bajo, uno o los dos sistemas fallarán y el resultado será, en el mejor de los casos, una disminución del rendimiento deportivo.
El organismo está preparado para soportar temperaturas límite de 43,3º o solo 6,3º por encima de la normal. En ambientes extremos, la temperatura puede incrementarse en 0,4º cada 5 minutos, si a esto añadimos la posible deshidratación del deportista, se pueden desencadenar una serie de fallos que van desde el agotamiento o los calambres hasta el síncope o el golpe de calor.

Aclimatación al calor
Estos dos sistemas representan el 85% del calor eliminado cuando se está en reposo. Ambos participan en el mantenimiento de un volumen sanguíneo adecuado, de gran importancia, ya que su disminución provocaría un descenso en el movimiento de sangre hacia la piel y en la producción de sudor.
Cuando estamos realizando ejercicio, necesitamos movilizar sangre hacia los músculos, pero también hacia la piel, para favorecer la sudoración. Si el volumen sanguíneo es bajo, uno o los dos sistemas fallarán y el resultado será, en el mejor de los casos, una disminución del rendimiento deportivo.
El organismo está preparado para soportar temperaturas límite de 43,3º o solo 6,3º por encima de la normal. En ambientes extremos, la temperatura puede incrementarse en 0,4º cada 5 minutos, si a esto añadimos la posible deshidratación del deportista, se pueden desencadenar una serie de fallos que van desde el agotamiento o los calambres hasta el síncope o el golpe de calor.

Hidratación
Conservar el equilibrio de fluidos y electrolitos durante el ejercicio es fundamental para mantener un alto nivel de rendimiento deportivo.
La sudoración profusa, consecuencia de un estado de deshidratación, incrementa la osmolaridad plasmática con la consecuente disminución del volumen sanguíneo. Este cambio estimula a los riñones para eliminar sodio y reducir la elaboración de orina, produciéndola más concentrada, de nuevo, signo de deshidratación.

Las estrategias de hidratación que podemos llevar a cabo antes, durante y después del ejercicio, de forma general, pueden ser:
·  Hidratación pre-ejercicio: Es fundamental que el deportista inicie bien hidratado el entrenamiento o la competición:
o    Beber fluidos sin sensación de sed: Ya que ésta es un indicador de que hemos entrado en un estado de infra hidratación.
o    Evidenciar nuestro estado de hidratación en aspectos tales como el volumen y el color de la orina.
o    Como norma general, aproximadamente de 1 a 1,5 horas antes del ejercicio consumir un volumen de fluidos superior a 0,5l. Posteriormente, ingerir dosis pequeñas cada 10-15 minutos.

*Si la duración del ejercicio sobrepasa la hora, es conveniente ingerir mejor que agua, bebidas de reposición (una solución del 4-6% de hidratos de carbono con 100-150mg de Na puede ser una buena opción).
·  No sobrehidratarse.
·  Evitar el consumo de alimentos y bebidas con impacto diurético.
·  Hidratación durante el ejercicio: El objetivo fundamental en esta etapa es mantener el estado de hidratación ya conseguido en el inicio:
o    Consumir bebidas de reposición en lugar de agua sola, evitando la depleción del glucógenomejorando así el rendimiento.
o    Consumir un volumen aproximado de 0,5 a 0,9L por hora de soluciones líquidas con hidratos de carbono al 6-8%
o    Elegir fluidos cuya composición contenga más de un tipo de carbohidratos.
·  Hidratación después del ejercicio:
o    Consumir aproximadamente un volumen superior al 100% del peso perdido. Unos 0,75L de fluido por cada 0,5 kg perdidos. Lo ideal es que después de la sesión de entrenamiento, las pérdidas sean inferiores al 2%.
o    Tras el consumo inicial, continuar reponiendo fluidos en pequeñas dosis cada 15 min.
o    Consumir, de nuevo, bebidas carbohidratadas y con sodio.
o    Evitar diuréticos.

Enfriamiento. Estrategias:
Varios estudios apoyan el hecho de que las estrategias de enfriamiento pueden aumentar la capacidad de ejercicio prolongado en ambientes de calor.
Algunos de los métodos de enfriamiento seguidos por los deportistas son:
·  Inmersiones en agua fría post-ejercicio.
·  Prendas de refrigeración: Reducen la temperatura de la piel sin intervenir en la temperatura muscular.
·  Ingestión de fluidos fríos.
La combinación de estas técnicas (internas y externas) puede mejorar el enfriamiento y la aclimatación del deportista al ejercicio. Diversos estudios postulan que estos métodos conllevan beneficios en ejercicios sostenidos como carreras de media y larga distancia, y no así en aquellos esfuerzos de carácter más explosivo como saltos, lanzamientos, carreras de velocidad.

Referencias:
- Racinais S, Alonso JM, Coutts AJ, Flouris AD, Girard O, González-Alonso J, Hausswirth C, Jay O, Lee JK, Mitchell N, Nassis GP, Nybo L, Pluim BM, Roelands B, Sawka MN, Wingo JE, Périard JD. Consensus recommendations on training and competing in the heat. Scand J Med Sci Sports. 2015 Jun;25 Suppl 1:6-19.
- Bernardot D. Nutrición deportiva Avanzada. 2.a.ed. Tutor: Madrid;2013.
- Urdampilleta A, Gómez-Zorita S, Martínez-Sanz JM. Ayudas mecánicas, psicológicas y fisiológicas en el deporte. EFDeportes.com, Revista Digital. Buenos aires. 2012; 175.
- Crespo A, Collado C, Urdampilleta A, Gómez-Zorita S, Martínez-Sanz JM. Alimentación en la práctica del montañismo en media montaña. EFDeportes.com, Revista Digital Buenos aires. 2013; 184.


FONTE: http://altorendimiento.com/