quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

O PASSADO NO PRESENTE A PENSAR NO FUTURO – INICIAÇÃO AO HÓQUEI EM PATINS


Partilho hoje no blog THP uma história pessoal que começou há 2 anos. Faço-o como pai e como treinador.
«O meu filho mais velho, ainda com 4 meses de vida viu o primeiro jogo de hóquei em patins. Ficou calmo e sossegado, notando-se uma atenção especial com o “barulho” do jogo. Assistiu a um jogo do distrital de sub-15.
A partir desse momento não mais parou de seguir o hóquei em patins, quer fosse em casa quando o pai mudava o canal da televisão, nomeadamente do canal Panda para uma transmissão do hóquei, quer fosse visualizar ao vivo um jogo. Penso que esse foi o ponto de arranque para tomar “o bichicnho” da modalidade.
Rapidamente começou a dizer “Óq”. Foi assim que identificava a modalidade.
Com menos de 1 ano de idade já visualizava jogos da 1ª divisão in loco do clube que o pai representava na altura como treinador. Diga-se que se equipava a rigor para ir ver os jogos com o cachecol do clube e espelhava felicidade com o ambiente do pavilhão.
Tendo-lhe tomado o gosto, chega a altura de querer experimentar os patins por volta dos dois anos e pouco. A mãe ainda achando que talvez fosse um pouco cedo não queria muito, o pai treinador achou que estava no “time ideal”.
Por essa altura, experimenta os primeiros patins. “Patim de fivela” numa fase inicial e posteriormente “patim de bota” de iniciação. Existem muitas variedades de patins de iniciação, no entanto, apesar de todas as vantagens e comodidades que possam existir, decidi que começaria com o tradicional e antigo “patim de fivela”.
Poderia ter vivenciado esta experiência num piso rugoso, ou num tapete, ou num colchão, mas não… Experimentou e gostou, porque o fez em pleno terreno ervado e por vezes pelado, com jardim nas redondezas, onde se sujam as rodas e as mesmas não deslizam. Nesta fase convém ter também um bom detergente da roupa em casa.
Diga-se que a criança achou piada ao facto de não cair muitas vezes e de calmamente lá ir marchando. Com o passar dos dias, o equilíbrio estava praticamente adquirido, o medo de cair ultrapassado e a vontade de continuar aumentava.
Claro que nunca pegou no stick simultaneamente aos patins. Stick na mão e bola de ténis na outra, só com as sapatilhas pés. Fiz e ainda faço esta regra ser implementada. Assim brincou muito, ora a marchar, ora a manusear o stick e a bola sem patins.
Chegado o momento da transição de piso, foi promovido ao piso interior da casa. Primeiramente em cima de velhos tapetes e posteriormente e momentaneamente na tijoleira do chão da garagem.
É claro que o stick na mão e a bola de ténis na outra só de sapatilhas e nesta fase preferencialmente quando a mãe estava ausente.
Cada vez mais o consumo “de hóquei em patins” in loco e via tv aumentaram gradualmente, sem nunca pressionar a criança e deixando-a marcar esse ritmo.
Mal completa 3 anos (e não estava há espera que ele fizesse os 3 anos), chega “o time” de o inscrever nas escolas de patinagem de um clube.
Os treinos de patinagem são somente isso, treinos de patinagem. Feliz com a opção tomada e com a forma como os treinos são ministrados. O stick não entra nestas contas. Já sabe, stick na mão e bola de ténis na outra, tem de ter sapatilhas nos pés e é para brincar com os amigos ou atrás dos recintos de jogos nos pavilhões que proporcionam isso. Denota-se já uma pega e manuseamento do stick com relativa qualidade. Mas isso será para partilhar daqui a alguns anos.
Assim continua. Com 4 anos e meio a filosofia e a prática continua igual. Nesta fase, já desliza para frente, curva e começa a patinar de costas… Acima de tudo, demonstra alegria imensa quando e sempre calça os patins. Começa a ver colegas mais velhos nos treinos de iniciação ao hóquei e pede por vezes que quer jogar hóquei com os patins e o stick na mão, mas também diz que primeiro tem de saber patinar bem.
Se a opção tomada inicialmente foi a mais correta, não sei! Se o método, (se é que houve) foi o adequado não sei! Sei apenas que tudo isto data de 2014 em diante e a criança é o meu filho.
Fará a “transição” ou evolução para iniciação ao hóquei em patins quando ele (criança) decidir sob a forma das aprendizagens adquiridas. Não é o pai ou o treinador a decidir. Será sempre a criança/jovem praticante a marcar o seu ritmo de evolução, sem pressas e com muita vontade de assimilar todas essas fases de aprendizagem.»

Daqui por alguns anos daremos continuidade a esta publicação, para já fica aqui um testemunho em primeira mão.

sábado, 11 de fevereiro de 2017

MANUAIS DE APOIO DIDÁTICO À FORMAÇÃO DE TREINADORES


«De acordo com as competências do Treinador definidas e perspetivadas no âmbito do modelo do Programa Nacional de Formação de Treinadores - PNFT, foram construídos os Referencias e os Conteúdos de Formação relativos à Componente Geral.
Estes Referenciais e respetivos Conteúdos de Formação estão organizados por Unidades de Formação previamente determinadas no estabelecimento dos diferentes Perfis e fazem referência ao conhecimento fundamentado e multifacetado desenvolvido no âmbito das Ciências do Desporto.
No cumprimento da metodologia assumida, o IPDJ, I.P. procedeu à construção dos Manuais atribuindo a sua elaboração e autoria a um grupo de especialistas com larga experiência nos âmbitos considerados.
Estes Manuais, constituem-se como um instrumento importante para todas as entidades formadoras de treinadores, em particular das Federações colmatando uma lacuna existente desde o lançamento do PNFT.


ESTRUTURA DOS MANUAIS

Cada um dos Manuais é apresentado num ficheiro independente, cada um de acordo com uma Unidades de Formação previstas na Formação de Treinadores – Componente de Formação Geral. Todos os manuais possuem as seguintes secções:
  • Índice (da subunidade)
  • Lista dos objetivos de aprendizagem 
  • Desenvolvimento dos conteúdos
  • Conclusões dos conteúdos
  • Teste de Autoavaliação
  • Recomendações de leituras para consulta dos formandos 
  • Glossário de conceitos chave 

NOTA IMPORTANTE: Os manuais publicados em formato digital (PDF), podem ser impressos e policopiados, desde que se destinem aos fins para os quais foram concebidos: a formação de treinadores.
Todos os direitos de edição e autorais deverão ser preservados de acordo com a legislação em vigor.



MANUAIS - COMPONENTE DE FORMAÇÃO GERAL GRAU I

  Índice














MANUAIS - COMPONENTE DE FORMAÇÃO GERAL GRAU II
 

  Índice



  Teoria e Metodologia do Treino - Modalidades Individuais (Brevemente disponível)










FONTE: IPDJ, http://www.idesporto.pt/conteudo.aspx?id=191&idMenu=53